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O Papa Emérito Bento XVI faz 94 anos

Bento XVI completou 94 anos de idade na sexta-feira, 16 de abril. Desde que anunciou sua renúncia ao trono de Pedro em 11 de fevereiro de 2013, o Papa Emérito, depois de um breve período em Castelgandolfo vive no Mosteiro Mater Ecclesiae, nos jardins vaticanos cuidado por algumas Memores Domini, consagradas do movimento Comunhão e Libertação.

Este será o primeiro aniversário em que Ratzinger não terá ao seu lado - nem ouvirá a voz - de seu irmão Georg, que faleceu em 1º de julho de 2020 com a idade de 97 anos. Bento XVI, para despedir-se dele, empreendeu uma árdua viagem até Regensburg.

Certamente não faltarão pensamentos afetuosos do Papa Francisco no aniversário de Bento XVI. Ratzinger fez sua última declaração pública há duas semanas ao semanário católico alemão Die Tagepost, expressando sua gratidão pelo Ano de São José convocado pelo Papa Francisco e pela Carta Apostólica Patris corde.

Nossos parabéns e nossas orações ao Papa emérito.

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Papa à CNBB: promover a reconciliação do povo brasileiro

Solidariedade, caridade e unidade: estes são os conceitos apontados pelo Papa Francisco ao enviar uma videomensagem aos bispos que participam da 58a Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, pela primeira vez realizada de forma virtual.

No início da mensagem, o Pontífice não deixa de lado o bom humor, pedindo desculpa por falar em espanhol, bem sabendo que existe um idioma que brasileiros e argentinos dominam: o “portuñol”.

Assumindo logo um tom mais sério, o Papa afirma que, através dos bispos, se dirige a todo o povo brasileiro, “num momento em que este amado país enfrenta uma das provas mais difíceis da sua história”.

“Gostaria, em primeiro lugar, de expressar minha proximidade às centenas de milhares de famílias que choram a perda de um ente querido. Jovens e idosos, pais e mães, médicos e voluntários, ministros sagrados, ricos e pobres: a pandemia não excluiu ninguém no seu rastro de sofrimento. Penso em especial nos bispos que morreram vítimas da Covid.”

Francisco pede a Deus que conceda o descanso eterno aos mortos e consolação aos familiares, que muitas vezes nem puderam se despedir. “E este ir-se sem poder se despedir, ir-se na solidão mais despojada é uma das maiores dores de quem vai e de quem fica.”

Mas nossa fé em Cristo ressuscitado nos mostra que podemos superar este trágico momento e aqui se apresenta a importância da solidariedade, “a chorar com os que choram”. “E a caridade nos impulsiona como bispos a nos despojar. Não tenham medo de se despojar. Cada um sabe do quê.” A pandemia só será superada com a união e a CNBB deve ser una neste momento, “porque o povo que sofre é um”.

Igreja una, porque o povo é um

O Papa recorda sua “inesquecível” visita ao Brasil em 2013 e do que disse a respeito da história de Nossa Senhora AparecidaPor ter sido encontrada quebrada, poderia servir de símbolo da realidade brasileira: o que estava separado, recobra a unidade.

“E ser instrumento de reconciliação, ser instrumento de unidade: esta é a missão da Igreja no Brasil. Hoje mais do que nunca! E, para isto, é necessário deixar de lado as divisões e as desavenças. É necessário encontrarmo-nos no essencial. Com Cristo, por Cristo e em Cristo.”

Somente assim, prossegue o Papa, os bispos poderão inspirar os fiéis, outros cristãos e cidadãos, também em nível governamental, a trabalhar juntos para superar não só o coronavírus, mas também outro vírus: o vírus da indiferença, que nasce do egoísmo e gera injustiça social.

Francisco está consciente de que “o desafio é grande. Mas sabemos que o Senhor caminha conosco”. “Sempre Jesus! Aqui está nossa base, nossa força, nossa unidade.”

O Papa conclui pedindo ao Senhor ressuscitado que esta Assembleia Geral dê frutos de unidade e reconciliação a todo o povo brasileiro e à CNBB. “Unidade não é uniformidade”, recordou, mas harmonia.

“Imploro a Nossa Senhora Aparecida que ela, como Mãe, dê a todos os seus filhos a graça de ser custódios do bem e da vida dos demais e  promotores de fraternidade”, são as palavras finais de Francisco, concedendo sua bênção apostólica.

 

Fonte: VaticanNews

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Papa: uma política que ignora os pobres nunca pode promover o bem comum

Foi divulgada, nesta quinta-feira (15/04), a mensagem de vídeo do Papa Francisco aos participantes da Conferência Internacional “Uma política arraigada no povo”, em andamento, em Londres, na Inglaterra.

Promovida pelo Centro de Teologia e Comunidade em Londres, a iniciativa aborda os temas tratados no livro do Papa Francisco, Sonhemos Juntos, especialmente no que diz respeito aos movimentos populares e organizações que os apoiam.

Terra, teto e trabalho

Na videomensagem, Francisco sauda a Campanha Católica para o Desenvolvimento Humano que celebra 50 anos, ajudando as comunidades pobres nos Estados Unidos a fim de que possam viver com mais dignidade, promovendo sua participação nas decisões que as afetam.

Nesta dimensão trabalham também outras organizações aqui presentes, do Reino Unido, da Alemanha e outros países, cuja missão é acompanhar o povo na luta pela terra, teto e trabalho, os famosos três “T”, e permanecer ao seu lado quando se deparam com atitudes de oposição e desprezo. A pobreza e a exclusão do mercado de trabalho que resultam desta pandemia que estamos vivendo, tornam o seu trabalho e testemunho muito mais urgentes e necessários.

O Papa ressalta que “um dos objetivos do encontro é mostrar que a verdadeira resposta ao aumento do populismo não é mais individualismo, mas o contrário: uma política de fraternidade, arraigada na vida do povo. Em seu livro recente, o reverendo Angus Ritchie descreve essa política que vocês chamam de “populismo inclusivo”. Gosto de usar “popularismo” para expressar a mesma ideia. Mas o que importa não é o nome, mas a visão, que é a mesma: trata-se de encontrar mecanismos que garantam a todas as pessoas uma vida digna de ser chamada de humana, uma vida que seja capaz de cultivar a virtude e forjar novos vínculos”.

Política como serviço

Em Sonhemos Juntos, Francisco chama “esta política de “Política com letra maiúscula”, política como serviço, que abre novos caminhos para o povo se organizar e se expressar. É uma política não só para o povo, mas com o povo, arraigada em suas comunidades e em seus valores. Em vez disso, os populismos seguem como inspiração, consciente ou inconscientemente, outro lema: “Tudo para o povo, nada com o povo”, paternalismo político. Assim, na visão populista, o povo não é o protagonista de seu destino, mas acaba sendo devedor de uma ideologia”.

Quando o povo é descartado, fica privado não só do bem-estar material, mas também da dignidade de agir, de ser protagonista de sua história, de seu destino, de se expressar com seus valores e sua cultura, sua criatividade, sua fecundidade. Portanto, para a Igreja, é impossível separar a promoção da justiça social do reconhecimento dos valores e da cultura do povo, incluindo os valores espirituais que são a fonte de seu sentido de dignidade. Nas comunidades cristãs, estes valores nascem do encontro com Jesus Cristo, que incansavelmente busca quem está desanimado ou perdido, que vai até dos limites da existência, para ser o rosto e a presença de Deus, para ser “Deus conosco”.

“Muitos de vocês aqui reunidos trabalham há anos fazendo isso nas periferias e acompanhando os movimentos populares. Às vezes, pode ser incômodo. Alguns acusam vocês de serem muito políticos, outros de querer impor a religião. Mas vocês percebem que respeitar o povo é respeitar suas instituições, inclusive as religiosas; e que o papel dessas instituições não é impor nada, mas caminhar com o povo, lembrando-as a face de Deus que está sempre à nossa frente”, disse Francisco.

A Igreja nasceu na periferia da Cruz

Em Sonhemos Juntos, o Papa fala sobre o desejo de que todas as dioceses do mundo tenham uma colaboração forte com os movimentos populares. Sair ao encontro de Cristo ferido e ressuscitado nas comunidades mais pobres permite-nos recuperar o nosso vigor missionário, porque assim nasceu a Igreja, na periferia da Cruz“.

O Papa recorda que “uma política que ignora os pobres nunca pode promover o bem comum. Uma política que ignora as periferias nunca será capaz de entender o centro e confundirá o futuro com a projeção através de um espelho. Uma maneira de desconsiderar os pobres é desprezar sua cultura, seus valores espirituais e seus valores religiosos, descartando-os ou explorando-os para fins de poder. O desprezo pela cultura popular é o início do abuso de poder. O reconhecimento da importância da espiritualidade na vida do povo regenera a política. Por isso, é imprescindível que as comunidades de fé se encontrem, confraternizem e trabalhem “para e com o povo”. Com meu irmão, o Grão Imame Ahmad Al-Tayyeb, “assumimos” a cultura do diálogo como caminho, a colaboração comum como conduta e o conhecimento recíproco como método e critério. Sempre a serviço dos povos”.

“Queridos amigos, devemos construir um futuro partindo de baixo, a partir de uma política com o povo, arraigada no povo. Que sua conferência ajude a iluminar o caminho”, conclui.

 

Fonte: VaticanNews

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CNBB: bispos reunidos em assembleia divulgam mensagem ao povo brasileiro

No texto, os bispos afirmam que diante da atual situação pela qual passa o Brasil, sobretudo em tempos de pandemia, não podem se calar quando a vida é “ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada”. Os bispos asseguram que são pastores e que têm a missão de cuidar. “Nosso coração sofre com a restrita participação do Povo de Deus nos templos. Contudo, a sacralidade da vida humana exige de nós sensatez e responsabilidade”, dizem.

Na mensagem, os bispos reiteram que no atual momento precisam continuar a observar as medidas sanitárias que dizem respeito às celebrações presenciais. Reconhecem agradecidos que as famílias têm sido espaço privilegiado da vivência da fé e da solidariedade. “Elas têm encontrado nas iniciativas de nossas comunidades, através de subsídios e celebrações online, a possibilidade de vivenciarem intensamente a Igreja doméstica. Unidos na oração e no cuidado pela vida, superaremos esse momento”.

Os bispos afirmam que os três poderes da República têm, cada um na sua especificidade, a missão de conduzir o Brasil nos ditames da Constituição Federal, que preconiza a saúde como “direito de todos e dever do Estado” e que o momento exige competência e lucidez. “São inaceitáveis discursos e atitudes que negam a realidade da pandemia, desprezam as medidas sanitárias e ameaçam o Estado Democrático de Direito”, afirmam.

Fazem, ainda, um forte apelo à unidade das Igrejas, entidades, movimentos sociais e todas as pessoas de boa vontade, em torno do Pacto pela Vida e pelo Brasil: “Assumamos, com renovado compromisso, iniciativas concretas para a promoção da solidariedade e da partilha. A travessia rumo a um novo tempo é desafiadora, contudo, temos a oportunidade privilegiada de reconstrução da sociedade brasileira sobre os alicerces da justiça e da paz, trilhando o caminho da fraternidade e do diálogo. Como nos animou o Papa Francisco: “o anúncio Pascal é um anúncio que renova a esperança nos nossos corações: não podemos dar-nos por vencidos!”.

Confira o texto na íntegra:

MENSAGEM DA 58ª ASSEMBLEIA GERAL DA CNBB AO POVO BRASILEIRO

Esperamos novos céus e uma nova terra, onde habitará a justiça. (2Pd 3,13) 

Movidos pela esperança que brota do Evangelho, nós, Bispos do Brasil, reunidos, de modo online, na 58ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, de 12 a 16 de abril de 2021, neste grave momento, dirigimos nossa mensagem ao povo brasileiro.

Expressamos a nossa oração e a nossa solidariedade aos enfermos, às famílias que perderam seus entes queridos e a todos os que mais sofrem as consequências da Covid-19. Na certeza da Ressurreição, trazemos em nossas preces, particularmente, os falecidos. Ao mesmo tempo, manifestamos a nossa profunda gratidão aos profissionais de saúde e a todas as pessoas que têm doado a sua vida em favor dos doentes, prestado serviços essenciais e contribuído para enfrentar a pandemia.

O Brasil experimenta o aprofundamento de uma grave crise sanitária, econômica, ética, social e política, intensificada pela pandemia, que nos desafia, expondo a desigualdade estrutural enraizada na sociedade brasileira. Embora todos sofram com a pandemia, suas consequências são mais devastadoras na vida dos pobres e fragilizados.

Essa realidade de sofrimento deve encontrar eco no coração dos discípulos de Cristo[1]. Tudo o que promove ou ameaça a vida diz respeito à nossa missão de cristãos. Sempre que assumimos posicionamentos em questões sociais, econômicas e políticas, nós o fazemos por exigência do Evangelho. Não podemos nos calar quando a vida é ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada[2].

Louvamos o testemunho de nossas comunidades na incansável e anônima busca por amenizar as consequências da pandemia. Muitos irmãos e irmãs, bispos, padres, diáconos, religiosos, religiosas, cristãos leigos e leigas, movidos pelo autêntico espírito cristão, expõem suas vidas no socorro aos mais vulneráveis. Com o Papa Francisco, afirmamos que “são inseparáveis a oração a Deus e a solidariedade com os pobres e os enfermos”[3]. As iniciativas comunitárias de partilha e solidariedade devem ser sempre mais incentivadas. É Tempo de Cuidar!

Somos pastores e nossa missão é cuidar. Nosso coração sofre com a restrita participação do Povo de Deus nos templos. Contudo, a sacralidade da vida humana exige de nós sensatez e responsabilidade. Por isso, nesse momento, precisamos continuar a observar as medidas sanitárias que dizem respeito às celebrações presenciais. Reconhecemos agradecidos que nossas famílias têm sido espaço privilegiado da vivência da fé e da solidariedade. Elas têm encontrado nas iniciativas de nossas comunidades, através de subsídios e celebrações online, a possibilidade de vivenciarem intensamente a Igreja doméstica. Unidos na oração e no cuidado pela vida, superaremos esse momento.

Na sociedade civil, os três poderes da República têm, cada um na sua especificidade, a missão de conduzir o Brasil nos ditames da Constituição Federal, que preconiza a saúde como “direito de todos e dever do Estado”[4]. Isso exige competência e lucidez. São inaceitáveis discursos e atitudes que negam a realidade da pandemia, desprezam as medidas sanitárias e ameaçam o Estado Democrático de Direito. É necessária atenção à ciência, incentivar o uso de máscara, o distanciamento social e garantir a vacinação para todos, o mais breve possível. O auxílio emergencial, digno e pelo tempo que for necessário, é imprescindível para salvar vidas e dinamizar a economia[5], com especial atenção aos pobres e desempregados.

É preciso assegurar maiores investimentos em saúde pública e a devida assistência aos enfermos, preservando e fortalecendo o Sistema Único de Saúde – SUS. São inadmissíveis as tentativas sistemáticas de desmonte da estrutura de proteção social no país. Rejeitamos energicamente qualquer iniciativa que intente desobrigar os governantes da aplicação do mínimo constitucional do orçamento na saúde e na educação.

A educação, fragilizada há anos pela ausência de um eficiente projeto educativo nacional, sofre ainda mais no contexto da pandemia, com sérias consequências para o futuro do país. Além de eficazes políticas públicas de Estado, é fundamental o engajamento no Pacto Educativo Global, proposto pelo Papa Francisco[6].

Preocupa-nos também o grave problema das múltiplas formas de violência disseminada na sociedade, favorecida pelo fácil acesso às armas. A desinformação e o discurso de ódio, principalmente nas redes sociais, geram uma agressividade sem limites. Constatamos, com pesar, o uso da religião como instrumento de disputa política, justificando a violência e gerando confusão entres os fiéis e na sociedade.

Merece atenção constante o cuidado com a casa comum, submetida à lógica voraz da “exploração e degradação”[7]. É urgente compreender que um bioma preservado cumpre sua função produtiva de manutenção e geração da vida no planeta, respeitando-se o justo equilíbrio entre produção e preservação. A desertificação da terra nasce da desertificação do coração humano. Acreditamos que “a liberdade humana é capaz de limitar a técnica, orientá-la e colocá-la ao serviço de outro tipo de progresso, mais saudável, mais humano, mais social, mais integral”[8].

É cada vez mais necessário superar a desigualdade social no país. Para tanto, devemos promover a melhor política[9], que não se submete aos interesses econômicos, e seja pautada pela fraternidade e pela amizade social, que implica não só a aproximação entre grupos sociais distantes, mas também a busca de um renovado encontro com os setores mais pobres e vulneráveis[10].

Fazemos um forte apelo à unidade da sociedade civil, Igrejas, entidades, movimentos sociais e todas as pessoas de boa vontade, em torno do Pacto pela Vida e pelo Brasil. Assumamos, com renovado compromisso, iniciativas concretas para a promoção da solidariedade e da partilha. A travessia rumo a um novo tempo é desafiadora, contudo, temos a oportunidade privilegiada de reconstrução da sociedade brasileira sobre os alicerces da justiça e da paz, trilhando o caminho da fraternidade e do diálogo. Como nos animou o Papa Francisco: “o anúncio Pascal é um anúncio que renova a esperança nos nossos corações: não podemos dar-nos por vencidos!”[11]

Com a fé em Cristo Ressuscitado, fonte de nossa esperança, invocamos a benção de Deus sobre o povo brasileiro, pela intercessão de São José e de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

Brasília, 16 de abril de 2021.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte – MG
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler, OFM
Arcebispo de Porto Alegre – RS
1º Vice-Presidente  

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima – RR
2º Vice-Presidente

Dom Joel Portella Amado
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro – RJ
Secretário-Geral da CNBB

 

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Por que rezamos o Regina Coeli e não o Ângelus no tempo pascal?

A oração à Rainha do Céu teria sido composta no século XII

Durante o tempo pascal, a Igreja se une em alegria por meio da oração do Regina Coeli (pronuncia-se “Redgína Tchéli“, que quer dizer “Rainha do Céu”), junto à Mãe de Deus, pela Ressurreição de seu Filho Jesus Cristo, acontecimento que marca o maior mistério da fé católica.

A oração da antífona do Regina Coeli foi estabelecida pelo Papa Bento XIV em 1742 e substitui durante o tempo pascal, da celebração da ressurreição até o dia de Pentecostes, a oração do Ângelus cuja meditação central é o mistério da Encarnação.

Assim como o Ângelus, o Regina Coeli é rezado três vezes ao dia: ao amanhecer, ao meio dia e ao entardecer como uma forma de consagrar o dia a Deus e à Virgem Maria.

Não se conhece o autor desta composição litúrgica que remonta ao século XII e era repetido pelos Frades Menores Franciscanos depois das completas na primeira metade do século seguinte popularizando-a e difundindo-a por todo mundo cristão.

A oração:

V. Rainha do Céu, alegrai-vos, Aleluia!

R. Porque Aquele que merecestes trazer em Vosso ventre, Aleluia!

V. Ressuscitou como disse, Aleluia!

R. Rogai por nós a Deus, Aleluia!

V. Exultai e alegrai-vos, ó Virgem Maria, Aleluia!

R. Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente, Aleluia!

Oremos:

Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos suplicamos, que por sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio agora e sempre. Amém. (Três vezes).

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A ressurreição é ponto de partida, não de chegada!

 

Os sinos repicam ainda no nosso coração. Jesus Ressuscitou, Ele é a nossa Páscoa e a nossa alegria. Esta frase ecoa nos nossos ouvidos e na nossa mente vinda do anúncio da Vigília e do Domingo de Páscoa. Foi abundantemente repetida e cantada por todos nós nas celebrações pascais. Mas, o que significa esta alegria que vem da ressurreição de Cristo? E como se vive esta alegria?

A jornalista Lígia Silveira, da Agência Ecclesia, em Tempo de Quaresma, foi à procura de respostas, numa conversa com o padre Vasco Pinto de Magalhães. E dessa reflexão sobressai a frase: “a ressurreição é o ponto de partida não é o ponto de chegada”.

“Devia ser tão importante o percurso dos 40 dias depois do Domingo de Páscoa como os 40 dias para trás. Porque nós vivemos nesses 40 dias depois. Esse é que é o nosso paradigma. Porque o ponto de partida é a ressurreição” – sublinha.

“A ressurreição é o ponto de partida não é o ponto de chegada” – declara.

O padre Vasco Pinto de Magalhães recorda um livro que leu no seu inicio de noviciado na Companhia de Jesus que se chamava “A Quaresma da Alegria” e que apresentava uma proposta para os 40 dias depois da Páscoa.

O sacerdote jesuíta cita o Papa Francisco recordando que na fé “o que conta não é o momento, mas o processo”. “E a alegria é a força do processo” – afirma.

“O que conta não é o momento – diz o Papa – mas o processo. E o processo é este. E a alegria é a força do processo. Como são as palavras do anjo a Nossa Senhora, alegra-te – «Avé, Deus está contigo», alegra-te. Renasce, recomeça” – frisa.

O padre Vasco considera que é importante na vida da fé o caminho de preparação e de conversão, mas, por vezes, falta o mais importante que é a “experiência da ressurreição”.

“Penso muitas vezes nas catequeses que fazemos. Como se a catequese fosse o pecado, a conversão, o seguimento, mas depois falta a experiência da ressurreição. Temos a via purgativa, iluminativa, mas importante é a via unitiva, que é a da semana santa, que é a da comunhão. Semana santa é um chamamento a viver em comunhão com Cristo que se transforma, que dá a vida por nós, e diz agora faz o mesmo” – declara.

E fazer o mesmo que Jesus é dar a vida pelos outros, algo que vai “contra a corrente de um mundo instalado que não procura a paz” – diz o sacerdote jesuíta.

“Isto vai um bocadinho contra a corrente de um mundo instalado que não procura a paz, mas procura o bem-estar. Fala de justiça, mas está cada vez mais burguês. E, assim, é difícil vir com esta proposta do nascer de novo” – afirmou.

“A palavra alegria significa vontade de viver, ânimo” – define o padre Vasco clarificando que o seu verdadeiro significado não é contente nem divertido. “Uma alegria não superficial” como era “a vida interior de Jesus Cristo, confiadíssimo no amor do Pai”.

“Nós confundimos, muitas vezes, tristeza como se fosse o contrário da alegria. Ora a tristeza não é o contrário da alegria. O contrário da alegria é o pessimismo, é a desistência, é a negatividade é a depressão. A tristeza não, a tristeza é compatível com a alegria”. 

“A ressurreição é o ponto de partida não é o ponto de chegada” – é a frase que nos fica desta reflexão do padre Vasco Pinto de Magalhães e que nos pode ajudar a descobrir a ressurreição de Cristo na nossa vida.

Laudetur Iesus Christus

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Sonho do Beato Donizetti se tornará realidade em Santuário

O Santuário Nossa Senhora Aparecida de Tambaú é o segundo mais visitado do estado de São Paulo, com milagres atribuídos ao Beato Donizetti Tavares de Lima, sacerdote diocesano falecido há 60 anos.

Ele nasceu em Cássia-MG no dia 03 de janeiro de 1882. Seu pai Tristão, advogado, o guiou à música. Sua mãe, Francisca Cândida, professora, gravou nele o amor a Nossa Senhora Aparecida. Estudou em Franca, Sorocaba e em São Paulo, onde foi organista e professor de música. Com 21 anos buscou o sacerdócio e estudou filosofia no Seminário de São Paulo. Em Pouso Alegre-MG, terminou seus estudos e foi ordenado sacerdote em 12 de julho de 1908. Exerceu seu ofício em Campanha-MG, Jaguariúna-SP, Vargem Grande do Sul-SP e em Tambaú de 12 de junho de 1926 a 16 de junho de 1961, quando faleceu.

A chegada da imagem da Padroeira do Brasil

Padre Donizetti assumiu a Paróquia Santo Antônio, em Tambaú-SP, em 24 de maio de 1926. Logo que chegou, encomendou a réplica da imagem, vinda de Aparecida. A recepção aconteceu na Estação de Trem e foi conduzida em procissão até a Matriz. Chovia muito, e o fato testemunhado por todos é que ninguém se molhou.

A imagem da Mãe Aparecida sai intacta do incêndio

No dia 11 de outubro de 1929 aconteceu “o milagre”. Um curto circuito provocou incêndio na Matriz e a destruiu toda. Das 23 imagens presentes ali, restou intacta só a da Padroeira do Brasil. Padre Donizetti pegou-a no meio das cinzas, abraçou-a e a levou à casa paroquial, escrevendo no livro da paróquia:

“Atestamos que a 11 de outubro de 1929, às 8 horas, irrompeu, imprevistamente, pavoroso incêndio na Matriz Local, destruindo tudo. 22 imagens forma reduzidas a cinzas, restando, do edifício, apenas as paredes revestidas de reboco. Entretanto, ilesa, ficou a imagem de Nossa Senhora Aparecida, com o manto de seda, o que causou profunda impressão em todos. Será perpetuado o fato insólito em suntuosa igreja que será construída no centro da cidade, à rua Santo Antônio, para conservação da milagrosa imagem” (Assinado por inúmeras pessoas de todas as classes sociais. Tambaú, 07 de setembro de 1946. Vigário Padre Donizetti Tavares de Lima).

Tal fato, o Beato Donizetti registrou com muitas assinaturas, pois dizia a quem lhe perguntava:

“Daqui a 50 ou 60 anos ninguém vai saber do ocorrido. Assim, fica registrado.”

O Beato Donizetti quis “perpetuar o fato insólito com a conservação da milagrosa imagem em suntuosa igreja construída no centro da cidade, à rua Santo Antônio”. Em vida, não pôde realizar seu sonho por obediência às autoridades eclesiásticas. O Santuário só foi construído após sua morte, cuja pedra fundamental foi lançada no dia 1º. de novembro de 1961. Sua conclusão se deu no ano de 1966. Como o motivo da construção do Santuário, seria o de abrigar a imagem milagrosa, concluímos que aquele sonho ainda não se realizou totalmente. Agora chegou o momento esperado.

O sonho do Beato Donizetti vai se realizar

No dia 06 de março passado, recebi em mãos o pedido do Prefeito de Tambaú, Dr. Leonardo T. Spiga Real, do Reitor do Santuário, Pe. Paulo Sérgio de Souza, do Vigário, Pe. Agnaldo José dos Santos, e do Pároco Pe. Edward Gregório Júnior, da Paróquia Santo Antônio que abriga a imagem milagrosa, com a aceitação de seu conselho. A aprovação do pedido, por mim, foi imediata.

No dia 31 de março de 2021, em uma coletiva de imprensa realizada no Santuário de Tambaú, foi divulgada a data da entronização da imagem milagrosa. O sonho do Padre Donizetti de abrigá-la em seu Santuário, vai se completar no dia 16 de junho de 2021, sessenta anos após sua morte. Esta é a data do Jubileu de Diamante da Páscoa do Beato Donizetti. A cada ano, nesta data, acontece a tradicional “Marcha da Fé” que reúne dezenas de milhares de pessoas na cidade de Tambaú.

O manto branco da imagem milagrosa

É branco o manto de seda da imagem de Nossa Senhora Aparecida que o Beato Donizetti resgatou intacta no incêndio ocorrido no dia 11 de outubro de 1929 na Matriz Santo Antônio de Tambaú. Assim sendo, a cor branca do manto que cobre a imagem será conservada em sinal de respeito ao Beato que assim revestia a imagem de Nossa Senhora Aparecida, Mãe de Deus e nossa.

*Dom Vilar é Bispo Diocesano de São João da Boa Vista

Da redação, com Vatican News,
Com colaboração de Dom Antonio Emidio Vilar, SDB*

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58ª Assembleia Geral dos Bispos: edição será realizada virtualmente

De 12 a 16 de abril, a já tradicional Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, que se encontra em sua 58ª edição, será realizada virtualmente. O encontro do episcopado brasileiro é organizado, desde 2011, no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeira em Aparecida (SP).

Para levar adiante esta edição, mesmo com a pandemia, os bispos brasileiros organizaram-se para que o evento pudesse ser posto em prática à distância. “Em novembro do ano passado, reunimos quase 200 bispos numa manhã de reflexão e oração. Adequação das plataformas para reuniões virtuais. As que tínhamos não suportavam tanto tempo e tanta gente. Essas têm sido as duas ações mais importantes”, explica o secretário-geral da CNBB, Dom Joel Portella.

Mensagem de esperança

Diante das mudanças que a pandemia trouxe, esta Assembleia será uma oportunidade para reforçar uma mensagem de esperança junto aos fiéis e a todos os brasileiros.

“A mensagem de esperança tem sido transmitida desde o início”, reforça Dom Joel. “Há um conjunto de manifestações escritas e também de atitudes, seja em nível nacional, seja em nível local. Esperança é tudo que os brasileiros necessitam nesse momento de cansaço, desânimo e, pior ainda, desistência em face das regras de proteção sanitária. Há muita morte. Há impossibilidade de luto. Tudo isso clama por esperança”, pondera.

Presença de todos os bispos

Atualmente, Igreja Católica no Brasil conta com 278 circunscrições eclesiásticas, totalizando 475 bispos, dos quais 309 exercem alguma missão e função de governo, além dos 166 bispos eméritos.

Toda esta força religiosa se fará presente nesta 58ª Assembleia Geral — mesmo os bispos eméritos, que mesmo não tendo direito a voto direto, terão sua presença garantida. “O fato de os bispos eméritos possuírem voz, porém não voto, é uma realidade estatutária. Não depende de outra condição”, explica Dom Joel. “Também para a 58ª assembleia, realizada em formato virtual, eles foram convidados, pois para eles não há convocação. Serão bem-vindos e ouvidos sempre que desejarem se manifestar sobre os assuntos tratados. A Comissão para os Bispos Eméritos terá uma fala, como sempre teve nas assembleias em formato fisicamente presencial”, reitera.

Tema central

“Casas da Palavra — Animação bíblica da vida e da pastoral nas comunidades eclesiais missionárias” é o tema em que os bispos se apoiarão nesta 58ª Assembleia Geral.

Os bispos, porém, ainda aprofundarão outros 30 assuntos, tais como o Ano Vocacional previsto para 2023; os anos temáticos de São José e Família Amoris Laetitia, convocados pelo Papa Francisco; o Colégio Pio Brasileiro, as Comissões, organismos e Regionais entre outros temas.

O futuro da Assembleia

Em caráter excepcional, como revelado no início deste texto, os bispos optaram por realizar esta edição da Assembleia em caráter virtual. Questionado sobre utilizar o mesmo expediente em edições futuras, Dom Joel afirma: é cedo para pensar nisso.

“Temos a clara certeza de que, se ainda estivermos sob o peso da pandemia, a 59ª Assembleia Geral poderá ser virtual. O formato não é mais problema para a CNBB nem para as outras instâncias da vida. Aprendemos a lição, ainda que sob dores muito fortes”, afirma o secretário-geral da CNBB.

A possibilidade, porém, de colocar-se em prática a próxima reunião do episcopado brasileiro nos mesmos moldes que a atual não está descartada. “A 58ª Assembleia será um grande teste, um desafio para todo o episcopado brasileiro. Uma vez encerrada, analisaremos com cuidado a questão virtual, discernindo o que poderá ser feito”, finaliza Dom Joel.

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Amoris laetitia é uma carta de amor do Papa às famílias, afirma padre

Amoris laetitia é uma carta de amor do Papa às famílias. A afirmação é do Secretário do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, padre Alexandre Awi Mello.

O sacerdote brasileiro descreve a exortação do Pontífice como um texto com “muita riqueza prática”.

Em entrevista ao Vatican News, padre Alexandre falou da importância de se abrir a esse documento do Pontífice. A Amoris laetitia acaba de completar 5 anos de publicação.

Orientação para a vida familiar

Segundo o presbítero, a exortação ajuda a preencher a lacuna de muitas pessoas que têm “necessidade de orientação em relação à vida familiar”.

Padre Alexandre explicou o porquê de o Papa inclusive convocar um período especial chamado Ano “Família Amoris laetitia”.

“Sem dúvida é revitalizar; resgatar; até diria assim, para alguns, tirar da gaveta; outros que nem sabiam que existia a exortação; entrar em contato com essa carta de amor do Papa às famílias”.

A carta de amor traz ações práticas

A exortação, como o próprio Ano especial, tem o objetivo de colocar a família no centro da atenção pastoral da Igreja, fazendo dela protagonista.

Por isso, Amoris laetitia procura ir direto ao ponto, observou padre Alexandre. Ela propõe ações práticas para serem vividas dentro do lar.

O sacerdote brasileiro recorda o pedido de Francisco para que as famílias cultivem sempre as três “palavrinhas mágicas”: obrigado, desculpa e dá licença.

“São palavras muito práticas que se no dia a dia a gente usa, a gente consegue viver melhor”.

O Santo Padre também faz uma série de outras recomendações, recordou o presbítero. Elas são práticas e são sobre como cultivar o amor, se manter sempre enamorados, de como enfrentar o sofrimento, as dificuldades.

Livro de cabeceira

“O Papa diz claramente no início da exortação: não é um texto para ser lido, assim, corrido; é para ser lido pausadamente, com calma, meditando”, constatou padre Alexandre.

Para o sacerdote, a exortação é aquele livro de cabeceira que cada dia a gente pode se perguntar: “mas hoje será que eu vivi algo disso?”.

Aprofundamento

Junto à reflexão da exortação, o próprio Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida tem oferecido subsídios de aprofundamento da Amoris laetitia.

Esses subsídios são para ajudar diretamente as famílias a enfrentar as alegrias e as dificuldades do dia a dia.

“Não ficar esperando que o pároco, que o bispo, que o dicastério, façam as coisas. Mas é justamente que as famílias se sintam protagonistas, sintam que está nas mãos delas”, comentou.

Segundo o presbítero, é tempo de arregaçar as mangas e não ficar parado, perdido com a pandemia, que ninguém sabe como é que vai terminar e quando vai terminar.

Respeitando todas as regras de distanciamento, padre incentiva reuniões pelos meios de comunicação, vídeos e muita criatividade.

“Todos nós estamos nos reinventando nesse tempo e que seja um tempo justamente de reinventar a beleza e alegria do amor familiar”.

Encontro Mundial das Famílias de 2022 em Roma

Todas as iniciativas do Ano Especial vão culminar no Encontro Mundial das Famílias marcado para o próximo ano, em Roma.

O padre brasileiro afirma que a ocasião é perfeita para celebrar essa “beleza da vocação e da santidade da vida familiar”.

“Não sei se você já parou para pensar que existem Santos, esposos: marido e mulher que foram canonizados. Já existem muitos Beatos, muitos casais de esposos Beatos. Esse também é um tema que a gente gostaria de propor, ver que é possível ser Santo como casal.”

Além da santidade da vida familiar, os jovens também são tema de reflexão. O incentivo é para que busquem o diálogo intergeracional com os idosos e se motivem para a vocação matrimonial.

“Talvez falte esse momento para os jovens: ‘você já pensou que bonito que é casar?’. Mas a gente brinca entre nós no Brasil: ‘Ah, não, Deus me livre’. O próprio Papa brinca: ‘vocês são corajosos’.  Eu que trabalhei sempre com a juventude se brincava: ‘olha, vão te colocar a coleira’. Então, como se o casamento não fosse algo lindo, mas é uma vocação, é um chamado”.

O sacerdote observa que o casamento é para os que têm vocação matrimonial, porque Deus os chamou a essa vocação. É uma missão dada por Deus e por isso Ele se faz presente através dos sacramentos de uma maneira que cela esse amor.

“Então, é um Ano para resgatar tudo isso. Esperamos realmente que no próximo ano, em junho, nós possamos celebrar esse X Encontro Mundial das Famílias junto com o Papa, aqui em Roma, como uma combinação de toda essa reflexão sobre a vocação e a santidade matrimonial.”

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Jesus vence o mal e nos liberta do maligno, diz Papa na Missa do Crisma

O Pontífice presidiu a Missa do Crisma com os sacerdotes de Roma na Basílica de São Pedro. A celebração é conhecida tradicionalmente pela renovação das promessas sacerdotais e a bênção dos santos óleos.

Homilia

O Evangelho de hoje apresenta uma mudança de sentimentos das pessoas que escutavam Jesus. A mudança dramática, de acordo com o Santo Padre, reafirma o quão ligadas estão a perseguição e a cruz no anúncio do Evangelho.

Filho de José?

Francisco constata que a admiração do povo de Nazaré por Jesus durou pouco. Segundo o Papa, uma frase que alguém murmurou baixo – “Não é este o filho de José?” – viralizou entre os nazarenos.

Ela trata-se de uma daquelas frases ambíguas que se diz por dizer, comenta. “Uma pessoa pode usá-la para exprimir alegria – Que maravilha ver alguém de origem humilde que fala com autoridade. Ou pode ser usada com desdém – De onde ele veio? Quem ele pensa ser?”.

O Pontífice observa que a frase se repete enquanto os apóstolos, cheios do Espírito Santo, no dia de Pentecostes, começam a pregar o Evangelho. Alguém diz: “Esses que estão a falar, não são todos galileus?”.

Enquanto uns acolheram a Palavra, Francisco destaca que outros os consideravam bêbados.

Frase que persegue Jesus

Essas frases, segundo o Santo Padre, assemelham-se a germes que se espalham. Elas viraram-se contra Jesus. “É uma frase motivadora, como quando se diz: ‘Isso é demais!’. É uma frase que agride o outro ou deixa-o e vá-se embora”, frisou

O Senhor, que as vezes ficava calado, desmascarava a forma maligna que aparentava ser uma bisbilhotice de aldeia.

Tudo que falaram em Carfanaun, o Papa comenta que foi falado em Nazaré: “Cura-te a ti mesmo!”. Essa mesma frase acompanha Jesus até a cruz, ressalta Francisco: “Salvou os outros, salva-se a si mesmo”. O Pontífice recorda também o pedido dos ladrões: “Salve a nós também”.

Jesus, segundo o Papa, não dialoga com o espírito maligno. Responde apenas com a Sagrada Escritura.

Jesus: causa de contradição

Nem mesmo os profetas Elias e Eliseu foram aceitos por seus compatriotas, mas por uma viúva e um leproso, recorda o Santo Padre. “Dois estrangeiros, duas pessoas de outras religiões”.

O Pontífice lembra então da afirmação de Simeão. “Jesus seria causa de contradição”. A palavra de Cristo, frisa o Papa, tem o poder de trazer à luz aquilo que uma pessoa guarda no coração. Sendo habitualmente uma mistura de coisas como o trigo e o joio. “Isto provoca luta espiritual”.

Os gestos de misericórdia, as bem-aventuranças e a frase de Jesus, “ai de vós”, exigem dos ouvintes escolhas.

Segundo o Santo Padre, neste caso do Evangelho, a palavra de Cristo não foi acolhida. A multidão ficou enfurecida e tentou tirar-lhe a vida. “Ainda não era a hora e Jesus, passando no meio deles, seguiu o seu caminho”, ressalta.

Cruz e perseguição

“Não era a hora, mas a rapidez com que desencadeou a fúria e a brutalidade do encarniçamento, capaz de matar o Senhor naquele momento, mostra-nos que é sempre a hora”, aponta Francisco.

Aos sacerdotes, o Papa revela que “andam juntas a hora do anúncio jubiloso e a hora da perseguição e da cruz”.

“A proclamação do Evangelho está sempre ligada ao abraço de uma cruz concreta. A luz suave da Palavra gera clareza nos corações bem-dispostos, e confusão e rejeição naqueles que o não estão. Vemos isso constantemente no Evangelho.”

Jesus abraçou a cruz

Ao contemplar a cruz precoce de Jesus, ou seja, a incompreensão, rejeição e perseguição, Francisco conta que fez duas reflexões.

A primeira é que a cruz, na vida Jesus, existia antes de seu nascimento. “Já estava presente no primeiro turbamento de Maria ao ouvir o anúncio do Anjo. Está presente nas insônias de José, sentindo-se obrigado a abandonar a sua esposa prometida. Está presente na perseguição de Herodes e nas agruras sofridas pela Sagrada Família, iguais às de tantas famílias que têm de exilar-se da sua pátria”.

Esta realidade abre ao mistério da cruz experimentada antes, destaca o Papa. Faz compreender que a cruz não é um fato indutivo, ocasional produzido por uma conjuntura na vida do Senhor.

Os crucificadores da história, observa o Pontífice, fazem aparecer a cruz como um dano colateral, mas não é assim: a cruz não depende das circunstâncias.

“Por que o Senhor abraçou a cruz em toda a sua integridade? Por que Jesus abraçou a paixão inteira: abraçou a traição e o abandono dos seus amigos já desde a Última Ceia, aceitou a prisão ilegal, o julgamento sumário, a sentença desproporcionada, a malvadez sem motivo das bofetadas e cuspidelas?”, questiona.

Para o Santo Padre, se as circunstâncias determinassem o poder salvífico da cruz, o Senhor não teria abraçado tudo. Mas quando chegou a sua hora, Francisco afirma que Jesus abraçou a cruz inteira. Porque a cruz não tolera ambiguidade; com a cruz, não se regateia, disse ele.

Triunfo de Deus

A segunda reflexão apresentada pelo Papa aos sacerdotes destaca que a cruz é parte integrante da condição humana, mas contém algo que não é inerente à fragilidade. “É a mordida da serpente que, vendo o Crucificado indefeso, morde-O e tenta envenenar e desacreditar toda a sua obra”.

“Mordida que procura escandalizar, imobilizar e tornar estéril e insignificante todo o serviço e sacrifício de amor pelos outros. É o veneno do maligno que continua a insistir: salva-te a ti mesmo. Nesta mordida, cruel e dolorosa, que pretende ser mortal, aparece finalmente o triunfo de Deus”, assegura o Pontífice.

Abraçar a cruz

No anúncio do Evangelho, há cruz; mas é uma cruz que salva, frisa o Santo Padre. A cruz é pacificada com o Sangue de Jesus, ela tem a força da vitória de Cristo que vence o mal e liberta do maligno.

“Abraçá-la com Jesus e como Ele permite-nos discernir e repelir o veneno do escândalo com que o demônio procurará envenenar-nos quando chegar inesperadamente uma cruz na nossa vida”, exorta o Papa.

Francisco concluiu sua homilia, partilhando uma lembrança de momento muito escuro de sua vida. “Eu pedia ao Senhor a graça de me libertar daquela situação dura e difícil”.

O Santo Padre conta que ao confessar uma irmã muito idosa, sentiu vontade de pedir a ela que rezasse por ele. O Pontífice conta que precisava alcançar uma graça e acreditava que se fosse a religiosa a pedi-la, com certeza o Senhor a daria.

Depois de rezar, a Irmã disse-lhe: “Certamente, o Senhor lhe concederá a graça, mas não se engane: ele a dará segundo o seu modo divino”.

“Isto fez-me muito bem: ouvir que o Senhor nos dá sempre o que lhe pedimos, mas o faz à sua maneira divina. Esta maneira envolve a cruz. Não por masoquismo, mas por amor, por amor até o fim”, finalizou.

Fonte:Papa Francisco durante Missa do Crisma desta Quinta-feira Santa, 1° /Foto: Andrew Medichini/Pool via REUTERS

Fonte foto: Papa Francisco durante Missa do Crisma desta Quinta-feira Santa, 1° /Foto: Andrew Medichini/Pool via REUTERS

 

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Mensagem de Páscoa - Padre Gilmar

Mensagem de Páscoa

                        Páscoa é o mistério central da fé cristã, que celebra o acontecimento da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Ao assumir a condição humana, Deus rompe o limite do tempo e do espaço, conduzindo toda humanidade à eternidade. Uma das grandes novidades que a mensagem de Jesus deseja imprimir em nossa alma é a liberdade interior. A libertação de tudo o que nos impede de viver em plenitude. Jesus tem o poder de fazer novas todas as coisas, mas Ele só vai agir em nossa alma se estivermos dispostos a nos desapegar das coisas que guardamos ao longo de nossa vida, como certos rancores, mágoas, desejo de vingança, etc.

                        Não basta afirmar que o Cristo ressuscitou, é necessário sentir a sua presença em nosso meio e deixar-se transformar por Ele.  A celebração pascal é a grande oportunidade de deixarmos Jesus ser Deus e deixarmos que Ele atue livremente em nosso ser. A presença do Ressuscitado transforma a existência de quem o encontra. No entanto, encontra-lo e sentir a sua presença foi um desafio para os primeiros cristãos, e continua sendo ainda hoje.

                        A ressurreição de Cristo nos ensina a manter nossos corações ao alto. Somos tomados de alegria e gratidão diante de tão grande dom. Nós somos beneficiados por essa imensa graça e somos filhos de Deus pelo nosso batismo, acolhidos e perdoados. Somos ungidos para vivermos em Cristo e portadores dessa alegria da ressurreição como o sentido último de nossas vidas e de tudo o que fazemos.

                        À todos, minha oração e comunhão, na certeza de que Cristo reconstruirá os nossos corações enlutados por tantas dores e mortes causados pela pandemia e nos erguerá com o poder salvador de sua ressurreição.

Padre Gilmar Antônio Fernandes Margotto

Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga

Abril 2021

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Participe das celebrações do Tríduo Pascal

Pelo segundo ano consecutivo, as celebrações do Tríduo Pascal em Votuporanga serão realizadas sem a presença de fiéis. A medida foi tomada por conta do avanço do contágio do coronavírus (covid-19) e as recomendações do isolamento social pelas autoridades da saúde. Assim como em 2020, todas as celebrações serão transmitidas ao vivo pelos meios comunicação existentes em cada paróquia, com adequada divulgação aos fiéis para participarem em seus lares e manterem-se unidos a sua igreja paroquial. 

Cada paróquia terá sua programação específica. Veja abaixo os horários das celebrações na Catedral Nossa Senhora Aparecida:

• 01/04 – Quinta-Feira Santa – Missa da Ceia do Senhor às 18h30 transmitida pelo facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)
• 02/04 – Sexta-Feira Santa – Celebração da Cruz às 15h transmitida pelo facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)
• 03/04 – Sábado Santo – Vigília Pascal às 18h30 transmitida pelo facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)
• 04/04 - Domingo de Páscoa – Missa da Ressurreição do Senhor às 7h30 transmitida pela TV Unifev, Radio 87,9 FM e facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)

Na Quinta-feira Santa, a Igreja faz memória aos três gestos de Jesus durante a Última Ceia: a Instituição da Eucaristia, o exemplo do Lava-pés, com a instituição do mandamento novo, e a instituição do sacerdócio. Devido a pandemia, será omitido o rito do Lava-pés que já é facultativo.
Na Sexta-feira Santa ou da Paixão, a Igreja contempla o mistério do Crucificado, com a veneração da santa cruz.  É celebrada a Solene Ação Litúrgica, Paixão e a Adoração da Cruz. A recordação da morte de Jesus consiste em quatro momentos: A Liturgia da Palavra, Oração Universal, Adoração da Cruz e Rito da Comunhão
No Sábado Santo, a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando Sua Paixão e Morte, Sua descida à mansão dos mortos, esperando, na oração e no jejum, Sua Ressurreição. No sábado à noite, a Igreja celebra a Solene Vigília Pascal, a mãe de todas as vigílias, como disse Santo Agostinho, que se inicia com a Bênção do Fogo Novo e também do Círio Pascal; proclama-se a Páscoa através do canto do Exultet e faz-se a leitura de 8 passagens da Bíblia (4 leituras e 4 salmos) percorrendo-se toda história da salvação, desde Adão até o relato dos primeiros cristãos. Entoa-se o Glória e o Aleluia, que foram omitidos durante todo o período quaresmal. A celebração se encerra com a Liturgia Eucarística, o ápice de todas as missas.
No Domingo de Páscoa, a Igreja celebra a Ressurreição do Senhor, a vitória da vida sobre a morte. Do hebreu "Peseach", Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade.

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Católicos celebrarão Semana Santa pelos Meios de Comunicação

Pelo segundo ano consecutivo, as celebrações da Semana Santa em Votuporanga serão realizadas sem a presença de fiéis. A medida foi tomada por conta do avanço do contágio do coronavírus (covid-19) e as recomendações do isolamento social pelas autoridades da saúde. Assim como em 2020, todas as celebrações serão transmitidas ao vivo pelos meios comunicação existentes em cada paróquia, com adequada divulgação aos fiéis para participarem em seus lares e manterem-se unidos a sua igreja paroquial. 

 

A Semana Santa inicia-se neste domingo, 28, com as celebrações do Domingo de Ramos e encerra-se no Domingo de Páscoa, 04 de abril, com as Missas da Ressurreição do Senhor. Ainda na Semana Santa a Igreja celebra a Missa da Ceia do Senhor na Quinta-feira Santa, Celebração da Cruz na Sexta-feira Santa e a Vigília Pascal no Sábado Santo. Neste ano, a Missa dos Santos Óleos que tradicionalmente é celebrada na Terça-feira Santa será remarcada para uma outra oportunidade.


Cada paróquia terá sua programação específica. Veja abaixo os horários das celebrações na Catedral Nossa Senhora Aparecida:


• 28/03 - Domingo de Ramos – Missa e Benção dos Ramos às 7h30 transmitida pela TV Unifev, Radio 87,9 FM e facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)
• 01/04 – Quinta-Feira Santa – Missa da Ceia do Senhor às 18h30 transmitida pelo facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)
• 02/04 – Sexta-Feira Santa – Celebração da Cruz às 15h transmitida pelo facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)
• 03/04 – Sábado Santo – Vigília Pascal às 18h30 transmitida pelo facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)
• 04/04 - Domingo de Páscoa – Missa da Ressurreição do Senhor às 7h30 transmitida pela TV Unifev, Radio 87,9 FM e facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)

Conheça um pouco do significado das celebrações da Semana Santa:
A Semana Santa se inicia no Domingo de Ramos, 28, com o rito da benção dos ramos, “visto que eles serão também usados para a celebração de cinzas no próximo ano”, porém não será realizada a tradicional procissão.
A Missa dos Santos Óleos que tradicionalmente ocorre na Terça-feira Santa com a presença dos padres e fieis da diocese será agendada para uma nova data.
Na Quinta-feira Santa, a Igreja faz memória aos três gestos de Jesus durante a Última Ceia: a Instituição da Eucaristia, o exemplo do Lava-pés, com a instituição do mandamento novo, e a instituição do sacerdócio. Devido a pandemia, será omitido o rito do Lava-pés que já é facultativo.
Na Sexta-feira Santa ou da Paixão, a Igreja contempla o mistério do Crucificado, com a veneração da santa cruz.  É celebrada a Solene Ação Litúrgica, Paixão e a Adoração da Cruz. A recordação da morte de Jesus consiste em quatro momentos: A Liturgia da Palavra, Oração Universal, Adoração da Cruz e Rito da Comunhão
No Sábado Santo, a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando Sua Paixão e Morte, Sua descida à mansão dos mortos, esperando, na oração e no jejum, Sua Ressurreição. No sábado à noite, a Igreja celebra a Solene Vigília Pascal, a mãe de todas as vigílias, como disse Santo Agostinho, que se inicia com a Bênção do Fogo Novo e também do Círio Pascal; proclama-se a Páscoa através do canto do Exultet e faz-se a leitura de 8 passagens da Bíblia (4 leituras e 4 salmos) percorrendo-se toda história da salvação, desde Adão até o relato dos primeiros cristãos. Entoa-se o Glória e o Aleluia, que foram omitidos durante todo o período quaresmal. A celebração se encerra com a Liturgia Eucarística, o ápice de todas as missas.
No Domingo de Páscoa, a Igreja celebra a Ressurreição do Senhor, a vitória da vida sobre a morte. Do hebreu "Peseach", Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade.

 

 

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Católicos celebrarão Semana Santa pelos Meios de Comunicação

Pelo segundo ano consecutivo, as celebrações da Semana Santa em Votuporanga serão realizadas sem a presença de fiéis. A medida foi tomada por conta do avanço do contágio do coronavírus (covid-19) e as recomendações do isolamento social pelas autoridades da saúde. Assim como em 2020, todas as celebrações serão transmitidas ao vivo pelos meios comunicação existentes em cada paróquia, com adequada divulgação aos fiéis para participarem em seus lares e manterem-se unidos a sua igreja paroquial. 

 

A Semana Santa inicia-se neste domingo, 28, com as celebrações do Domingo de Ramos e encerra-se no Domingo de Páscoa, 04 de abril, com as Missas da Ressurreição do Senhor. Ainda na Semana Santa a Igreja celebra a Missa da Ceia do Senhor na Quinta-feira Santa, Celebração da Cruz na Sexta-feira Santa e a Vigília Pascal no Sábado Santo. Neste ano, a Missa dos Santos Óleos que tradicionalmente é celebrada na Terça-feira Santa será remarcada para uma outra oportunidade.


Cada paróquia terá sua programação específica. Veja abaixo os horários das celebrações na Catedral Nossa Senhora Aparecida:


• 28/03 - Domingo de Ramos – Missa e Benção dos Ramos às 7h30 transmitida pela TV Unifev, Radio 87,9 FM e facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)
• 01/04 – Quinta-Feira Santa – Missa da Ceia do Senhor às 18h30 transmitida pelo facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)
• 02/04 – Sexta-Feira Santa – Celebração da Cruz às 15h transmitida pelo facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)
• 03/04 – Sábado Santo – Vigília Pascal às 18h30 transmitida pelo facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)
• 04/04 - Domingo de Páscoa – Missa da Ressurreição do Senhor às 7h30 transmitida pela TV Unifev, Radio 87,9 FM e facebook da paróquia (@catedraldevotuporanga)

Conheça um pouco do significado das celebrações da Semana Santa:
A Semana Santa se inicia no Domingo de Ramos, 28, com o rito da benção dos ramos, “visto que eles serão também usados para a celebração de cinzas no próximo ano”, porém não será realizada a tradicional procissão.
A Missa dos Santos Óleos que tradicionalmente ocorre na Terça-feira Santa com a presença dos padres e fieis da diocese será agendada para uma nova data.
Na Quinta-feira Santa, a Igreja faz memória aos três gestos de Jesus durante a Última Ceia: a Instituição da Eucaristia, o exemplo do Lava-pés, com a instituição do mandamento novo, e a instituição do sacerdócio. Devido a pandemia, será omitido o rito do Lava-pés que já é facultativo.
Na Sexta-feira Santa ou da Paixão, a Igreja contempla o mistério do Crucificado, com a veneração da santa cruz.  É celebrada a Solene Ação Litúrgica, Paixão e a Adoração da Cruz. A recordação da morte de Jesus consiste em quatro momentos: A Liturgia da Palavra, Oração Universal, Adoração da Cruz e Rito da Comunhão
No Sábado Santo, a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando Sua Paixão e Morte, Sua descida à mansão dos mortos, esperando, na oração e no jejum, Sua Ressurreição. No sábado à noite, a Igreja celebra a Solene Vigília Pascal, a mãe de todas as vigílias, como disse Santo Agostinho, que se inicia com a Bênção do Fogo Novo e também do Círio Pascal; proclama-se a Páscoa através do canto do Exultet e faz-se a leitura de 8 passagens da Bíblia (4 leituras e 4 salmos) percorrendo-se toda história da salvação, desde Adão até o relato dos primeiros cristãos. Entoa-se o Glória e o Aleluia, que foram omitidos durante todo o período quaresmal. A celebração se encerra com a Liturgia Eucarística, o ápice de todas as missas.
No Domingo de Páscoa, a Igreja celebra a Ressurreição do Senhor, a vitória da vida sobre a morte. Do hebreu "Peseach", Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade.

 

 

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Missas da Catedral são transmitidas pela internet, TV UNIFEV e rádio 87,9 FM

Com a determinação do decreto estadual, em decorrência da fase emergencial do Plano São Paulo de Flexibilização, desde a segunda-feira (15) estão suspensas as missas presenciais. Em Votuporanga, a Catedral Nossa Senhora Aparecida seguirá com as celebrações transmitidas ao vivo pelo facebook da paróquia, pela rádio 87,9 FM, além da TV Unifev. Pelo www.facebook.com/catedraldevotuporanga, os fiéis podem acompanhar a missa de quarta-feira, às 15 horas, que também é transmitida pela rádio 87,9 FM. Já no domingo, às 7h30, além do facebook, os católicos podem assistir na TV Unifev a missa presidida pelo bispo diocesano Dom Moacir Aparecido de Freitas ou ouvir na rádio 87,9 FM.

Ainda pela internet, os católicos têm acesso a Palavra do Dia e a reflexão feita pelo padre Gilmar Margotto. O conteúdo é compartilhado no youtube da paróquia. Outro canal de comunicação é a rádio Clube FM, que também transmite a homilia diária em sua programação. 

“Em nenhum momento paramos com a evangelização, pois precisamos estar sempre conectados com Deus. Seja presencial ou on-line, a nossa fé deve ser abastecida cotidianamente e nos fortalecer para vencer os desafios da vida”, destacou o padre Gilmar Margotto. Acompanhe as novidades da Catedral Nossa Senhora Aparecida pelo www.facebook.com/catedraldevotuporanga ou pelo instagram @catedral- devotuporanga e pelo site www.nossasenhoravotuporanga.com.br.

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Ano de São José e Ano da Família

Na Solenidade de São José e no Ano dedicado ao Patrono da Igreja Universal, tem início o Ano da Família Amoris laetitia, 5 anos após a publicação da Exortação pós-sinodal. Dois aniversários importantes que se cruzam com uma surpreendente continuidade.

São José e a família. Um vínculo de ternura que vem imediatamente à mente como a mais natural das associações. "Um homem justo e sábio", definiu-o o Papa Francisco na audiência de quarta-feira; um Pai amado, acolhedor e na penumbra, um Pai da coragem criativa, lemos em Patris corde, a Carta apostólica com a qual o Pontífice proclamou o Ano de São José no dia 8 de dezembro de 2020. Um ano que se sobrepõe ao da Família que começa nesta sexta-feira, na solenidade do esposo de Maria, e 5 anos após a publicação de Amoris laetitia.

Francisco - outra importante associação - assinou a Exortação Apostólica precisamente em 19 de março de 2016, em meio ao Jubileu da Misericórdia e sob a proteção de São José. Na conclusão de Amoris laetitia, os muitos fios desta tela, tecida de amor pela Igreja e seus filhos, são entrelaçados.

Oração à Sagrada Família

Jesus, Maria e José, em vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor, a vós, confiantes nos entregamos. Sagrada Família de Nazaré, tornai também a nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, escolas autênticas do Evangelho e pequenas Igrejas domésticas. Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja episódios de violência, fechamento e divisão nas famílias; que qualquer um que tenha sido ferido ou escandalizado seja prontamente confortado e curado. Sagrada Família de Nazaré, conscientizai a todos do caráter sagrado e inviolável da família, de sua beleza no plano de Deus. Sagrada Família de Nazaré, fazei com que todos nós tomemos consciência do caráter sagrado e inviolável da família, de sua beleza no plano de Deus.

O Ano da Família Amoris Laetitia

É na Festa da Sagrada Família, 27 de dezembro de 2020, que o Papa Francisco no Angelus anuncia o Ano dedicado à Família Amoris laetitia. O início é 19 de março de 2021, cinco anos após a publicação da Exortação Apostólica; a conclusão está marcada para 26 de junho de 2022, por ocasião do décimo Encontro Mundial das Famílias em Roma. "Um ano - ele explica ao anunciar o Ano - de reflexão, uma oportunidade para aprofundar os conteúdos do documento". Coordenando as iniciativas pastorais, espirituais e culturais está o Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida que, em seu site em 5 idiomas, www.amorislaetitia.va, disponibilizou subsídios e anunciou conferências e estudos aprofundados sobre o documento pontifício. É o próprio Papa que esclarece, no texto no número 5, a importância de Amoris laetitia:

“Esta Exortação adquire um significado especial no contexto deste Ano Jubilar da Misericórdia. Primeiro, porque a entendo como uma proposta para as famílias cristãs, encorajando-as a apreciar os dons do matrimônio e da família, e a manter um amor forte e cheio de valores como a generosidade, o compromisso, a fidelidade e a paciência. Em segundo lugar, porque se propõe a encorajar a todos a serem sinais de misericórdia e proximidade onde a vida familiar não é perfeitamente realizada ou não se desenvolve em paz e alegria".

A família de Nazaré, estrela polar

Francisco olha para o "ícone da família de Nazaré, com sua vida cotidiana feita de dificuldades e até pesadelos", como a violência de Herodes, que ainda hoje se renova na pele de tantos refugiados, mas também à sua "aliança de amor e fidelidade" que "ilumina o princípio, que dá forma a toda família e a torna capaz de enfrentar melhor as vicissitudes da vida e da história". E em Amoris laetitia, o Papa cita Paulo VI e seu discurso em Nazaré em 5 de janeiro de 1964:

“Aqui entendemos o modo de vida da família. Nazaré nos lembra o que é a família, o que é a comunhão de amor, sua beleza austera e simples, seu caráter sagrado e inviolável; nos faz ver como é doce e insubstituível a educação na família, nos ensina sua função natural na ordem social”.

O Ano de São José

É José quem cuida deste tesouro, "como chefe da família", é Ele - escreve Francisco no Patris Corde - que nos ensina que "ter fé em Deus também inclui acreditar que Ele pode operar mesmo através de nossos medos, nossas fragilidades, nossas fraquezas". "É o verdadeiro milagre com o qual Deus salva a Criança e sua mãe", confiando em sua "coragem criativa". A esta figura muito amada pelos fiéis, 150 anos após sua proclamação como Patrono da Igreja Universal graças ao decreto do Papa Pio IX Quemadmodum Deus, Francisco decidiu dedicar um Ano a São José. Ele também concedeu o "dom das Indulgências especiais" até 8 de dezembro de 2021 sob as condições habituais: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração de acordo com as intenções do Papa.

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Papa: as máfias trocam a fé pela idolatria

Após rezar a oração mariana do Angelus o Papa Francisco recordou que neste domingo na Itália, celebra-se o Dia da memória e do compromisso em recordação das vítimas inocentes das máfias.

“As máfias estão presentes em várias partes do mundo e, aproveitando a pandemia, estão se enriquecendo com a corrupção. São João Paulo II denunciou sua "cultura de morte" e Bento XVI as condenou como "caminhos de morte".

Estas estruturas de pecado, estruturas mafiosas, - destacou o Papa - contrárias ao Evangelho de Cristo, trocam a fé pela idolatria. "Hoje lembramos todas as vítimas e renovamos nosso compromisso contra as máfias".

Francisco recordou ainda que nesta segunda-feira celebramos do Dia Mundial da Água, que nos convida a refletir sobre o valor deste maravilhoso e insubstituível dom de Deus. Para nós crentes, a "irmã água” – disse o Papa - não é uma mercadoria: é um símbolo universal e uma fonte de vida e saúde. Francisco em seguida recordou as pessoas que não tem água:

"Demasiados irmãos e irmãs têm acesso a pouca água e talvez água poluída! É necessário garantir água limpa e saneamento para todos".

Francisco então agradeceu e encorajou todos aqueles que, com diferentes habilidades profissionais e responsabilidades, trabalham para este objetivo muito importante. E dirigiu seu pensamento para a Argentina:

“Penso, por exemplo, na Universidade da Água, na minha pátria, naqueles que trabalham para levá-la adiante e para fazer as pessoas entenderem a importância da água. Muito obrigado a vocês, argentinos, que trabalham nesta Universidade da Água".

O Papa concluiu saudando todas as pessoas conectadas através dos meios de comunicação, com uma recordação especial aos doentes e às pessoas sozinhas e desejando a todos um bom domingo. Por favor, - repetiu mais uma vez - não se esqueçam de rezar por mim. Tenham um bom almoço e até breve!

 

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As catequeses do Papa Francisco sobre a oração

O Papa Francisco conclui na Audiência Geral da quarta-feira, 17 de março, seu ciclo de catequeses dedicado à Oração. Foram 27 catequeses, que tiveram início no dia 6 de maio de 2020, sendo interrompidas entre 5 de agosto e 30 de setembro, quando as catequeses foram dedicadas ao tema pandemia, no ciclo intitulado "Curar o mundo". A maior parte delas, foram realizadas na Biblioteca do Palácio Apostólico, devido às restrições para conter contágios.

"A oração é o respiro da fé, é a sua expressão mais adequada. Como um grito que sai do coração de quem crê e se confia a Deus (...). Mais forte do que qualquer argumentação contrária, no coração do homem há uma voz que invoca. Todos nós temos esta voz interior. Uma voz que sai espontaneamente, sem que ninguém a governe, uma voz que se interroga sobre o sentido do nosso caminho aqui na terra, especialmente quando nos encontramos na escuridão: “Jesus, tem compaixão de mim! Jesus, tem compaixão de mim!”. É uma bonita oração! Mas não estão estas palavras esculpidas em toda a criação? Tudo invoca e suplica para que o mistério da misericórdia encontre o seu cumprimento definitivo."

2020

06 de maio - O mistério da oração: https://bit.ly/3r34J4I

13 de maio - A oração do cristão: https://bit.ly/2P7vTKs

20 de maio - O mistério da Criação: https://bit.ly/3eMG8hW

27 de maio - A oração dos justos: https://bit.ly/3eRtyOy

03 de junho - A oração de Abraão: https://bit.ly/3tAcq3Z

10 de junho - A oração de Jacob: https://bit.ly/38TiWLf

17 de junho - A oração de Moisés: https://bit.ly/30Q7hZd

24 de junho - A oração de David: https://bit.ly/3tuVSKr

07 de outubro - A oração de Eliashttps://bit.ly/3qYH4lL

14 de outubro - A oração dos Salmos. 1: https://bit.ly/3qUbxBh

21 de outubro - A oração dos Salmos. 2: https://bit.ly/3eQt4rK

28 de outubro - Jesus, homem de oração: https://bit.ly/3bXqmim

04 de novembro - Jesus, mestre da oração: https://bit.ly/38Sywql

11 de novembro - A oração perseverante: https://bit.ly/3qVE5KV

18 de novembro - A Virgem Maria, mulher orante: https://bit.ly/2OIuf1R

25 de novembro - A oração da Igreja nascente: https://bit.ly/3s10VlB

02 de dezembro - A bênção: https://bit.ly/3tAKsFf

09 de dezembro - A oração de súplica: https://bit.ly/3lo5xzR

16 de dezembro - A oração de intercessão: https://bit.ly/3bXbzUV

30 de dezembro  - A oração de ação de graças: https://bit.ly/2P3KoyR

2021

13 de janeiro - A oração de louvor: https://bit.ly/3twDOQ6

20 de janeiro - A oração pela unidade dos cristãos: https://bit.ly/30PhZz0

27 de janeiro - A oração com as Sagradas Escrituras: https://bit.ly/3lqEILb

03 de fevereiro - Rezar na Liturgia: https://bit.ly/3eQoQjO

10 de fevereiro - Rezar na vida quotidiana: https://bit.ly/2QgNFLN

03 de março - A oração e a Trindade. 1: https://bit.ly/2P5SarH

17 de março - A oração e a Trindade. 2: https://bit.ly/3lr9SC7

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Francisco: São José, Santo da porta ao lado e guardião das vocações

Foi divulgada, nesta sexta-feira (19/03), a mensagem do Papa Francisco para o 58º Dia Mundial de Oração pelas Vocações que será celebrado em 25 de abril próximo, IV Domingo de Páscoa.

Intitulada «São José: o sonho da vocação», a mensagem recorda que o Pai putativo de Jesus é uma "figura extraordinária e, ao mesmo tempo, «tão próxima da condição humana de cada um de nós», escreve o Papa, citando um trecho da introdução da Carta Apostólica Patris corde.

"São José não sobressaía, não estava dotado de particulares carismas, não se apresentava especial aos olhos de quem se cruzava com ele. Não era famoso, nem se fazia notar: dele, os Evangelhos não transcrevem uma palavra sequer. Contudo, através da sua vida normal, realizou algo de extraordinário aos olhos de Deus. Deus vê o coração e, em São José, reconheceu um coração de pai, capaz de dar e gerar vida no dia a dia. É isto que as vocações tendem a fazer: gerar e regenerar vidas todos os dias", ressalta o Papa no texto.

“O Senhor deseja moldar corações de pais, corações de mães: corações abertos, capazes de grandes ímpetos, generosos na doação, compassivos para consolar as angústias e firmes para fortalecer as esperanças. Disto têm necessidade o sacerdócio e a vida consagrada, particularmente nos dias de hoje, nestes tempos marcados por fragilidades e tribulações devidas também à pandemia que tem suscitado incertezas e medos sobre o futuro e o próprio sentido da vida.”

"São José vem em nossa ajuda com a sua mansidão, como Santo da porta ao lado; simultaneamente pode, com o seu forte testemunho, guiar-nos no caminho", sublinha Francisco.

O amor dá sentido à vida

"A vida de São José sugere-nos três palavras-chave para a vocação de cada um", sublinha o Papa. "A primeira é sonho. Todos sonham realizar-se na vida. E é justo nutrir aspirações grandes, expectativas altas, que objetivos efêmeros como o sucesso, a riqueza e a diversão não conseguem satisfazer. Realmente, se perguntássemos às pessoas para traduzirem numa só palavra o sonho da sua vida, não seria difícil imaginar a resposta: «amor». É o amor que dá sentido à vida, porque revela o seu mistério. Pois só se tem a vida que se doa, só se possui de verdade a vida que se doa plenamente. A este propósito, São José tem muito a nos dizer, pois, através dos sonhos que Deus lhe inspirou, fez da sua existência um dom."

De acordo com Francisco "assim acontece na vocação: o chamado divino impele sempre a sair, a doar-se, a ir mais além. Não há fé sem risco. Neste sentido, São José constitui um ícone exemplar do acolhimento dos projetos de Deus. Que ele ajude a todos, sobretudo os jovens em discernimento, a realizar os sonhos que Deus tem para cada um; inspire a corajosa intrepidez de dizer «sim» ao Senhor, que sempre surpreende e nunca desilude!"

Viver para servir

A segunda palavra, serviço, marca o itinerário de São José e da vocação. Segundo os Evangelhos, "ele viveu em tudo para os outros e nunca para si mesmo. O serviço, expressão concreta do dom de si mesmo, não foi para São José apenas um alto ideal, mas tornou-se regra da vida diária. Em resumo, adaptou-se às várias circunstâncias com a atitude de quem não desanima se a vida não lhe corre como queria: com a disponibilidade de quem vive para servir".

"Por isso gosto de pensar em São José, guardião de Jesus e da Igreja, como guardião das vocações. Com efeito, da própria disponibilidade em servir, deriva o seu cuidado em guardar. «Levantou-se de noite, tomou o menino e sua mãe»: refere o Evangelho, indicando a sua disponibilidade e dedicação à família. Este cuidado atento e solícito é o sinal duma vocação realizada. É o testemunho duma vida tocada pelo amor de Deus", ressalta o Papa.

A fidelidade é o segredo da alegria

O terceiro aspecto que atravessa a vida de São José e a vocação cristã, cadenciando o seu dia a dia é a fidelidade. "Como se alimenta esta fidelidade? À luz da fidelidade de Deus", frisa o Pontífice. "Esta fidelidade é o segredo da alegria. Como diz um hino litúrgico, na casa de Nazaré reinava «uma alegria cristalina». Era a alegria diária e transparente da simplicidade, a alegria que sente quem guarda o que conta: a proximidade fiel a Deus e ao próximo."

"Como seria belo se a mesma atmosfera simples e radiante, sóbria e esperançosa, permeasse os nossos seminários, os nossos institutos religiosos, as nossas residências paroquiais!", sublinha Francisco, desejando esta alegria a todos os que fizeram "de Deus o sonho da vida, para O servir nos irmãos e irmãs que lhes foram confiados, através duma fidelidade que em si mesma já é testemunho, numa época marcada por escolhas passageiras e emoções que desaparecem sem gerar a alegria". "Que São José, guardião das vocações, os acompanhe com coração de pai", conclui o Papa.

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