Notícias e Artigos Litúrgicos
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Presidência da CNBB emite nota sobre o vazamento de óleo no litoral Nordestino

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu em 28 de outubro, uma nota sobre o vazamento de óleo no litoral do Nordeste brasileiro. No documento, inspirado pela realização do Sínodo para a Pan-Amazônia e frente aos desastres ambientais, a CNBB cobra uma postura de profunda e imediata conversão ecológica. A presidência da CNBB cobra também das autoridades competentes ações efetivas de recuperação do equilíbrio natural e uma devida apuração para encontrar a origem e as causas dessa tragédia ecológica. Veja a íntegra do documento abaixo:

Nota da CNBB sobre vazamento de óleo no litoral do Nordeste

As manchas de óleo que contaminam tristemente as praias do Nordeste devem sensibilizar corações para urgente necessidade: uma profunda e imediata conversão ecológica. Os processos extrativistas que contaminam e matam devem ser fiscalizados e devidamente responsabilizados pelo poder público, pois não há futuro para a humanidade sem o indispensável respeito à Casa Comum.

O Sínodo dos Bispos para a Amazônia, em seu horizonte, reforça esta convocação: todos vivenciem uma autêntica conversão ecológica. Seja inspiração e exemplo para cada pessoa, no caminho rumo à conversão, o magnífico trabalho de voluntários que estão se dedicando à limpeza das praias do Nordeste.

Homens e mulheres que se arriscam, em contato com o óleo tóxico, para salvar o meio ambiente. Diante desse desastre que contamina as praias do Nordeste, são esperadas, das autoridades competentes, ações efetivas de recuperação do equilíbrio natural. E que seja feita a devida apuração para encontrar a origem e as causas dessa tragédia ecológica.

A coragem e a solidariedade dos voluntários toquem o coração de todos, especialmente de governantes, para que a defesa da vida e do planeta seja sempre prioridade.

Em Cristo,

Brasília-DF, 28 de outubro de 2019

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte – MG
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre – RS
1º Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima – RR
2º Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo Auxiliar de S. Sebastião do Rio de Janeiro – RJ
Secretário-Geral da CNBB

Via CNBB

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Papa na Catequese: abrir o coração e se deixar tocar pelo Espírito Santo

A chegada da fé cristã à Europa foi o tema da catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira, 30, na Praça São Pedro. O Pontífice deu prosseguimento ao ciclo sobre os Atos dos Apóstolos e comentou o capítulo 16, 9-10. No texto, São Paulo teve uma visão, em que um homem da Macedônia lhe disse: “passa à Macedônia, e ajuda-nos”. Depois da visão, os apóstolos partiram para a Macedônia, concluindo que o Senhor os chamava para anunciar o evangelho.

O Espírito Santo é o protagonista da missão da Igreja, é quem guia o caminho dos evangelizadores mostrando a eles a via a seguir, explicou o Santo Padre. “E os macedônios têm orgulho disso e recordo este povo que me acolheu com tanto calor”, afirmou o Papa citando a sua viagem à Macedônia do Norte em maio deste ano.

No texto escolhido pelo Papa para a Catequese desta quarta-feira, 30, São Paulo chegou a Filipos e ali batizou a vendedora Lídia e a sua família. Com o coração aberto, afirmou Francisco, homens e mulheres podem dar hospitalidade a Cristo e aos outros. “Temos aqui o testemunho da chegada do cristianismo à Europa: o início de um processo de inculturação que dura ainda hoje.”

Depois do que viveram na casa de Lídia, Paulo e Silas são levados para a prisão sob a acusação de perturbarem a “ordem pública” ao converterem uma jovem “com espírito de adivinhação”. O Pontífice advertiu as pessoas que ainda hoje pagam e utilizam os “poderes” dos “adivinhos”.

Na prisão, acontece um fato surpreendente: enquanto Paulo e Silas rezavam, um terremoto move os alicerces libertando os prisioneiros. Ao ver as portas abertas da prisão, o carcereiro está para se suicidar quando pergunta a eles: “que é necessário que eu faça para me salvar?” Paulo responde: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa”.

Neste momento, explicou o Papa, acontece a mudança: o carcereiro escuta a palavra do Senhor com a sua família, acolhe os apóstolos, lava as suas chagas e recebe o Batismo. “No coração da noite deste anônimo carcereiro, a luz de Cristo brilha e derrota as trevas. Assim o Espírito Santo faz a missão, desde o início. Desde Pentecostes, Ele é o protagonista da missão. (…) Ele nos leva avante a sermos fiéis ao Evangelho”.

O Santo Padre concluiu: “Peçamos também nós hoje ao Espírito Santo um coração aberto, sensível a Deus e hospitaleiro aos irmãos, como o de Lídia, e uma fé audaz, como a de Paulo e Silas, e também uma abertura de coração, como a do carcereiro, que deixa tocar pelo Espírito Santo.”

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Solenidade de Todos os Santos

No dia 1º de novembro, a Igreja não celebra a santidade de um cristão que se encontra no Céu, mas sim, de todos. Isto, para mostrar concretamente, a vocação universal de todos para a felicidade eterna. 
"Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Todos são chamados à santidade: 'Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito' "(Mt 5,48)
Sendo assim, nós passamos a compreender o início do sermão do Abade São Bernardo: "Para que louvar os santos, para que glorificá-los? Para que, enfim, esta solenidade? Que lhes importam as honras terrenas? A eles que, segundo a promessa do Filho, o Pai celeste glorifica? Os santos não precisam de nossas homenagens. Não há dúvida alguma, se veneramos os santos, o interesse é nosso, não deles".
Sabemos que desde os primeiros séculos os cristãos praticam o culto dos santos, a começar pelos mártires, por isto hoje vivemos esta Tradição, na qual nossa Mãe Igreja convida-nos a contemplarmos os nossos "heróis" da fé, esperança e caridade. Na verdade é um convite a olharmos para o Alto, pois neste mundo escurecido pelo pecado, brilham no Céu com a luz do triunfo e esperança daqueles que viveram e morreram em Cristo, por Cristo e com Cristo, formando uma "constelação", já que São João viu: "Era uma imensa multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas". Todos estes combatentes de Deus, merecem nossa imitação, pois foram adolescentes, jovens, homens casados, mães de família, operários, empregados, patrões, sacerdotes, pobres mendigos, profissionais, militares ou religiosos que se tornaram um sinal do que o Espírito Santo pode fazer num ser humano que se decide a viver o Evangelho que atua na Igreja e na sociedade. Portanto, a vida destes acabaram virando proposta para nós, uma vez que passaram fome, apelos carnais, perseguições, alegrias, situações de pecado, profundos arrependimentos, sede, doenças, sofrimentos por calúnia, ódio, falta de amor e injustiças; tudo isto, e mais o que constituem o cotidiano dos seguidores de Cristo que enfrentam os embates da vida sem perderem o entusiasmo pela Pátria definitiva, pois "não sois mais estrangeiros, nem migrantes; sois concidadãos dos santos, sois da Família de Deus" Neste dia a Mãe Igreja faz este apelo a todos nós, seus filhos: "O apelo à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade se dirige a todos os fiéis cristãos." "A perfeição cristã só tem um limite: ser ilimitada" (CIC 2028).

Todos os santos de Deus, rogai por nós!

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Dia dos Fiéis Defuntos

No dia 02 de novembro ressoa em toda a Igreja o conselho de São Paulo para as primeiras comunidades cristãs: "Não queremos, irmãos, deixar-vos na ignorância a respeito dos mortos, para que não vos entristeçais como os outros que não tem esperança" ( 1 Tes 4, 13). Sendo assim,  não é dia de tristezas e lamúrias, e sim de transformar nossas saudades, e até as lágrimas, em forças de intercessão pelos fiéis que, se estiverem no Purgatório, contam com nossas orações.
O convite à oração feito por nossa Mãe Igreja fundamenta-se na realidade da "comunhão dos santos", onde pela solidariedade espiritual dos que estão inseridos no Corpo Místico, pelo Sacramento do Batismo, são oferecidas preces, sacrificios e Missas pelas almas do Purgatório. No Oriente, a Igreja Bizantina fixou um sábado especial para orações pelos defuntos, enquanto no Ocidente as orações pelos defuntos eram quase geral nos mosteiros do século VII; sendo que a partir do Abade de Cluny, Santo Odilon, aos poucos o costume se espalhou para o Cristianismo, até ser tornado oficial e universal para a Igreja, através do Papa Bento XV em 1915, pois visava os mortos da guerra, doentes e pobres.
A Palavra do Senhor confirma esta Tradição pois "santo e piedoso o seu pensamento; e foi essa a razão por que mandou que se celebrasse pelos mortos um sacrifício expiatório, para que fossem absolvidos de seu pecado" (2 Mc 2, 45). Assim é salutar lembrarmos neste dia, que "a Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados"
Portanto, a alma que morreu na graça e na amizade de Deus, porém necessitando de purificação, assemelha-se a um aventureiro caminhando num deserto sob um sol escaldante, onde o calor é sufocante, com pouca água; porém enxerga para além do deserto, a montanha onde se encontra o tesouro, a montanha onde sopram brisas frescas e onde poderá descansar eternamente; ou seja, "o Céu não tem portas" (Santa Catarina de Gênova), mas sim uma providencial 'ante-sala'. 

"Ó meu Jesus perdoai-nos, livrai-nos do fogo do Inferno. Levai as almas todas para o Céu e socorrei principalmente as que mais precisarem! Amém!"

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Chá Beneficente da Casa Abrigo será dia 10/11

A Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) promoverá no dia 10 de novembro, seu Chá Beneficente com renda revertida para as obras sociais da entidade.

O evento será realizado no Centro Paroquial de Eventos Nossa Senhora Aparecida, com início previsto para as 14h30min. Além do sorteio de brindes, no local serão servidos bolos, salgados, chás, refrigerantes e sucos. 

Os convites estão sendo vendidos a 25 reais e podem ser adquiridos na secretaria paroquial, na Casa Abrigo ou com os coordenadores da entidade. Mais informações pelo telefone: 3421-6245. 

A Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) foi fundada em 22 de abril de 1997, por membros da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga, liderados pelo Padre Edemur José Alves (In-memória), com sede própria neste município.

É uma Associação Civil Filantrópica, sem fins lucrativos e em conformidade com a finalidade do seu Estatuto Social na execução de seus serviços, objetivando o atendimento a jovens, adultos, pessoas em migração e situação de rua com dependência indevida do uso de bebida alcoólica.

É uma obra social da Igreja Matriz, que designa uma porcentagem do Dízimo paroquial, além da participação de muitos paroquianos que partilham espiritualidade junto aos usuários da entidade por meio de orações, encontros, reuniões, bem como a assistência do Diretor Espiritual Padre Gilmar Margotto, além do incentivo e veemência no desenvolvimento das atividades da Casa Abrigo, assim como conta com a ajuda de fieis através de doações e trabalhos voluntários.

A entidade dispõe de 40 leitos assim distribuídos: 30 vagas para acolhimento a homens por tempo indeterminado com sistema de abrigamento e 10 vagas como Casa de passagem, sendo 07 vagas disponíveis ao público migratório para pernoite e 03 vagas à mulheres por curta temporada.

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Encontro de Formação para Noivos será nos dias 09 e 10/11

Estão abertas as inscrições para o Encontro de Formação para Noivos de nossa paróquia. Organizado pelo Setor Pré-Matrimonial, o Curso de Noivos será realizado nos dias 09 e 10 de novembro, iniciando no sábado às 19h e se encerrando no domingo às 12h. As inscrições podem ser feitas na secretaria paroquial. Mais informações na Secretaria paroquial ou pelo telefone: (17) 3421-6245

O sacramento do matrimônio é uma aliança, similar a aliança de Cristo com sua Igreja. O amor entre um homem e uma mulher, como filhos de Deus, deve possuir respeito, dignidade e responsabilidade, deve ser cultivado em sua plenitude. Mesmo nas tensões, o homem e a mulher crescem em sua humanidade, cultivando seus dons e fazendo uma experiência profunda do amor de Deus. Nesse ambiente de amor e solidariedade acontece a geração de novas vidas.
 

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Conheça o nome das crianças ganhadoras do Concurso Boneca e Boneco Vivos

 

No último dia 19 de outubro, foi realizada a Final do Concurso Boneca e Boneco Vivos 2019 durante a última noite da Tradicional Quermesse da Padroeira realizada no Centro de Eventos da Catedral. Essa foi a 27ª edição do Concurso que teve como ganhador Ana Luiza Fuzeto Garcia com 3750 votos vendidos e que recebeu como prêmio notebook. Nesta edição, 37 crianças participaram do concurso e foram vendidos 22380 votos. As pessoas que colaboraram comprando os votos concorreram a uma TV LED 43” doada pelo Supermercados Santa Cruz.

Durante a Noite de Quermesse, as 37 crianças participantes desfilaram, juntamente com a criança Heitor das Neves Freitas que foi ganhador em 2018. Os 10 primeiros colocados receberam prêmios especiais, mas todas as crianças participantes foram presenteadas.

O Concurso Boneca e Boneco Vivos 2019 foi coordenado pelos paroquianos Maria Odete, Aila, Silvia, Milton, Neide, Vânia e Tânia, sob orientação do Padre Gilmar Margotto. Além disso, o Concurso contou com a colaboração das seguintes empresas e pessoas que doaram as premiações e presentes as crianças participantes: A Cabana, Bonato Veículos, Calubri Moto Peças, Caracol, Cortishow Decorações, Escola Passo a Passo, Facchini, França Centro Automotivo, Impress, Júlio e Iza, Lamaq, Leni Gavioli, Neide Margotto, Malu Tecidos, Paiola Pizzaria, Roseli e Curti, Reboques Morini, Sesso Rolamentos, Studio JZ , Supermercados Para Todos, Supermercados Santa Cruz, Texas Country, Votuciclo, Cidinha Ferreira, Varejão das Utilidades, Yone Karpstein Decorações, Kopenhagen, Essencial Pharma, Elisangela Piva Serviços de Engenharia, Gou Clínica Odontológica e Douglas Lisboa.

Veja abaixo os nomes dos 10º primeiros colocados e os prêmios entregues:

1º Lugar: Ana Luiza Fuzeto Garcia – 3750 votos – Notebook doado por  Escola Passo a Passo, Essencial Pharma e Cortishow Decorações

2º lugar: Carolina Biliato Barreta – 1455 votos – Tablet doado por Júlio e Iza

3º lugar – Ana Júlia Caporalino Fernandes – 1372 votos – Look completo doado pela Caracol

4º lugar – Miguel Magossi Falchi – 1300 votos – Bicicleta doada pela Lamaq

5º lugar – Maria Clara Abdo Azevedo – 1105 votos – Bicicleta doada pelo Supermercado Para Todos

6º lugar – Milena Machado Esparva – 1050 votos – Bicicleta doada pelo Varejão Utilidades

7º lugar – Maria Laura Nunes Janini – 950 votos - Bicicleta doada por Roseli e Curti e Votuciclo

8º lugar – Pedro Milani Cipriano – 900 votos – Micro System doado por Leni Gavioli

9º lugar – João Rafael Cambiagui – 850 votos – Patinete doado pela Impress

10º lugar – Elis Massura Vicente – 800 votos - Patinete doado pela Impress

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Participe do Terço Vocacional em Preparação ao Jubileu de Vida Sacerdotal do padre Gilmar

No dia 27 de janeiro de 2020, serão celebrados os 25 anos de Vida Sacerdotal do Padre Gilmar Margotto, pároco da Catedral Nossa Senhora Aparecida. Em preparação ao Jubileu Sacerdotal, estão sendo realizadas algumas atividades vocacionais.

Entre estas atividades, destaca-se a celebração de um Terço Vocacional no próximo dia 28 de outubro, iniciando com a Santa Missa às 19h30 na Catedral.

Além do Terço Vocacional, foi instalado no interior da Catedral um mural com fotos destes 25 anos de serviço ao sacerdócio pelo Padre Gilmar.

Biografia:

 Filho de José Margotto e Maria Fernandes Margotto, o padre Gilmar nasceu em Votuporanga no dia 02 de julho de 1970. Foi batizado na Igreja Matriz de Votuporanga pelo Frei Tarcísio Leite no dia 25 de agosto de 1970. Viveu parte de sua infância na cidade de Cosmorama. Foi Crismado também na Igreja Matriz por Dom José de Aquino Pereira. Aos 17 anos entrou para o seminário, sendo ordenado diácono em 13 de maio de 1994 e ordenado presbítero no dia 27 de janeiro de 1995. Ambas as celebrações foram realizadas na Igreja Matriz de Votuporanga e presididas por Dom José de Aquino Pereira. Tomou posse como primeiro pároco da paróquia Senhor Bom Jesus de Votuporanga no dia 16 de fevereiro de 1995, permanecendo nessa paróquia por 16 anos, onde realizou inúmeros trabalhos pastorais e administrativos. Foi convidado pelo então bispo de Rio Preto, Dom Paulo Mendes Peixoto, para participar da Comissão para a Criação da Diocese de Votuporanga, juntamente com os padres Edemur José Alves e Carlos Rodrigues dos Santos. Após o falecimento do padre Edemur, Dom Paulo nomeou o padre Gilmar Margotto como novo pároco da paróquia Nossa Senhora Aparecida, tomando posse no dia 26 de outubro de 2011.
Nestes 8 anos o padre Gilmar cativou a todos os paroquianos com sua dedicação e amor pelo povo de Deus. Como destaque de seu trabalho estão a reorganização territorial, reforma do Salão, Secretaria Paroquial e das sacristias, construção do Centro de Eventos, volta das badaladas do relógio, instalação dos vitrais, celebração dos sacramentos, Missa em todos os dias da semana, comemoração dos 70 anos da paróquia, transmissão da missa pela internet, criação da Web Rádio e Web TV, incentivo aos trabalhos sociais dos Vicentinos, Pastoral da Criança e Casa Abrigo, entre outros.

Além disso, Padre Gilmar atuou incansavelmente na Comissão de Criação da Diocese de Votuporanga desde 2010 e desde 2016, com a instalação da nova diocese, o sacerdote tornou-se o Cura da Catedral. Além de pároco da Catedral, Padre Gilmar atua como membro do Colégio dos Consultores da Diocese e é Assessor Diocesano de Comunicação.

Formação Acadêmica:
Cursou Filosofia e Teologia pela Faculdade Sagrado Coração de Jesus em São Jose do Rio Preto entre os anos de 1988 a 1994.
Licenciatura em Psicologia pela UNORP - Centro Universitário do Norte Paulista em São Jose do Rio Preto em 2004 e bacharel em Psicologia em 2005.

 

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Catedral realizará missão de evangelização no setor 10 no dia 26/10

 Catedral Nossa Senhora Aparecida da Diocese de Votuporanga está realizando todos os meses as missões evangelizadoras no território paroquial.
A próxima missão será realizada neste sábado (26/10), a partir das 8h, e percorrerá as ruas pertencentes ao setor 10. Neste trabalho missionário iniciado no ano passado, estão sendo visitados e abençoados diversas residências e comércios localizados no território paroquial e muitas pessoas ficam emocionadas ao receberem a benção em seus lares e locais de trabalho.
A ação é realizada pelo Conselho Missionário Paroquial (Comipa) e busca ressaltar que “Todos somos Igreja Missionária”.
As próximas missões serão realizadas nos dias 30 de novembro, no setor 12; e 14 de dezembro, no setor 13.

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Diocese está completando 3 anos de instalação

Neste dia 22 de outubro, a Diocese de Votuporanga completa três anos de instalação e posse do primeiro bispo, Dom Moacir Aparecido de Freitas. A Diocese de Votuporanga foi criada em 20 de julho de 2016 pelo Papa Francisco, sendo desmembrada das Dioceses de São José do Rio Preto e de Jales. A diocese votuporanguense é sufragânea da Arquidiocese de Ribeirão Preto e faz parte do Regional Sul 1 da CNBB.

Aos poucos a diocese está sendo organizada e os trabalhos pastorais vão sendo realizados. A Cúria está instalada no prédio da Secretaria da Paróquia Nossa Aparecida, porém deve ser construída uma sede própria na rua Alagoas, entre as ruas Argentina e Guerche. Deve ser construído também um local para formações e retiros. Em relação a equipe administrativa da Diocese, Dom Moacir nomeou os padres dos principais cargos. O Padre Roberto Bocalete de Américo de Campos é o Chanceler, o Padre Geomar Alves dos Santos da Paróquia Santa Luzia de Votuporanga é o Coordenador de Pastoral e o Padre Carlos Rodrigues dos Santos da Paróquia São Bento de Votuporanga é o Ecônomo. Dom Moacir nomeou o Padre Lorival Angelo Marques de Cosmorama como vigário-geral da diocese. Também foram escolhidos os padres membros do Colégio dos Consultores, Câmara Eclesiástica e assessores dos movimentos e pastorais.

A diocese é composta por 28 paróquias localizadas em 25 municípios: Álvares Florence, Américo de Campos, Buritama, Cardoso, Cosmorama, Floreal, Gastão Vidigal, Lourdes, Macaubal, Magda, Monções, Nhandeara, Nova Luzitânia, Parisi, Paulo de Faria, Planalto, Pontes Gestal, Riolândia, Sebastianópolis do Sul, Tanabi, Turiúba, União Paulista, Valentim Gentil, Votuporanga e Zacarias. Para facilitar o trabalho pastoral, a diocese foi dividida em 5 regiões pastorais: Nhandeara, Buritama, Votuporanga, Cosmorama e Riolândia. Nossa diocese abrange uma superfície de 7.694 Km² e segundo o censo de 2010, a população da nova diocese é de 237.380 habitantes.

A diocese possui 34 padres, sendo 2 eméritos, e 4 Diáconos Permanentes, 8 seminaristas, além de religiosas e leigos consagrados. A Diocese vive a fase final da elaboração do Plano Diocesano de Pastoral e neste mês de outubro, em comunhão com a Igreja no mundo inteiro, está celebrando o Mês Missionário Extraordinário .

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Padre Gilmar completará 8 anos como pároco da catedral

No próximo dia 26 de outubro, o padre Gilmar Antonio Fernandes Margotto completa 8 anos à frente da Paróquia Nossa Senhora Aparecida. Em celebração presidida pelo bispo diocesano, Dom Paulo Mendes Peixoto, no dia 26 de outubro de 2011, o Padre Gilmar tomava posse como pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida após o falecimento do saudoso Padre Edemur José Alves.

Nestes 8 anos o padre Gilmar cativou a todos os paroquianos com sua dedicação e amor pelo povo de Deus. Como destaque de seu trabalho estão a reorganização territorial, reforma do Salão, Secretaria Paroquial e das sacristias, construção do Centro de Eventos, volta das badaladas do relógio, instalação dos vitrais, celebração dos sacramentos, Missa em todos os dias da semana, comemoração dos 70 anos da paróquia, transmissão da missa pela internet, criação da Web Rádio e Web TV, incentivo aos trabalhos sociais dos Vicentinos, Pastoral da Criança e Casa Abrigo, entre outros. Além disso, Padre Gilmar atuou incansavelmente na Comissão de Criação da Diocese de Votuporanga desde 2010 e desde 2016, com a instalação da nova diocese, o sacerdote tornou-se o Cura da Catedral.

Além de pároco da Catedral, Padre Gilmar atua como membro do Colégio dos Consultores da Diocese e é Assessor Diocesano de Comunicação.

Padre Gilmar, somos gratos a Deus por tê-lo como nosso pároco e pedimos ao nosso Divino Mestre que te cumule de muitas graças e bençãos dos céus.

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Papa recebe delegação de indígenas por ocasião do Sínodo da Amazônia

O Papa Francisco recebeu cerca de 40 indígenas por ocasião do Sínodo da Amazônia, que ocorre no Vaticano até 27 de outubro.

“Na tarde da quinta-feira, 17, por volta das 15h30, o Santo Padre encontrou um grupo de cerca de quarenta indígenas, entre participantes do Sínodo para a Região Pan-Amazônica e de outras iniciativas que estão sendo realizadas em Roma nestes dias. Eles estavam acompanhados por sua excelência Dom Roque Paloschi, Arcebispo de Porto Velho, e por sua eminência o Cardeal Claudio Hummes”, informou Matteo Bruni, diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, em uma nota divulgada nesta quinta-feira, 17 de outubro.

“O encontro foi aberto por um breve pronunciamento de uma mulher e um homem, representantes dos povos indígenas, que por meio deles expressaram gratidão ao Santo Padre pela convocação do Sínodo”, continua o texto.

Esses representantes também pediram ao Papa “ajuda para concretizar seu desejo de garantir uma vida serena e feliz a seus povos, cuidando de suas terras, protegendo suas águas, para que também seus descendentes possam usufruir destas riquezas”.

Bruni também indicou que o Papa Francisco dirigiu algumas palavras aos presentes, “enfatizando como o Evangelho é como uma semente que cai na terra que encontra e cresce com as características desta terra”.

“Referindo-se à região Amazônica, o Santo Padre falou dos perigos das novas formas de colonização. Por fim, fazendo referência às origens do cristianismo, nascido no mundo judaico, tendo mais tarde se desenvolvido no mundo greco-latino e então chegado a outras terras, como a eslava, as orientais e as americanas, o Papa Francisco reiterou que o Evangelho deve se inculturar”, continua a nota do diretor da Sala de Imprensa do Vaticano.

Essa inculturação, disse o Papa, deve ser realizada para que “os povos recebam o anúncio de Jesus com sua própria cultura”.

Via ACI Digital

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7 conselhos que te ajudarão a aperfeiçoar a oração do Terço

Outubro é o mês dedicado ao Terço e muitos católicos redescobrem na oração predileta da Virgem Maria sua força espiritual.

Para seguir aperfeiçoando o hábito desta oração, apresentamos sete conselhos práticos tirados do livro “O Rosário: Teologia de joelhos”, do sacerdote, escritor e funcionário da Secretaria de Estado do Vaticano, Mons. Florian Kolfhaus:

1. Dedicar tempo

Nossos calendários estão cheios de compromissos. Entretanto, é bom reservar de 20 a 30 minutos por dia para a oração do Santo Terço. Este encontro com Jesus e Maria é muito mais importante que as demais atividades agendadas.

Este tempo de oração é reservado para nós mesmos, porque é um tempo no qual devemos nos dedicar somente para amar.

É possível reservar dois ou três dias da semana para a oração do Terço e, desta forma, será cada vez mais fácil fazer esta oração, até finalmente poder rezá-la todos os dias.

2. Saber que reza para alguém

 

 

Uma boa oração está baseada em orientar completamente à vontade a agradar o nosso querido amigo, Cristo, e não a nós mesmos.

3. Fazer pausas

Santo Ignácio de Loyola recomenda a chamada “terceira forma de rezar” para adaptar as palavras ao ritmo da própria respiração.

Normalmente, é suficiente interromper um mistério do Terço para voltar a ser consciente de que Jesus e Maria nos olham cheios de alegria e amor. Para isto, pode ser útil respirar duas ou três vezes, antes de voltar a retomar a oração.

4. Dirigir os pensamentos

Pode-se e deve-se “desviar” os pensamentos para encontrar o mistério que devemos visualizar na nossa mente antes de cada dezena do terço.

É pouco provável que a repetição seja útil se não for encaminhada várias vezes para o essencial, que é a vida de Jesus e de Maria.

5. Fazer da oração um momento para compartilhar com Cristo

Um dos primeiros e mais importantes passos para a oração interior é não só nos dedicarmos a pensar e a meditar, mas olhar paa aquele a quem está dirigida a nossa prece.

Saber que, aquele a quem nos dirigimos nos ama infinitamente e despertará em nós diversos e espontâneos sentimentos, assim como quando desfrutamos e nos alegramos com uma pessoa que gostamos muito.

6. Fechar os olhos ou simplesmente fixá-los em um só lugar

Algumas pessoas fecham os olhos a fim de se concentrar e rezar melhor. Isso pode ser uma ajuda, mas normalmente é suficiente fixar o olhar em um só lugar e evitar olhar ao redor. De qualquer maneira, é importante que os olhos do coração estejam sempre abertos.

O Terço é como uma visita ao cinema. Trata-se de ver imagens. Algumas perguntas básicas podem ser de utilidade: o que, quem, como, quando, onde? Como vejo o nascimento de Jesus, sua crucificação, sua ascensão.

Às vezes, posso – como se tivesse uma câmara – aproximar elementos ou detalhes e procurar um primeiro plano: a mão de Cristo transpassada pelos pregos, as lágrimas nos olhos do apóstolo João enquanto o Senhor subia aos céus, etc.

7. Que a intenção de rezar sempre seja o amor

As palavras acompanham, nossa mente se dispõe, mas o nosso coração deve dominar a oração.

Todos os grandes escritores espirituais concordam que a oração interior atinge principalmente nossos sentimentos e emoções.

Santa Teresa D’Ávila explica de maneira simples: “Não pense muito, ame muito!”. Em uma ocasião, uma senhora me contou que não conseguia pensar em rezar o Terço todos os dias, mas a única coisa que conseguia dizer interiormente era: ‘Jesus, Maria, eu os amo!’. Parabenizo a esta mulher, pois a tal resultado a oração do Terço nos deve levar.

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Papa no Dia Mundial das Missões: A Missão é dom e não um peso a ser suportado

Neste domingo, 20, dia em que a Igreja celebra o Dia Mundial das Missões, o Papa Francisco celebrou uma especial missa para marcar a ocasião, recordando que todo cristão é missionário e que a missão é um dom e não um fardo, exortando os presentes a anunciar com coragem o Evangelho.

Abaixo segue a Homilia do Santo Padre na íntegra:

“Quero tomar três palavras das Leituras: um substantivo, um verbo e um pronome. O

substantivo é o monte: dele profetiza Isaías, quando nos fala de um monte do Senhor, dominando sobre as colinas, para onde acorrerão todas as nações (cf. Is 2, 2). E o monte reaparece no Evangelho: depois da sua ressurreição, Jesus indica aos discípulos como local de encontro um monte da Galileia,

precisamente aquela Galileia habitada por muitas populações diferentes, a «Galileia dos gentios» (cf.Mt 4, 15). Em suma, o monte parece ser o lugar onde Deus gosta de marcar encontro com toda a humanidade. É o lugar do encontro connosco, como mostra a Bíblia a começar do Sinai, passando pelo Carmelo até Jesus, que proclamou as Bem-aventuranças no monte, transfigurou-Se no monte

Tabor, deu a vida no Calvário e subiu ao Céu no monte das Oliveiras. O monte, lugar dos grandes encontros entre Deus e o homem, é também o sítio onde Jesus passa horas e horas em oração (cf. Mc 6, 46), para unir terra e Céu, unir-nos, nós seus irmãos, ao Pai. 

A nós, que nos diz o monte? Que somos chamados a aproximar-nos de Deus e dos outros: aproximar-nos de Deus, o Altíssimo, no silêncio, na oração, afastando-nos das maledicências e boatos que poluem; e aproximar-nos também dos outros, que, vistos do monte, aparecem-nos noutra perspetiva, a de Deus que chama todos os povos: vistos de cima, os outros aparecem-nos no seu todo e descobre-se que a harmonia da beleza só é dada pelo conjunto. O monte lembra-nos que os irmãos e as irmãs não devem ser selecionados, mas abraçados com o olhar e sobretudo com a vida. O monte liga Deus e os irmãos num único abraço, o da oração. O monte leva-nos para o alto, longe de tantas coisas materiais que passam; convida-nos a redescobrir o essencial, o que permanece: Deus e os irmãos. A missão começa no monte: lá se descobre aquilo que conta. No coração deste mês

missionário, interroguemo-nos: Para mim, o que é que conta na vida? Quais são as altitudes para onde tendo?

E o substantivo monte aparece acompanhado por um verbo: subir. Isaías exorta-nos: «Vinde, subamos à montanha do Senhor» (2, 3). Nascemos, não para ficar em terra contentando-nos com coisas triviais, mas para chegar às alturas encontrando Deus e os irmãos. Para isso, porém, é preciso subir: é preciso deixar uma vida horizontal, lutar contra a força de gravidade do egoísmo, realizar um êxodo do próprio eu. Por isso, subir requer esforço, mas é a única maneira para ver tudo melhor, como

o panorama mais bonito ao escalar a montanha só se vê no cimo e, então, compreendemos que o único modo possível para o abarcar era seguir aquela vereda sempre em subida. E como não é fácil subir ao monte se formos carregados de coisas, assim na vida é preciso alijar o que não serve. É também o segredo da missão: para partir é preciso deixar, para anunciar é preciso renunciar. O anúncio credível é feito, não de bonitas palavras, mas de vida boa: uma vida de

serviço, que sabe renunciar a tantas coisas materiais que empequenecem o coração, tornam as pessoas indiferentes e as fecham em si mesmas; uma vida que se separa das inutilidades que atafulham o coração e encontra tempo para Deus e para os outros. Podemos interrogar-nos: Como procede a minha subida? Sei renunciar às bagagens pesadas e inúteis do mundanismo para subir ao monte do Senhor?

Se o monte nos lembra o que conta – Deus e os irmãos –, e o verbo subir, o modo como lá chegamos, há uma terceira palavra que hoje ressoa como a mais forte. É o pronome todos, que prevalece nas Leituras: «todas as nações», dizia Isaías (2, 2); «todos os povos», repetimos no Salmo; Deus «quer que todos os homens sejam salvos», escreve Paulo (1 Tm 2, 4); «ide, pois, fazei discípulos

de todos os povos», pede Jesus no Evangelho (Mt 28,19). O Senhor obstina-Se a repetir este «todos».

Sabe que somos teimosos a repetir «meu» e «nosso»: as minhas coisas, a nossa nação, a nossa comunidade... e Ele não Se cansa de repetir «todos». Todos, porque ninguém está excluído do seu coração, da sua salvação; todos, para que o nosso coração ultrapasse as alfândegas humanas, os particularismos baseados nos egoísmos que não agradam a Deus. Todos, porque cada qual é um

tesouro precioso e o sentido da vida é dar aos outros este tesouro. Eis a missão: subir ao monte para rezar por todos, e descer do monte para se doar a todos.

Subir e descer… Assim o cristão está sempre em movimento, em saída. Realmente, no Evangelho, o mandato de Jesus é «ide». Todos os dias nos cruzamos com tantas pessoas, mas –podemo-nos interrogar – vamos ter com as pessoas que encontramos? Assumimos o convite de Jesus ou ocupamo-nos apenas das nossas coisas? Todos esperam algo dos outros, o cristão vai ter com os outros. A testemunha de Jesus nunca se sente em crédito do reconhecimento de outros, mas em dívida

de amor com quem não conhece o Senhor. A testemunha de Jesus vai ao encontro de todos, e não apenas dos seus, do seu grupinho. Jesus diz também a ti: «Vai; não percas a ocasião de testemunhar!»

Irmão, irmã, o Senhor espera de ti o testemunho que ninguém pode dar em tua vez. «Oxalá consigas identificar a palavra, a mensagem de Jesus que Deus quer dizer ao mundo com a tua vida (...), e assim a tua preciosa missão não fracassará» (Francisco, Exort. ap. Gaudete et exsultate, 24).

Para ir ao encontro de todos, que instruções nos dá o Senhor? Uma só e muito simples: fazei discípulos. Mas, atenção! Discípulos d’Ele, não nossos. A Igreja só anuncia bem, se viver como discípula. E o discípulo segue dia a dia o Mestre e partilha com os outros a alegria do discipulado.

Não conquistando, obrigando, fazendo prosélitos, mas testemunhando, colocando-se ao mesmo nível – discípulo com os discípulos –, oferecendo amorosamente o amor que recebemos. Esta é a missão: oferecer ar puro, de alta quota, a quem vive imerso na poluição do mundo; levar à terra aquela paz que nos enche de alegria, sempre que encontramos Jesus no monte, na oração; mostrar, com a vida e mesmo com palavras, que Deus ama a todos e não se cansa jamais de ninguém.

Queridos irmãos e irmãs, cada um de nós tem, melhor, é uma missão nesta terra (cf. Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 273). Estamos aqui para testemunhar, abençoar, consolar, erguer, transmitir a beleza de Jesus. Coragem! Ele espera muito de ti! O Senhor prova uma espécie de ânsia por aqueles que ainda não sabem que são filhos amados pelo Pai, irmãos pelos quais deu a vida e o Espírito Santo. Queres acalmar a ânsia de Jesus? Vai com amor ao encontro de todos, porque a tua

vida é uma missão preciosa: não é um peso a suportar, mas um dom a oferecer. Coragem! Sem medo, vamos ao encontro de todos!

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Papa no ângelus: A oração é indispensável para a missão apostólica

O Papa Francisco destacou que a condição indispensável para viver plenamente a missão é a oração e animou os presentes a rezar pelos missionários do mundo inteiro.

Assim o indicou o Santo Padre na oração do Ângelus deste domingo 20 de outubro, dia em que a Igreja Universal celebra a Jornada Missionária Mundial.

“Para viver plenamente a missão há uma condição indispensável: a oração, uma oração fervente e incessante, segundo o ensinamento de Jesus proclamada também no Evangelho de hoje, em que Ele conta uma parábola sobre a necessidade de rezar sempre, sem cansar-se nunca. Nunca”, explicou o Papa.

Refletindo na passagem bíblica do Evangelho de São Lucas, o Pontífice destacou que “a oração é o primeiro apoio do povo de Deus para os missionários, rica de afeto e de gratidão por sua difícil tarefa de anunciar e doar a luz e a graça do Evangelho a quem ainda não a recebeu”.

“Hoje é uma bela ocasião para nos perguntarmos: rezo pelos missionários? Rezo por aqueles que vão longe para levar a Palavra de Deus com o seu testemunho? Pensemos”, disse o Papa.

O Papa recordou ainda que a Dia Mundial das Missões é “uma ocasião favorável para que cada pessoa batizada seja mais consciente da necessidade de cooperar na proclamação da Palavra, anunciando o Reino de Deus através de um compromisso renovado”.

Nesta linha, recordou a Carta Apostólica “Maximum illud” do Papa Bento XV escrita em 1919 com o objetivo de dar “um novo impulso à responsabilidade missionária de toda a Igreja”.

Conforme explicou o Papa Francisco, tal documento adverte “a necessidade de melhorar evangelicamente a missão no mundo, para que venha a ser purificada de qualquer incrustação colonial e livre dos condicionamentos das políticas expansionistas das nações européias”.

A respeito, Francisco assinalou que a mensagem de Bento XV “é ainda atual e estimula a superar a tentação de toda teimosia autorreferencial e de toda forma de pessimismo pastoral, para nos abrir à novidade alegre do Evangelho”.

“Neste tempo, marcado por uma globalização que deveria ser solidária e respeitosa da particularidade dos povos, mas que, ao contrário, ainda sofre a homologação e os velhos conflitos de poder que alimentam guerras e arruínam o planeta, os crentes estão chamados a levar a todas partes, com novo entusiasmo, a boa notícia de que em Jesus a misericórdia vence o pecado, a esperança vence o medo, a fraternidade vence a hostilidade. Cristo é nossa paz e nele se supera toda divisão, só nele está a salvação de cada homem e de cada povo”, expressou o Papa.

Por isso, o Pontífice confiou à Virgem Maria “que acompanhe e proteja cada dia aos missionários do Evangelho”.

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Homilia do Papa Francisco na canonização de Irmã Dulce e outros beatos

Santa Missa com o rito da canonização dos beatos: John Henry Newman, Giuseppina Vannini, Mariam Thresia Chiramel Mankidiyan, Margherita Bays e a brasileira irmã Dulce Lopes Pontes
Praça São Pedro – Vaticano
Domingo, 13 de outubro de 2019

Boletim da Santa Sé

«A tua fé te salvou» (Lc 17, 19). É o ponto de chegada do Evangelho de hoje, que nos mostra o caminho da fé. Neste percurso de fé, vemos três etapas, vincadas pelos leprosos curados, que invocam, caminham e agradecem.

Primeiro, invocar. Os leprosos encontravam-se numa condição terrível não só pela doença em si, ainda hoje difusa e devendo ser combatida com todos os esforços possíveis, mas pela exclusão social. No tempo de Jesus, eram considerados impuros e, como tais, deviam estar isolados, separados (cf. Lv 13, 46). De facto, quando vão ter com Jesus, vemos que «se mantêm à distância» (Lc 17, 12). Embora a sua condição os coloque de lado, todavia diz o Evangelho que invocam Jesus «gritando» (17, 13) em voz alta. Não se deixam paralisar pelas exclusões dos homens e gritam a Deus, que não exclui ninguém. Assim se reduzem as distâncias, e a pessoa sai da solidão: não se fechando em auto lamentações, nem olhando aos juízos dos outros, mas invocando o Senhor, porque o Senhor ouve o grito de quem está abandonado.

Também nós – todos nós – necessitamos de cura, como aqueles leprosos. Precisamos de ser curados da pouca confiança em nós mesmos, na vida, no futuro; curados de muitos medos; dos vícios de que somos escravos; de tantos fechamentos, dependências e apegos: ao jogo, ao dinheiro, à televisão, ao celular, à opinião dos outros. O Senhor liberta e cura o coração, se O invocarmos, se lhe dissermos: «Senhor, eu creio que me podeis curar; curai-me dos meus fechamentos, livrai-me do mal e do medo, Jesus». No Evangelho de Lucas, os primeiros a invocar o nome de Jesus são os leprosos. Depois fá-lo-ão também um cego e um dos ladrões na cruz: pessoas carentes invocam o nome de Jesus, que significa Deus salva. De modo direto e espontâneo chamam Deus pelo seu nome. Chamar pelo nome é sinal de confidência, e o Senhor gosta disso. A fé cresce assim, com a invocação confiante, levando a Jesus aquilo que somos, com franqueza, sem esconder as nossas misérias. Invoquemos diariamente, com confiança, o nome de Jesus: Deus salva. Repitamo-lo: é oração. A oração é a porta da fé, a oração é o remédio do coração.

Caminhar é a segunda etapa. Neste breve Evangelho de hoje, aparece uma dezena de verbos de movimento. Mas o mais impressionante é sobretudo o facto de os leprosos serem curados, não quando estão diante de Jesus, mas depois enquanto caminham, como diz o texto: «Enquanto iam a caminho, ficaram purificados» (17, 14). São curados enquanto vão para Jerusalém, isto é, palmilhando uma estrada a subir. É no caminho da vida que a pessoa é purificada, um caminho frequentemente a subir, porque leva para o alto. A fé requer um caminho, uma saída; faz milagres, se sairmos das nossas cômodas certezas, se deixarmos os nossos portos serenos, os nossos ninhos confortáveis. A fé aumenta com o dom, e cresce com o risco. A fé atua, quando avançamos equipados com a confiança em Deus. A fé abre caminho através de passos humildes e concretos, como humildes e concretos foram o caminho dos leprosos e o banho de Naaman no rio Jordão, que ouvimos na primeira Leitura (cf. 2 Re 5, 14-17). O mesmo se passa conosco: avançamos na fé com o amor humilde e concreto, com a paciência diária, invocando Jesus e prosseguindo para diante.

Outro aspeto interessante no caminho dos leprosos é que se movem juntos. Refere o Evangelho, sempre no plural, que «iam a caminho» e «ficaram purificados» (Lc 17, 14): a fé é caminhar juntos, jamais sozinhos. Mas, uma vez curados, nove continuam pela sua estrada e apenas um regressa para agradecer. E Jesus desabafa a sua mágoa assim: «Onde estão os outros nove?» (17, 17). Quase parece perguntar pelos outros nove, ao único que voltou. É verdade! Constitui tarefa nossa – de nós que estamos aqui a «fazer Eucaristia», isto é, a agradecer –, constitui nossa tarefa ocuparmo-nos de quem deixou de caminhar, de quem se extraviou: somos guardiões dos irmãos distantes. Somos intercessores por eles, somos responsáveis por eles, isto é, chamados a responder por eles, a tê-los a peito. Queres crescer na fé? Ocupa-te dum irmão distante, duma irmã distante.

Invocar, caminhar e… agradecer: esta é a última etapa. Só àquele que agradece é que Jesus diz: «A tua fé te salvou» (17, 19). Não se encontra apenas curado; também está salvo. Isto diz-nos que o ponto de chegada não é a saúde, não é o estar bem, mas o encontro com Jesus. A salvação não é beber um copo de água para estar em forma; mas é ir à fonte, que é Jesus. Só Ele livra do mal e cura o coração; só o encontro com Ele é que salva, torna plena e bela a vida. Quando se encontra Jesus, brota espontaneamente o «obrigado», porque se descobre a coisa mais importante da vida: não o receber uma graça nem o resolver um problema, mas abraçar o Senhor da vida.

É encantador ver como aquele homem curado, que era um samaritano, manifesta a alegria com todo o seu ser: louva a Deus em voz alta, prostra-se, agradece (cf. 17, 15-16). O ponto culminante do caminho de fé é viver dando graças. Podemos perguntar-nos: Nós, que temos fé, vivemos os dias como um peso a suportar ou como um louvor a oferecer? Ficamos centrados em nós mesmos à espera de pedir a próxima graça, ou encontramos a nossa alegria em dar graças? Quando agradecemos, o Pai deixa-Se comover e derrama sobre nós o Espírito Santo. Agradecer não é questão de cortesia, de etiqueta, mas questão de fé. Um coração que agradece, permanece jovem. Dizer «obrigado, Senhor», ao acordar, durante o dia, antes de deitar, é antídoto ao envelhecimento do coração. E o mesmo se diga em família, entre os esposos: lembrem-se de dizer obrigado. Obrigado é a palavra mais simples e benéfica.

Invocar, caminhar, agradecer. Hoje, agradecemos ao Senhor pelos novos Santos, que caminharam na fé e agora invocamos como intercessores. Três deles são freiras e mostram-nos que a vida religiosa é um caminho de amor nas periferias existenciais do mundo. Ao passo que Santa Margarida Bays era uma costureira e revela-nos quão poderosa é a oração simples, a suportação com paciência, a doação silenciosa: através destas coisas, o Senhor fez reviver nela o esplendor da Páscoa. Da santidade do dia a dia, fala o Santo Cardeal Newman quando diz: «O cristão possui uma paz profunda, silenciosa, oculta, que o mundo não vê. (…) O cristão é alegre, calmo, bom, amável, educado, simples, modesto; não tem pretensões, (…) o seu comportamento está tão longe da ostentação e do requinte que facilmente se pode, à primeira vista, tomá-lo por uma pessoa comum» (Parochial and Plain Sermons, V, 5). Peçamos para ser, assim, «luzes gentis» no meio das trevas do mundo. Jesus, «ficai connosco e começaremos a brilhar como brilhais Vós, a brilhar de tal modo que sejamos uma luz para os outros» (Meditations on Christian Doctrine, VII, 3). Amen.

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Conheça os 5 novos santos da Igreja Católica

Neste domingo, 13 de outubro, o Papa Francisco canonizou cinco beatos, incluindo o Cardeal John Henry Newman, um sacerdote convertido do Anglicanismo, e a beata Dulce Lopes Pontes, primeira santa brasileira.

Conheçam um pouco mais sobre a vida destes 5 novos santos da Igreja Católica:

1. Cardeal John Henry Newman

John Henry Newman nasceu em Londres em 1801. Foi ordenado sacerdote da Igreja Anglicana, onde serviu por anos como pároco de St. Clement, em Oxford. Em 1845, converteu-se ao catolicismo e, alguns anos depois, foi ordenado sacerdote da Igreja Católica. Fundou os Oratórios de São Felipe Neri e foi criado cardeal em 1879, tendo como lema "Cor ad cor loquitur" (O coração fala ao coração). Morreu em 11 de agosto de 1880.

Bento XVI o beatificou em 19 de setembro de 2010, graças à cura milagrosa do diácono Jack Sullivan, de Braintree, Massachusetts, que se recuperou de uma doença na coluna vertebral que o impedia de caminhar, e rezou ao Cardeal Newman pedindo sua intercessão.

O milagre que permitiu sua canonização é a cura de uma mulher grávida norte-americana que rezou pedindo a intercessão do Cardeal depois de receber um diagnóstico muito grave. Os médicos ainda não explicam como a mulher, da Arquidiocese de Chicago, conseguiu se recuperar.

2. Giuseppina Vannini

Giuseppina Vannini nasceu em Roma em 1859. Aos quatro anos de idade, perdeu o pai e, três anos depois, a mãe. Separada de seus dois irmãos, foi acolhida no Conservatório Torlonia, de Roma. Durante alguns exercícios espirituais, conheceu o sacerdote camiliano Pe. Luigi Tezza, que reconheceu nela a pessoa indicada para iniciar uma nova congregação fundada, em 1892, com o nome de Filhas de São Camilo.

Morreu em 1911 e, em 16 de outubro de 1994, foi beatificada por São João Paulo II, graças ao milagre realizado em Olga Nuñez, de Buenos Aires, que sofria de melanoma. As Filhas de São Camilo colocaram uma relíquia de Madre Giuseppina em seu leito hospitalar, enquanto rezavam uma novena pedindo a intercessão de sua fundadora. Milagrosamente, a doença começou a desaparecer, até curar completamente.

O segundo milagre, e o que permitiu sua canonização, envolve Arno Celson Klauck, mestre de obras de Sinop (MT  - Brasil), que caiu do terceiro andar pelo poço do elevador enquanto colocava vigas de madeira. Ele invocou a ajuda da religiosa enquanto caía. Milagrosamente, foi encontrado apenas com hematomas.

3. Maria Teresa Chiramel Mankidiyan

Maria Teresa Chiramel Mankidiyan nasceu em 1876, em Puthenchira, no estado de Kerala (Índia), recebeu de Deus muitos favores místicos, como ter visões de Nossa Senhora e dos santos, além dos estigmas de Cristo, em 1909, e que ela sempre manteve em segredo. Em 1914, fundou a congregação das Irmãs da Sagrada Família. Teve uma queda que causou uma ferida, que não pôde ser controlada devido ao diabetes que sofria e morreu em 1926.

Foi beatificada por São João Paulo II, em 9 de abril de 2000, graças à cura milagrosa de Mathew D. Pellissery, nascido com pé equinovaro congênito, uma doença que deforma os pés. A família pediu a intercessão da beata através da oração e do jejum. Um dia, o pé direito amanheceu totalmente certo; no ano seguinte, aconteceu o mesmo com o pé esquerdo.

Um segundo milagre, e o que permite sua canonização, é a cura de um bebê em 2009. Christopher nasceu com pulmões subdesenvolvidos e três buracos no coração, os médicos não lhe deram muito tempo de vida. Em um momento de crise respiratória, a avó do menino trouxe uma relíquia da religiosa e, com a oração da família, Christopher se recuperou. Atualmente, tem 10 anos.

4. Irmã Dulce Lopes Pontes

Maria Rita Lopes Pontes nasceu em 1914, tinha seis anos quando a mãe morreu e, aos 18, ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, onde passou a se chamar Dulce. Fundou a União dos Trabalhadores de São Francisco, um movimento operário cristão na Bahia, e o hospital Santo Antônio. Faleceu em 1992 por sua saúde debilitada.

O milagre de sua beatificação ocorreu em 2001, quando Claudia Cristina dos Santos, hoje com 42 anos, apresentou uma hemorragia incontrolável depois do parto. Após três intervenções, os médicos perderam a esperança, mas sua família decidiu pedir a intercessão da beata e o sangramento parou imediatamente.

O segundo milagre que a levou à canonização é a cura milagrosa de José Maurício Bragança Moreira, que estava cego devido a um glaucoma grave. Um dia, enquanto sofria de conjuntivite, colocou uma pequena estátua da religiosa sobre o olho, pedindo sua intercessão. Quando ele acordou, descobriu que podia ver novamente.

5. Margarita Bays

Margarita Bays nasceu na Suíça, no cantão de Friburgo, em 1815. Filha de agricultores, desenvolveu ao longo de sua vida o trabalho de costureira. Adoeceu com câncer antes dos 40 anos, mas foi inexplicavelmente curada, em 8 de dezembro de 1854, dia em que Pio IX proclamou o dogma da Imaculada Conceição. Viveu muitas experiências místicas e experimentou os estigmas. Morreu em 27 de junho de 1879.

Foi beatificada por São João Paulo II, em 29 de outubro de 1995, após a aprovação do primeiro milagre operado por sua intercessão. Isso ocorreu em 1940, quando, durante uma subida à montanha Dent-de-Lys, nos Alpes Berneses, quatro alpinistas caíram no vazio devido ao terreno escorregadio. O único que sobreviveu disse que pediu a intercessão de Margarita durante o acidente.

O segundo milagre, que a leva à canonização, ocorreu em 1998. Um avô rezou à beata ao ver que sua neta de dois anos caiu embaixo de um trator em movimento. Milagrosamente, a menina ficou ilesa. As investigações assinalam que era "medicamente impossível" sobreviver.

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Irmã Dulce dos Pobres foi canonizada pelo Papa Francisco

Irmã Dulce é santa. A celebração litúrgica com o rito da canonização reuniu cerca de 50 mil pessoas na Praça São Pedro. Com o “Anjo bom da Bahia”, foram canonizados também João Henrique Newman, Josefina Vannini, Maria Teresa Chiramel Mankidiyan, e Margarida Bays.

A cerimônia teve início com o rito da canonização: o prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Becciu, acompanhado dos postuladores, foi ao Papa Francisco e pediu que se procedesse à canonização dos beatos. O cardeal apresentou brevemente a biografia de cada um deles, que foram então declarados santos. Seguiu a ladainha dos santos e o Pontífice leu a fórmula de canonização.

O prefeito da Congregação, sempre acompanhado dos postulares, agradeceu ao Santo Padre e o coral entoou o canto do Glória. Na homilia, o Papa Francisco comentou o Evangelho deste 28º Domingo do Tempo Comum, que narra a cura de 12 leprosos.

“A tua fé te salvou” (Lc 17, 19). É o ponto de chegada do Evangelho de hoje, que mostra o caminho da fé. Neste percurso de fé, afirmou o Papa, é possível ver três etapas cumpridas pelos leprosos curados, que invocam, caminham e agradecem.

Primeiro, invocar. Assim como hoje, os leprosos sofrem pela doença em si e pela exclusão social. No tempo de Jesus, eram considerados impuros e, como tais, deviam estar isolados, separados. Eles invocam Jesus “gritando” e o Senhor ouve o grito de quem está abandonado.

“Também nós – todos nós – necessitamos de cura, como aqueles leprosos. Precisamos ser curados da pouca confiança em nós mesmos, na vida, no futuro; curados de muitos medos; dos vícios de que somos escravos; de tantos fechamentos, dependências e apegos: ao jogo, ao dinheiro, à televisão, ao celular, à opinião dos outros. O Senhor liberta e cura o coração, se O invocarmos”, afirmou Francisco.

A fé cresce assim, prosseguiu o Santo Padre, com a invocação confiante. “Invoquemos diariamente, com confiança, o nome de Jesus: Deus salva. Repitamos: é oração. A oração é a porta da fé, a oração é o remédio do coração”, sublinhou

Caminhar é a segunda etapa. Os leprosos são curados não quando estão diante de Jesus, mas depois enquanto caminham: “É no caminho da vida que a pessoa é purificada, um caminho frequentemente a subir, porque leva para o alto. A fé requer um caminho, uma saída; faz milagres, se sairmos das nossas cômodas certezas, se deixarmos os nossos portos serenos, os nossos ninhos confortáveis”.

Outro aspecto ressaltado pelo Papa é o plural dos verbos: “a fé é caminhar juntos, jamais sozinhos”. Mas, uma vez curados, nove continuam pela sua estrada e apenas um regressa para agradecer. E Jesus então pergunta: “Onde estão os outros nove? Constitui nossa tarefa ocuparmo-nos de quem deixou de caminhar, de quem se extraviou: somos guardiões dos irmãos distantes. Quer crescer na fé? Ocupa-se de um irmão distante”.

Agradecer é a última etapa. Ao leproso curado, Jesus diz: “A tua fé te salvou”. “Isto diz-nos que o ponto de chegada não é a saúde, não é o estar bem, mas o encontro com Jesus”. O ponto culminante do caminho de fé é viver dando graças. O Papa então questiona: “Nós, que temos fé, vivemos os dias como um peso a suportar ou como um louvor a oferecer? Ficamos centrados em nós mesmos à espera de pedir a próxima graça, ou encontramos a nossa alegria em dar graças? Agradecer não é questão de cortesia, de etiqueta, mas questão de fé”.

Dizer “obrigado, Senhor”, ao acordar, durante o dia, antes de deitar, é antídoto ao envelhecimento do coração, de acordo com o Pontífice. O motivo para agradecer deste domingo, 13, segundo Francisco, são os novos Santos, que caminharam na fé e agora o povo de Deus os invoca como intercessores. Três deles, disse o Papa, são freiras, como Irmã Dulce, e mostram que a vida religiosa é um caminho de amor nas periferias existenciais do mundo.

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Catedral celebrará Dia da Padroeira

A Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Catedral) celebra neste sábado, 12, o dia de sua padroeira e também padroeira de Votuporanga e do Brasil. As festividades tem neste ano o tema: "Com Maria: escolhidos e enviados em missão!”. Também serão celebrados os 43 anos de falecimento do Frei Arnaldo, que foi Vigário em Votuporanga por 13 anos.  As celebrações iniciarão às 9h com a Santa Missa com Crianças, que também comemoram seu dia. Ao meio-dia, os fiéis poderão participar da Consagração Solene a Nossa Senhora Aparecida, consagrando suas vidas à proteção de Maria. No fim do dia, às 17h30, os fiéis sairão em procissão com a imagem da padroeira pelas ruas centrais e após a procissão, será celebrada uma Missa Solene em Louvor a Nossa Senhora Aparecida, presidida pelo padre Gilmar Margotto. Após a Missa, haverá mais uma noite de Quermesse no Centro Paroquial de Eventos.

As Festividades da Padroeira tiveram início no dia 03, com a Novena de Nossa Senhora. Durante noves dias, os fiéis puderam rezar e agradecer a Nossa Senhora. No último sábado, 5, foi iniciada a Sensacional Quermesse da Padroeira que será realizada também nos sábados 12 e 19 de outubro, sempre no Centro Paroquial de Eventos. Também está sendo realizado o Concurso Boneca e Boneco Vivos.

O povo de Votuporanga sempre teve muita fé em Nossa Senhora Aparecida, a ela foi dedicada a primeira capelinha de nossa cidade e posteriormente o bispo diocesano a nomeou como padroeira de Votuporanga.

Segundo o padre Gilmar Margotto, pároco da Catedral, “nestas celebrações, procuramos aprofundar o espírito mariano, nossa fé em Deus e o nosso compromisso como cristão. A partir do momento em que nós encontramos em Maria o modelo e exemplo de fé, nós também encontramos nela esse espírito de fraternidade e solidariedade e de modo especial o nosso espírito missionário.” Ele também falou que devemos sempre estar dispostos,  e sermos humildes e perseverantes na fé, como Maria o foi e seguirmos suas palavras: “Eis aqui a serva do Senhor”.

 

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43 anos de falecimento do Frei Arnaldo

Celebramos neste sábado, dia 12 de outubro, os 43 anos de falecimento do Frei Arnaldo Maria de Itaporanga, vítima de um acidente automobilístico no trevo de Nhandeara, quando vinha para Votuporanga participar das festividades da padroeira.

O saudoso frei foi vigário cooperador da paróquia Nossa Senhora Aparecida por 12 anos, tendo desempenhado um maravilhoso trabalho pastoral e cativando a todos. Fica nos a lembrança do saudoso frei corintiano e que amava a Votuporanguense.

Frei Arnaldo Maria de Itaporanga (José Figueiredo Castilho) nasceu em Itaporanga aos 4 de abril de 1928, filho de Oscarlino Figueiredo Castilho e de Maria Isabel Castilho, terceiro dos cinco filhos do casal: Celso, Maria de Lourdes, João Batista e Luiza Antonia. Entrou para o Seminário São Fidélis aos 23 de janeiro de 1946. Vestiu o hábito aos 5 de janeiro de 1949, tendo como Mestre Frei Epifânio Menegazzo. Ordenado sacerdote aos 19 de fevereiro de 1956, concluiu os estudos no final desse ano. Seu primeiro campo de apostolado foi Votuporanga, já em janeiro de 1957. Ali granjeou a estima e a amizade de toda a população, sendo bastante querido, especialmente da colônia japonesa. Soube viver intensamente, sempre jovial, alegre, simpatizante dos esportes – especialmente do futebol – e também zeloso no apostolado. Generoso, mão aberta, expansivo, não se deixava prender por muitas normas ou etiquetas. Queria ver todos felizes e alegres; onde estivesse, era sempre o centro das brincadeiras, recordando aventuras dos tempos idos e das “tramas” para fugir à austera disciplina dos rigorosos tempos de estudante. Em janeiro de 1969, com grande tristeza dos votuporanguenses, foi transferido para Ilha Solteira (SP), onde, igualmente, conquistou a todos.

Aos 12 de outubro de 1976, quando ia de Ilha Solteira para a estimada Votuporanga a fim de pregar na festa da Senhora Aparecida, padroeira local, seu carro, dirigido por Frei Ludovico Sesso foi colhido por um ônibus no Km. 509 da Rodovia Feliciano S. Cunha, no trevo de Nhandeara. Teve morte instantânea, enquanto Frei Ludovico ainda sobreviveu por algumas semanas. Mais de 5 mil pessoas participaram do funeral de Frei Arnaldo, quando houve missa concelebrada por inúmeros sacerdotes em Votuporanga, onde foi sepultado a pedido da população.

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