Notícias e Artigos Litúrgicos
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Diocese de Votuporanga promove 2ª edição da Missão Jovem

A juventude da Diocese de Votuporanga já está se preparando para a 2ª edição da Missão Jovem. Este ano acontecerá na Capela Santo Antônio de Votuporanga, de 19 a 21 de julho, abrangendo também as comunidades do Jardim Itália e Boa Vista. Jovens de toda a Diocese podem participar, basta se inscrever até o dia o 15 por meio do facebook e instagram do Setor Juventude ou também procurar os coordenadores dos grupos de jovens.

O tema da missão é “Ide sem medo para servir” e a iniciativa acompanha a experiência proposta pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) de convidar os jovens a saírem em evangelização em suas Dioceses, para amadurecimento da fé. Além disso, a proposta vai ao encontro da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Christus Vivit (Cristo Vive), do Papa Francisco.

Guilherme da Silva Pereira, 21 anos, participou da primeira edição e já garantiu a sua vaga para 2019. “O que me leva a querer participar de novo é o desejo de anunciar a palavra de Cristo, pois isso é muito satisfatório. Tem gente que precisa de verdade de nossa visita e com a missão temos a oportunidade de fazer essa diferença, mudando a vida das pessoas.”

A programação da missão inclui preparação aos jovens participantes, evangelização, momentos de oração, animação e experiências com a comunidade e missionários em praças. Envolverá também os seminaristas da Diocese. “Vale ressaltar que até mesmo jovens que não estão engajados em algum movimento podem participar, pois missão é servir, sair da zona de conforto, encontrar Jesus, visitar outras famílias e crescer espiritualmente”, destaca Daiane Ribeiro Nascimento, do Setor Juventude.

O bispo da Diocese de Votuporanga, Dom Moacir Aparecido de Freitas, reforça o convite para a toda juventude. “Jovem, a missão faz parte da experiência cristã, sendo uma dimensão da caridade e oportunidade para transmitir o testemunho, levar a amizade, esperança e ainda conhecer a realidade do outro. Isso é viver o Evangelho e mostrar a presença da Igreja. Venha participar você também da segunda Missão Jovem Diocesana.”

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (17) 99642-2627.

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Padre Nino presidirá Missa na Catedral no dia 28/07

No último domingo de julho, dia 28, o Padre Nino Carta presidirá a Santa Missa na Sé Catedral às 10h. Padre Nino atualmente atua na Paróquia Santa Anastácia na cidade italiana de Budusò, na Ilha de Sardenha, e está no Brasil para curtir alguns dias de férias, rever os amigos e também para coordenar o Retiro Anual da Associação de Leigos Consagrados Comunhão e Missão. Esta associação foi fundada por ele em 1982 e está presente nas cidades de Mirassol, Rio Preto, Caraguatatuba, Ubatuba, Votuporanga, Palmares Paulista e Budusò (Itália). 


Nascido Pietro Saturnino Carta na Itália, padre Nino como é carinhosamente chamado, foi ordenado sacerdote no dia 15 de agosto de 1963. O sacerdote italiano esteve à frente da Paróquia Nossa Senhora Aparecida entre os anos de 1983 e 1991, sendo o primeiro pároco após a saída dos freis capuchinhos. Nos quase 8 anos em que esteve em Votuporanga, Padre Nino, italiano de nascença, mas brasileiro de coração, cativou os fiéis votuporanguenses que lotavam a Igreja Matriz para ouvir as homilias e as músicas cantadas e tocadas pelo sacerdote. 

Padre Nino Carta foi um grande incentivador das CEBs (Comunidades Eclesiais de Base),dividindo o território paroquial em pequenas comunidades de forma a levar a Igreja mais perto das casas dos fiéis. Preocupado com a juventude, criou a Pastoral do Menor. Grande comunicador, deu início as transmissões do programa de rádio “Bondade é Notícia” e da Santa Missa dominical na TV. Apaixonado pelo futebol, a exemplo do frei Arnaldo, padre Nino não perdia um jogo da Votuporanguense. Visando o despertar vocacional de muitos jovens, o sacerdote criou um seminário paroquial, sendo uma etapa de amadurecimento antes da ida dos vocacionados para o seminário diocesano. Esta experiência deu a Igreja novos padres, como o padre Gilmar Margotto, Jair de Marchi, Leonel, Leonildo, entre outros. O nome da Livraria Católica votuporanguense “Mamma Pasqua” é uma homenagem à mãe do padre Nino.

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Inscrições abertas para o Concurso Boneca e Boneco Vivos

Estão abertas as inscrições para o Concurso Boneca e Boneco Vivos 2019. Podem participar do Concurso crianças de 1 a 12 anos, sendo que todos os participantes receberão prêmios. Serão entregues prêmios especiais às crianças que venderem mais votos e para os compradores destes votos que serão vendidos por R$1,00, cujo anúncio será feito  no último dia de Quermesse.. 

Os pais que tenham interesse que seus filhos participem deste concurso podem fazer as inscrições na Secretaria Paroquial ou durante as Missas. Maiores informações pelo telefone: 3421-6245.Esta já é uma excelente oportunidade para inserir as crianças no trabalho da Igreja.

Esta é uma ótima oportunidade para que as crianças desde pequenas possam começar a participar ativamente da vida da Igreja. O tradicional Concurso é realizado desde 1992 nos meses de setembro e outubro.

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A oração preferida de Bento XVI

No livro “Últimas Conversas”, o jornalista Peter Seewald apresenta a prece preferida de Bento XVI: é a “Oração comum”, de São Pedro Canísio, o “segundo apóstolo da Alemanha” (o primeiro foi São Bonifácio, que levou o Evangelho às terras germânicas). Eis a oração:

 

 

ORAÇÃO COMUM

De São Pedro Canísio

 

Deus eterno e todo-poderoso, Senhor, Pai celestial!

 

Voltai o vosso olhar misericordioso ao nosso pranto, às nossas misérias e às nossas penas.

Tende piedade de todos os cristãos, pelos quais o vosso Filho Único, nosso Senhor bem-amado e Salvador, Jesus Cristo, entregou a própria vontade em mãos dos pecadores e derramou seu precioso Sangue sobre a Santa Cruz.

Por Jesus Cristo, nosso Senhor, livrai-nos de todas as nossas penas, dos perigos presentes e futuros, dos rancores, das guerras e das armas, da fome, dos momentos de angústia e de miséria.

Em vossa bondade, iluminai e fortalecei os nossos dirigentes religiosos e os nossos governantes, para que, com suas ações, possam participar da vossa glória divina, da nossa salvação, da paz e do bem de toda a cristandade.

Concedei-nos, ó Senhor, a paz, uma justa unidade na fé, sem divisões nem separações.

Orientai os nossos corações para a autêntica penitência e para a edificação das nossas vidas.

Acendei em nós o fogo do vosso amor!

Dai-nos fome e sede da vossa justiça, de modo que, como filhos obedientes, possamos glorificar-vos com a nossa vida e na hora da nossa morte.

Nós vos rogamos ainda, ó nosso Deus, que se faça a vossa vontade em nossos amigos e inimigos, nas pessoas de boa saúde e nos enfermos, em todos os cristãos aflitos e atribulados, nos vivos e nos falecidos, em nossas profissões e trabalhos, em nossa vida e nossa morte.

Ajudai-nos a beneficiar-nos da vossa graça neste mundo. Que possamos unir-nos a todos os vossos eleitos para vos louvar, honrar e glorificar junto a eles.

Concedei-nos esta graça, ó Senhor, nosso Pai celestial!

Pelo vosso Filho, Jesus Cristo, que vive e reina convosco na unidade do Espírito Santo pelos séculos dos séculos.

Amém.

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Migrantes: “Símbolo de todos os descartados da sociedade”, afirma Papa

“Os migrantes são hoje o símbolo de todos os descartados da sociedade globalizada”. Foi o que disse o Papa Francisco na manhã desta segunda-feira, 8, durante a celebração, na Basílica Vaticana, do sexto aniversário de sua visita à ilha de Lampedusa. A ilha ao sul da Itália foi a meta, exatamente em 8 de julho de 2013, da primeira viagem do Pontífice. Naquele ano, os desembarques de migrantes eram quase diários. Meses depois, em 3 de outubro, foi registrada a maior tragédia nas imediações: um naufrágio de uma embarcação líbica que matou 368 pessoas.

O Papa reforçou durante sua homilia:“Não se trata apenas de migrantes, mas de pessoas humanas”. A missa foi celebrada para um restrito grupo de pessoas, cerca de 250, convidadas pelo Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral. Neste sexto aniversário da visita a Lampedusa, o Santo Padre afirmou pensar nos “últimos” que diariamente clamam ao Senhor, pedindo para serem libertados dos males que os afligem.

“São os últimos enganados e abandonados a morrer no deserto; são os últimos torturados, abusados e violentados nos campos de detenção; são os últimos que desafiam as ondas de um mar impiedoso; são os últimos deixados em acampamentos de acolhimento”, completou Francisco, que destacou: “Estes são apenas alguns dos últimos que Jesus nos pede para amar e levantar”. Infelizmente, prosseguiu o Pontífice, as periferias existenciais das cidades estão densamente povoadas de pessoas que foram descartadas, marginalizadas, oprimidas, discriminadas, abusadas, exploradas, abandonadas, de pessoas pobres e sofredoras.

Papa encontrou com migrantes nesta segunda-feira, 8, no Vaticano/ Foto: Vatican Media

No espírito das Bem-aventuranças, o Papa exortou os fiéis a acudir misericordiosamente as aflições dos migrantes e refugiados; os saciar da fome e sede de justiça; e fazer-lhes sentir a solícita paternidade de Deus. “São pessoas; não se trata apenas de questões sociais ou migratórias! Não se trata apenas de migrantes!’”, repetiu a frase que é o tema do 105º Dia Mundial do Migrante e do Refugiado (DMMR), que será celebrado em 29 de setembro próximo. “Os migrantes são, antes de mais nada, pessoas humanas e que, hoje, são o símbolo de todos os descartados da sociedade globalizada”, frisou o Santo Padre.

Neste contexto, Francisco propôs a imagem da escada de Jacob, proposta na primeira leitura da liturgia de hoje. “Em Jesus Cristo, está assegurada e é acessível a todos a ligação entre a terra e o Céu. Mas subir os degraus desta escada requer empenho, esforço e graça. Os mais frágeis e vulneráveis devem ser ajudados. (…) Apraza-me pensar que poderíamos ser, nós, aqueles anjos que sobem e descem, pegando ao colo os pequenos, os coxos, os doentes, os excluídos: os últimos, que caso contrário ficariam para trás e veriam apenas as misérias da terra, sem vislumbrar já desde agora algum clarão do Céu. (…) Trata-se de uma grande responsabilidade, da qual ninguém se pode eximir, advertiu o Pontífice”, prosseguiu.

O Papa concluiu sua homilia agradecendo aos migrantes que, mesmo recém-chegados à Itália, já ajudam os “irmãos e irmãs” que chegaram depois: “Quero agradecer-lhes por este estupendo sinal de humanidade, gratidão e solidariedade”.

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A oração cristã tem uma dimensão universal, diz Papa Francisco

Durante a oração do Ângelus neste domingo, 7 de julho, na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco recordou aos fiéis reunidos junto ao Palácio Apostólico que a oração cristã não deve se limitar às necessidades pessoais, mas, para que seja verdadeiramente cristã, deve ter uma dimensão universal.

No comentário ao Evangelho do dia, o Papa falou sobre o episódio no qual Jesus envia à missão 72 discípulos. “O número 72 indica provavelmente todas as nações”, expressou. Nesse sentido, recordou que o livro do Gênesis “menciona 72 nações diferentes”.

Desta maneira, “o envio simboliza a missão da Igreja de anunciar o Evangelho a todas as pessoas”.

Fiel a este mandato de Jesus, Francisco convidou a rezar por todos os povos: “a nossa oração não deve se limitar somente ao que precisamos, às nossas necessidades. Uma oração é realmente cristã se também tiver uma dimensão universal”.

“A missão é baseada na oração, que é itinerante, que requer desapego e pobreza, que leva paz e cura, sinais da proximidade do Reino de Deus. que não é proselitismo, mas anúncio e testemunho, e que também requer a franqueza e a liberdade evangélica de ir embora demonstrando a responsabilidade de ter rejeitado a mensagem da salvação, mas sem condenações e maldições”.

Ao viver desta maneira, “a missão da Igreja será caracterizada pela alegria”. “Não se trata de uma alegria efêmera que vem do sucesso da missão; ao contrário, é uma alegria enraizada na promessa que – diz Jesus – ‘os vossos nomes estão escritos no céu’”.

“Com esta dimensão, quer mostrar a alegria interior e indestrutível que nasce do conhecimento de ser chamados por Deus a seguir seu Filho. Isto é, a alegria de ser seus discípulos”, sublinhou.

Neste sentido, explicou que “cada um de nós pode pensar no nome que recebeu no dia do Batismo: esse nome está ‘escrito no céu’, no coração de Deus Pai. E é a alegria desse dom que faz de cada discípulo um missionário, aquele que caminha em companhia do Senhor Jesus, que aprende com Ele a se dedicar sem restrições pelos outros, livre de si mesmo e dos próprios bens”.

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Papa no Ângelus: Pedro e Paulo eram diferentes, mas Jesus era Senhor de ambos

Após celebrar a missa na qual foram entregues o pálio episcopal aos novos arcebispos vindo de diversos países, incluindo o Brasil, o Papa Francisco rezou o ângelus com os fiéis e destacou o exemplo de unidade deixado pelos apóstolos São Pedro e São Paulo, que apesar de suas diferenças, fizeram de Jesus o Senhor de suas vidas e derramaram seu sangue por Ele.

O Santo Padre começou sua alocução dizendo: “Os Santos Pedro e Paulo, que celebramos hoje, em ícones, são às vezes retratados apoiar o edifício da igreja. Isso nos lembra das palavras do Evangelho de hoje, em que Jesus diz a Pedro: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja" (Mt 16, 18). É a primeira vez que Jesus pronuncia a palavra "Igreja", porém mais do que no substantivo eu gostaria de convidá-lo a pensar sobre o adjetivo, MINHA: MINHA igreja. Jesus não fala da Igreja como uma realidade externa, mas expressa o grande amor que nutre por ela: minha igreja”.

“Ele está ligado à Igreja para nós. São Paulo escreve: "Cristo amou a Igreja e entregou-se por ela isto é, explica o apóstolo, Jesus ama a Igreja como sua esposa. Para o Senhor não somos um grupo de crentes ou uma organização religiosa, nós somos sua esposa. Ele olha com ternura para a sua Igreja, ele a ama com fidelidade absoluta, não obstante nossos erros e traições. Como aquele dia para Pedro, hoje ele nos diz: "minha Igreja"”, afirmou o Pontífice.

 

 

“E nós também podemos repeti-lo: minha igreja. Nós não dizemos isso com um sentimento de pertença exclusivo, mas com um amor inclusivo. Não nos diferenciarmos dos outros, devemos aprender a beleza de estar com os outros, porque Jesus nos quer unidos e abertos. De fato, a Igreja não é "minha" porque responde a mim mesmo, aos meus desejos, mas porque eu lhe dou meu carinho”.

“Em outro ícone, os Santos Pedro e Paulo são retratados em um abraço. Eles eram muito diferentes um do outro: um pescador e um fariseu com experiências de vida, personagens e maneiras bastante diferentes de fazer as coisas e sensibilidades. Opiniões conflitantes e debates francos não faltaram entre eles. Mas o que os uniu foi infinitamente maior: Jesus era o Senhor de ambos disseram juntos "meu Senhor" àquele que diz "minha Igreja", afirmou.

“Nesta festa, que une dois Apóstolos tão diferentes, seria bom dizer: "Obrigado, Senhor, por essa pessoa que não sou eu: ela é um dom para a minha igreja”. É bom apreciar as qualidades dos outros, reconhecer os dons dos outros sem malícia e sem inveja. A inveja causa amargura por dentro, é vinagre derramado sobre o coração. Torna amarga a vida. Que bom, em vez disso, saber que pertencemos um ao outro, porque compartilhamos o mesmo fé, o mesmo amor, a mesma esperança, o mesmo Senhor. Nós pertencemos um ao outro: é esplêndido mistério da nossa Igreja!”, prossegue o Papa Francisco.

“No final do Evangelho, Jesus diz a Pedro: "Apascenta as minhas ovelhas" (Jo 21, 17). Ele fala sobre nós e diz minhas ovelhas, com a mesma ternura que costumava dizer minha Igreja. Aqui está o carinho que constrói a Igreja”, afirmou o Papa.

Ao final do discurso e antes da oração mariana o Papa Francisco disse: “Hoje, pela intercessão dos Apóstolos, pedimos a graça de amar a nossa Igreja. Nós pedimos olhos que eles saibam ver nela irmãos e irmãs, um coração que sabe acolher os outros com amor. (...) Que Nossa Senhora, “que trouxe harmonia entre os apóstolos e orou com eles, proteja-nos como irmãos e irmãs na Igreja”, concluiu.

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O Papa Francisco explica estas 3 atitudes ante a vocação de seguir Jesus

O Papa Francisco explicou este domingo 30 de junho a atitude de três personagens diferentes diante do chamado a seguir Jesus narrados no Evangelho de São Lucas que foi lido na missa dominical.

Antes de concluir o ângelus deste domingo, o Santo Padre refletiu sobre as palavras de São Lucas em seu Evangelho, nas quais descreve a última viagem de Jesus para Jerusalém, narração que conclui o capítulo 19.

“É um longo caminho não só geográfico e em termos de espaço, mas um caminho espiritual e teológico para o cumprimento da missão do Messias. A decisão de Jesus é radical e total, e quem o segue está chamado a medir-se com ela”, assinalou o Papa.

Nesta linha, o Pontífice destacou que o evangelista apresenta três personagens, “três casos de vocação, poderíamos dizer, que trazem à luz o que é necessário para seguir Jesus até o fim, totalmente”.

Em primeiro lugar, o Santo Padre recordou o primeiro personagem que promete: ‘Seguir-te-ei aonde quer que vá’. “Generoso! Mas Jesus responde que o Filho do homem... ‘não tem onde apoiar a cabeça’. A pobreza absoluta de Jesus. Jesus, de fato, deixou a casa paterna e renunciou à toda segurança para anunciar o Reino de Deus às ovelhas perdidas de seu povo”.

“Assim Jesus nos indicou, a seus discípulos, que nossa missão no mundo não pode ser estática, mas itinerante”, afirmou o Papa quem acrescentou que “o cristão é um itinerante. A Igreja por sua natureza está em movimento, não está sedentária e tranquila no próprio recinto. Está aberta aos mais extensos horizontes, ela é enviada -A Igreja é enviada!- a levar o Evangelho pelas ruas e a alcançar as periferias humanas e existenciais”, afirmou.

Depois, o Santo Pai descreveu o segundo personagem que Jesus encontra e recebe diretamente Dele a chamada, mas responde: ‘Senhor, me permita antes enterrar meu pai’. “É uma solicitude legítima, fundada no mandamento de honrar o pai e a mãe. Entretanto, Jesus replica: ‘Deixa que os mortos enterrem a seus mortos’. Com estas palavras, provocadoras, Ele procura afirmar o primado do seguimento e do anúncio do Reino de Deus, inclusive sobre as realidades mais importantes, como a família”.

Nesta linha, o Papa destacou que “a urgência de comunicar o Evangelho, que rompe a cadeia da morte e inaugura a vida eterna, não admite demoras, mas requer disponibilidade. Portanto, a Igreja é itinerante, e aqui a Igreja é decisiva, atua rapidamente, ao momento, sem esperar”.

Por último, o Papa Francisco assinalou que o terceiro personagem também quer seguir Jesus, mas com uma condição: ele o fará depois de despedir-se de seus familiares. E depois disto, diz o Mestre: ‘Ninguém que ponha sua mão no arado e logo olha para trás é adequado para o reino de Deus’ e acrescentou que “o seguimento de Jesus exclui os arrependimentos e olhares para trás, mas requer a virtude da decisão”.

“A Igreja, para seguir Jesus, é itinerante, atua imediatamente, rapidamente e decidida. O valor destas condições estabelecidas por Jesus (inerrância, disponibilidade e decisão) não se coloca em uma série de ‘não’ referindo-se a coisas boas e importantes na vida. O acento, antes bem, deve colocar-se no objetivo principal: Transformar-se em um discípulo de Cristo! Uma decisão livre e consciente, feita de amor, para corresponder à inestimável graça de Deus, e não feita como uma forma de promoção pessoal”, expressou o Papa.

Entretanto, o Pontífice reconheceu que é triste quando há alguns que “pensam que estão seguindo Jesus para promover-se, quer dizer, para fazer uma carreira, para sentir-se importantes ou para adquirir um lugar de prestígio. Jesus nos quer apaixonados por Ele e o Evangelho. Uma paixão do coração que se traduz em gestos concretos de disponibilidade, de proximidade aos irmãos mais necessitados, de acolhida e de cuidado. Assim como Ele mesmo viveu”, disse o Papa.

Deste modo, o Santo Padre pediu: “Que a Virgem Maria, ícone da Igreja em caminho, nos ajude a seguir com alegria o Senhor Jesus e a anunciar aos irmãos, com renovado amor, a Boa Notícia da Salvação!”.

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Bento XVI: O Papa é um só, Francisco

Na entrevista, publicada pelo jornal italiano ‘Corriere Della Sera’, nesta sexta-feira, 28 de junho, Bento XVI disse que "a unidade da Igreja está sempre em perigo, há séculos".

"Foi assim em toda a sua história. Guerras, conflitos internos, ameaças de cismas", acrescentou.

No entanto, ressaltou, "sempre prevaleceu a consciência de que a Igreja é e deve ficar unida".

A entrevista foi realizada pelo jornalista italiano Massimo Franco, em 23 de junho, mas apenas algumas citações diretas foram publicadas em seu artigo de cinco páginas sobre o encontro.

Franco disse que, "quando a história desses anos secretos" do Papa Emérito Bento XVI for escrita, "não será possível ignorar os cardeais e bispos altamente reservados que vieram à sua porta em busca de alívio, e expressando suas críticas e sua perplexidade em relação ao atual pontificado".

As preocupações expressas pelo jornalista italiano foram recebidas com respostas claras do Papa Emérito, por isso assinalou que "a obsessão de Bento pela unidade da Igreja... é mais aguda do que nunca".

Em fevereiro de 2013, Bento XVI surpreendeu o mundo com o anúncio de sua renúncia, feito em latim. O atual Papa Emérito indicou como razões a sua idade avançada e a falta de força para o exercício do cargo.

Bento XVI foi o primeiro pontífice romano a renunciar ao cargo em quase 600 anos.

Desde então, tem levado uma vida de oração após a eleição do Papa Francisco, encontrando-se em algumas ocasiões com seu sucessor.

Segundo Franco, Bento XVI disse suave e lentamente que "a Itália sempre foi um país lindo, mas um pouco caótico". O jornalista também ressaltou que, apesar de seus 92 anos, o Pontífice Emérito mostra "uma invejável velocidade de pensamento".

Em 29 de junho, se celebrará 68 anos da ordenação sacerdotal de Bento XVI. O Papa Emérito planeja passar o verão pacificamente com a visita habitual de seu irmão, Georg, e algumas reuniões privadas com convidados para o café da manhã ou para o almoço, de acordo com ACI Stampa, agência em italiano do Grupo ACI.

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Isto foi o que o Papa disse sobre encontro de Donald Trump e Kim Jong na Coreia do Norte

Após a oração do Ângelus no domingo, 30 de junho, o Papa Francisco falou sobre o encontro histórico na Coreia do Norte entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente norte-coreano, Kim Jong-un,  e rezou para que este gesto constitua um passo "no caminho da paz", não somente naquela península, mas "em favor do mundo inteiro".

"Nas últimas horas, testemunhamos na Coreia um bom exemplo de cultura do encontro. Saúdo os protagonistas, com a oração a fim de que tal gesto significativo constitua um passo ulterior no caminho da paz, não somente naquela península, mas em favor do mundo inteiro", expressou o Santo Padre.

Boas férias

Além disso, o Pontífice dirigiu uma mensagem especial antes de iniciar o período de descanso previsto para o verão. "Neste último dia de junho desejo que todos os trabalhadores tenham um período de descanso durante o verão, que possa beneficiar a eles e a suas famílias", afirmou o Papa.

Após a intensa onda de calor que atingiu a Itália e outros países europeus, o Papa Francisco expressou que reza "por todos aqueles que, nestes dias, sofreram, principalmente, com as consequências do calor: os doentes, os idosos, as pessoas que têm que trabalhar ao ar livre, nas obras..." e exclamou: "Que ninguém seja abandonado ou explorado!".

Ao concluir, o Santo Padre também dirigiu sua saudação a todos os presentes na Praça de São Pedro, no Vaticano, "romanos e peregrinos: famílias, grupos paroquiais e associações".

"Desejo a todos um feliz domingo. Por favor, não se esqueçam de rezar por mim. Bom almoço e adeus", concluiu.

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Papa presenteia Bartolomeu I com relíquia de São Pedro

Neste sábado, 29, ao descer ao sepulcro do Apóstolo Pedro, colocado sob o altar da Basílica Vaticana, ao final da missa dedicada a São Pedro e São Paulo, o Papa Francisco anunciou ao líder da Delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, presente em Roma, que desejava dar um presente a seu “irmão”, o patriarca Bartolomeu.

Ao final da celebração, Francisco pediu ao arcebispo Job para acompanhá-lo ao carro. Os dois seguiram em direção ao Palácio Apostólico até chegarem à capela dos aposentos papais. Somente então o Santo Padre entregou o relicário que seu antecessor, Paulo VI, colocara na pequena capela, e o oferece ao seu hóspede.

O arcebispo de Telmissos, assim que pode, informou o Patriarca, que recebeu a notícia com imensa alegria, e depois organizou a viagem do relicário a Istambul, onde na manhã deste domingo, 30, foi entregue a Bartolomeu por monsenhor Andrea Palmieri, subsecretário do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, também ele em Istambul.

O Patriarca fez o anúncio pessoal e publicamente aos fiéis, durante a celebração da Festa dos Apóstolos, que na Igreja Ortodoxa recorre no dia seguinte à solenidade dos Santos Pedro e Paulo. “Este é para nós um evento extraordinário e inesperado, que jamais poderíamos imaginar”, disse o arcebispo Job.

Historicamente, as relíquias de São Pedro sempre estiveram em Roma e Roma foi, portanto, meta de peregrinação para os ortodoxos. Houve algumas relíquias que anteriormente haviam feito a viagem a Istambul, mas eram relíquias que haviam sido trazidas pelos Cruzados. Devido às boas relações estabelecidas com a comunidade ortodoxa, depois do Concílio Vaticano II, estas relíquias fizeram o “retorno” a sua pátria.

Desta vez, trata-se de relíquias de São Pedro, e com uma “passagem só de ida” para Constantinopla: “outro passo gigantesco em direção à unidade concreta”, conclui o arcebispo ortodoxo de Telmissos.

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Canonização de Irmã Dulce será no dia 13 de outubro

O Papa Francisco presidiu, nesta segunda-feira, 1, na Sala Clementina, no Vaticano, o Consistório Ordinário Público para a Canonização de cinco Beatos, dentre os quais Irmã Dulce Lopes Pontes. Durante o Consistório, o Santo Padre anunciou a data de canonização dos cinco beatos. Será no domingo, 13 de outubro, durante o Sínodo para a Amazônia.

Além de Irmã Dulce, serão canonizados os seguintes beatos: John Henry Newman, cardeal, fundador do Oratório de São Filipe Néri na Inglaterra; Giuseppina Vannini (no século Giuditta Adelaide Agata), fundadora das Filhas de São Camilo; Maria Teresa Chiramel Mankidiyan, fundadora da Congregação das Irmãs da Sagrada Família e Margherita Bays, Virgem, da Ordem Terceira de São Francisco de Assis.

Irmã Dulce Lopes

Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes nasceu em 26 de maio de 1914 em Salvador, Bahia. Aos seis anos perdeu sua mãe, sendo educada por suas tias. Aos 13 anos, uma delas a levou para conhecer as áreas mais pobres da cidade, fato que despertou nela uma grande sensibilidade. Aos 18 anos ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, onde começou a ser chamada Dulce.

Uma das inspirações para o discernimento de sua vocação foi a vida de Santa Teresinha do Menino Jesus. “A exemplo de Santa Teresina, penso que todos os pequenos atos de amor, por menores que sejam, agradam ao Menino Jesus”, dizia. Assim, seus pequenos atos de amor foram traduzidos em grandes obras sociais. Irmã Dulce fundou a união dos trabalhadores de São Francisco, um movimento cristão de trabalhadores na Bahia.

Iniciou depois a acolher pessoas doentes em casas abandonadas em uma ilha em Salvador da Bahia. Mais tarde, foram despejados e a religiosa transferiu a estrutura de acolhida para um antigo mercado de peixe, mas foi obrigada a abandonar o local. Assim, o único lugar onde ele poderia acomodar mais de 70 pessoas que precisavam de assistência médica era o galinheiro do convento onde vivia, que rapidamente transformou-se em um hospital improvisado.

Assim começou a história de outra de suas fundações: o hospital Santo Antônio, inaugurado oficialmente em maio de 1959, com 150 leitos. Atualmente, recebe 3.000 pacientes por dia. Hoje suas fundações são conhecidas como as Obras Sociais de Irmã Dulce, Osid.

Nos últimos 30 anos de vida, a saúde da irmã Dulce estava muito debilitada. Ele tinha apenas 30% da capacidade respiratória. Em 1990 começou a piorar e por 16 meses permaneceu hospitalizada, oportunidade em que recebeu a visita do Papa João Paulo II, com quem havia tido uma audiência privada dez anos antes.

Ela foi transferida para o Convento de Santo Antônio, onde veio a falecer em 13 de março de 1992. Milhares de pessoas em condições de extrema pobreza reuniram-se para dar a ela o último adeus.

Seu corpo foi transferido para a Igreja da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, onde se descobriu que ele havia permanecido incorrupto. O milagre que permitiu sua beatificação ocorreu em 2001. Este fato foi a confirmação de uma vida virtuosa, centrada na oração e na caridade, a partir das menores coisas. “O amor supera todos os obstáculos, todos os sacrifícios”, disse a irmã Dulce.

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Catedral celebrará Missa pelos Enfermos no dia 17/07

No dia 17 de julho, será celebrada uma missa especial pelos enfermos às 15h na Sé Catedral. Nesta celebração, os doentes do corpo e da alma receberão o sacramento da Unção dos Enfermos. Esta missa é celebrada anualmente na Paróquia Nossa Senhora Aparecida no mês de julho, nas proximidades da Festa de São Camilo de Lélis (14 de julho), santo protetor dos doentes. 

É momento de gesto concreto também, pois pede-se às pessoas sãs que dediquem o horário da celebração para levarem os doentes até a Igreja, principalmente aqueles enfermos que não podem se locomoverem sozinhos. Para os sadios é momento também de agradecer a Deus por sua saúde e rezarem por todos os enfermos. 

História de São Camilo de Lélis

Nasceu no ano de 1550 na Itália. Filho de pai militar, também seguiu essa carreira, mas não pode prosseguir devido a um tumor em um dos pés. Recorreu ao hospital de São Tiago em Roma, onde viveu sua compaixão pelos outros doentes. 

Porém, ele deu um ‘sim’ ao pecado, entregando-se ao vício do jogo, onde perdeu tudo e ficou na miséria total. Saiu do hospital devido o seu temperamento. Foi de hospital em hospital para cuidar de sua ferida, até bater na porta dos franciscanos capuchinhos e ali quis trabalhar na obra de Deus. 

Com 25 anos começou o seu processo de conversão. No hospital em Roma, Deus suscitou nele a santidade de ver nos doentes a pessoa de Cristo e também o carisma dos ‘Camilianos’. Camilo também viveu uma bela amizade com São Felipe Néri. 

Entrou para os estudos, foi ordenado sacerdote, e vendo a realidade dos peregrinos de Roma, que não tinham uma assistência médica digna, foi brotando nele o carisma de servir a Cristo na pessoa do doente, do peregrino. E muitos se juntaram a ele nessa obra. Em cada sofredor está a presença do Crucificado. 

São Camilo partiu para o céu em 1614. 

São Camilo de Léllis, rogai por nós!

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Conheça os 10 mandamentos do Dízimo

Os 10 mandamentos do dízimo


01 - Sou dizimista porque amo a Deus e amo o meu próximo.
 

02 - Sou dizimista porque reconheço que tudo recebo de Deus. 

03 - Sou dizimista porque minha gratidão a Deus me leva a devolver um pouco do muito que recebo.

04 - Sou dizimista porque aceito como palavra de Deus o que leio na Bíblia, e sei que o dízimo é fonte de bênçãos.

05 - Sou dizimista porque creio, e confio, em Deus Pai; minha contribuição é prova de fé e de confiança.

06 - Sou dizimista porque o partilhar mata o meu egoísmo.

07 - Sou dizimista porque creio na vida cristã em comunidade. 

08 - Sou dizimista porque Deus, o único pai rico, não quer ninguém passando necessidade.

09 - Sou dizimista porque gosto de viver em liberdade e alegria, celebrando desde já a vida plena.


10 - Sou dizimista porque quero ver minha comunidade crescer e minha Igreja testemunhar o Evangelho no mundo inteiro.
 

Você pode devolver o seu dízimo em nossa paróquia nos seguintes horários e locais:

2ª Quinta-feira do mês – Celebração da Partilha nos 14 setores

Plantão do Dízimo na Igreja antes e depois de cada Santa Missa 

Secretaria da  Paróquia – 2ª a 6ª feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30 e aos sábado das 8h às 11h.

Seja também um dizimista!

 

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Julho, mês do Dízimo!

Dízimo é o ato de gratidão a Deus, do qual recebemos tudo o que temos. É devolução a Ele de um pouco do que dele recebemos, por meio da Igreja, para que seu Reino aconteça entre nós. É manifestação de nosso amor a Deus e aos irmãos. É partilha dos bens que estão a nosso dispor, especialmente com os mais necessitados. 
 O oferecimento do Dízimo nasce do coração de cada cristão participante em sua comunidade. O cristão esclarecido, em espírito de oração, fará a Deus a sua promessa, o seu voto de ofertar o Dízimo. É um ato de Amor a Deus e aos irmãos. 
Dízimo é uma questão de generosidade. ''Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama quem dá com alegria'' (2 Cor. 9,7). 
O dizimista deve sentir-se livre perante Deus ao fixar o percentual de sua contribuição. Não deve se preocupar com o que sai do seu bolso (se muito ou pouco dinheiro), mas com o que sai de seu coração (se pouco ou muito amor a Deus e à Comunidade). 
 

 

 

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Inscrições abertas para o Encontro de Formação sobre o Batismo

Estão abertas as inscrições para o próximo Encontro de Formação para o Batismo para Pais e Padrinhos que será realizado no dia 28 de julho. O encontro tem início às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial. Mais informações pelo telefone: 3421-6245.

O Principal objetivo da Pastoral do Batismo é levar aos pais e padrinhos o conhecimento do que é o sacramento do Batismo e o compromisso que através dele se assume com Deus e com a comunidade. Demonstrar que este Sacramento não se resume apenas em cumprir um preceito: é necessário, portanto, vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autênticos e fiéis seguidores de Jesus Cristo.

A Pastoral do Batismo de nossa paróquia tem como coordenadores Cida Rodolfo, Cidinha Magossi e Olívio. Os Batizados são realizados no 1º domingo de cada mês e o Encontro de Formação para o Batismo é realizado no último domingo de cada mês, a cada dois meses.

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Padre Gilmar completará mais um ano de vida

No dia 02 de julho, o padre Gilmar Antonio Fernandes Margotto, pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, comemora mais um ano de vida. Padre Gilmar nasceu em Votuporanga, no dia 02 de julho de 1970, filho de José Margotto (in memorian) e de Maria Fernandes Margotto, tendo como irmãs Maria de Fátima, Rosely e Neide Ely. Ele foi batizado na Igreja Matriz de Votuporanga pelo Frei Tarcísio Leite no dia 25 de agosto de 1970. Viveu parte de sua infância na cidade de Cosmorama. Foi crismado também na Igreja Matriz por Dom José de Aquino Pereira. 

Em 1988, aos 17 anos, padre Gilmar aceitou o chamado de Deus e ingressou no Seminário Diocesano em São José do Rio Preto, sendo ordenado diácono em 13 de maio de 1994 e ordenado presbítero no dia 27 de janeiro de 1995. Ambas as celebrações foram realizadas na Igreja Matriz de Votuporanga e presididas por Dom José de Aquino Pereira.         Menos de um mês após a sua ordenação presbiteral, foi nomeado pároco da recém-criada Paróquia Senhor Bom Jesus de Votuporanga. Durante mais de 16 anos, o padre Gilmar esteve à frente da Paróquia Senhor Bom Jesus. Padre Gilmar também é formado em Psicologia pelo Centro Universitário do Norte Paulista (UNORP). Juntamente com os padres Edemur José Alves (falecido em 2011) e Carlos Rodrigues dos Santos, ele formou a Comissão Diocesana de Estudos para a criação da Diocese de Votuporanga. 

Em setembro de 2011, após o falecimento do padre Edemur José Alves, de quem era muito amigo, foi convidado pelo bispo diocesano a assumir a Paróquia Nossa Senhora Aparecida. Em meio a dor em deixar sua comunidade tão amada e o entusiasmo em assumir um novo desafio que a Igreja o confiava, ele aceitou o convite do bispo, tomando posse no dia 26 de outubro de 2011. 

Com a criação da Diocese de Votuporanga, Padre Gilmar se tornou o Cura da Catedral e também atua como assessor diocesano de imprensa.

Parabéns Padre Gilmar, que o senhor tenha muitos anos de vida, cheios de paz e saúde e repletos das bênçãos do Altíssimo.

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Missas de Corpus Christi na Catedral serão realizadas às 9h e às 17h30

Na próxima quinta-feira, 20 de junho, os fiéis católicos de Votuporanga celebrarão a Solenidade de Corpus Christi. Pela manhã serão celebradas Missas em todas as paróquias da cidade, sendo que na Catedral a Missa será realizada às 9h. Ao fim da tarde, os fiéis das Paróquias Nossa Senhora Aparecida, São Bento, Santa Luzia, São Cristóvão e São Benedito e Nossa Senhora de Fátima celebrarão unidos esta solenidade. A Santa Missa Solene e Procissão será celebrada às 17h30 na Sé Catedral e será concelebrada por padres e diáconos de nossa cidade.

Após a comunhão, os fiéis sairão em procissão pelas ruas centrais de Votuporanga com Jesus na Hóstia Sagrada, numa manifestação pública de devoção a Jesus Eucarístico e pedindo a proteção para nossa cidade. A procissão passará pelas ruas Amazonas, Paraíba, Pernambuco e Goiás. As ruas serão enfeitadas com tapetes e velas coloridas, e cada paróquia terá sua cor de vela. Os fiéis começarão a enfeitar as ruas a partir das 14h. A procissão retornará a Sé Catedral para a Benção Solene de Jesus Eucarístico. 

Como acontece todos os anos, pede-se aos fiéis a doação de alguns alimentos que serão destinados para o Hospital de Amor de Barretos. Neste ano, os alimentos pedidos são óleo, leite e feijão.

Significado

A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.
 
Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.

"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 – 59).

Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.

Origem da Celebração

A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.

Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal "Trasnsiturus de hoc mundo", estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes.

A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.

No Brasil

No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.

A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.

A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.

Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.

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Prestigie o Almoço da Casa Abrigo no dia 14 de julho

No próximo dia 14 de julho será realizado o tradicional Almoço Beneficente em prol da Casa Abrigo Irmãos de Emaús no Centro de Eventos da Catedral Nossa Senhora Aparecida. Os ingressos já estão sendo vendidos a 30 reais e podem ser adquiridos junto coordenadores da entidade ou secretaria paroquial. Crianças até 7 anos não pagam. O delicioso cardápio inclui churrasco (carne, frango, linguiça), farofa, mandioca, feijão gordo, salada e arroz. O almoço será servido das 11h30 às 14h e as bebidas podem ser adquiridas no local. 

A Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) foi fundada em 22 de abril de 1997, por membros da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga, liderados pelo Padre Edemur José Alves (In-memória), com sede própria neste município. 

É uma Associação Civil Filantrópica, sem fins lucrativos e em conformidade com a finalidade do seu Estatuto Social na execução de seus serviços, objetivando o atendimento a jovens, adultos, pessoas em migração e situação de rua com dependência indevida do uso de bebida alcoólica. 

É uma obra social da Catedral, que designa uma porcentagem do Dízimo paroquial, além da participação de muitos paroquianos que partilham espiritualidade junto aos usuários da entidade por meio de orações, encontros, reuniões, bem como a assistência do Diretor Espiritual Padre Gilmar Margotto, além do incentivo e veemência no desenvolvimento das atividades da Casa Abrigo, assim como conta com a ajuda de fieis através de doações e trabalhos voluntários. 

A entidade dispõe de 40 leitos assim distribuídos: 30 vagas para acolhimento a homens por tempo indeterminado com sistema de abrigamento e 10 vagas como Casa de passagem, sendo 07 vagas disponíveis ao público migratório para pernoite e 03 vagas à mulheres por curta temporada. 

Aqueles que permanecem na Casa Abrigo prestam atividades laborterápicas em horticultura, participação de suma importância destes usuários, visto que é a forma direta de contribuir com a manutenção da Entidade por meio de comercialização, além do consumo próprio. Eles também contribuem com tarefas auxiliares em jardinagem, limpeza e cozinha.

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Catedral Nossa Senhora Aparecida está realizando missões evangelizadoras nos setores

A Catedral Nossa Senhora Aparecida da Diocese de Votuporanga está realizando todos os meses missões evangelizadoras nos setores da paróquia.
No sábado, dia 15 de junho, a missão foi realizada no setor 07, tendo início às 8h, com oração em uma residência do setor 7, e em seguida percorreu as ruas do setor. Foram visitados e abençoados diversas residências e comércios localizados na área do setor e muitas pessoas ficaram emocionadas ao receberem a benção em seus lares e locais de trabalho.
A ação é realizada pelo Conselho Missionário Paroquial (Comipa) e busca ressaltar que “Todos somos Igreja Missionária”.
As próximas missões serão realizadas nos dias 6 de julho, no setor 8; 3 de agosto, no setor 9; 21 de setembro, no setor 10; 26 de outubro, no setor 11; 30 de novembro, no setor 12; e 14 de dezembro, no setor 13.

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