Notícias e Artigos Litúrgicos
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Catedral realizará missão de evangelização no setor 11 no dia 21/09

A Catedral Nossa Senhora Aparecida da Diocese de Votuporanga está realizando todos os meses as missões evangelizadoras no território paroquial.
A próxima missão será realizada no setor 11 no dia 21/09, tendo início às 8h, com oração na residência do setor 11, e em seguida percorrerá as ruas do setor. Neste trabalho missionário iniciado no ano passado, estão sendo visitados e abençoados diversas residências e comércios localizados no território paroquial e muitas pessoas ficam emocionadas ao receberem a benção em seus lares e locais de trabalho.
A ação é realizada pelo Conselho Missionário Paroquial (Comipa) e busca ressaltar que “Todos somos Igreja Missionária”.
As próximas missões serão realizadas nos dias 21 de setembro, no setor 11; 26 de outubro, no setor 10; 30 de novembro, no setor 12; e 14 de dezembro, no setor 13.

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Quermesse será realizada nos dias 5,12 e 19 de outubro

A Comunidade Paroquial da Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga convida a todos para as festividades em Honra da Padroeira, que acontecerá no mês de outubro. De 3 a 11 de outubro será realizada a Novena, sendo presidida cada dia por um padre de Votuporanga e região. No dia 12, dia de Nossa Senhora Aparecida serão celebradas Missas no período da manhã e da tarde. 

A Tradicional Quermesse será realizada no Centro Paroquial de Eventos nos sábados 05, 12 e 19 do mês de outubro. A paróquia conta com a colaboração da comunidade também com a doação de prendas e patrocínio do bingo. Aqueles que puderem e sentirem o chamado para fazer doações podem entrar em contato com a secretaria paroquial, localizada na Rua São Paulo, 3577, ou pelo tel: 3421-6245. 

Durante o período de Quermesse também é realizado o tradicional Concurso Boneca e Boneco Vivos, nos quais as crianças aprendem a colaborar com a Igreja desde pequenas.

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Diocese celebrará Mês Missionário Extraordinário

 

A Diocese de Votuporanga, em comunhão com a Igreja no mundo, celebrará no próximo mês de outubro o Mês Missionário Extraordinário (MME). A celebração de de início do MME será realizada no dia 01/10, às 19h30, na Sé Catedral de Nossa Senhora Aparecida.

Para esta celebração, o bispo diocesano, Dom Moacir, convida as 5 Regiões Pastorais da Diocese a se organizarem, trazendo uma bandeira com o símbolo do Mês Missionário Extraordinário:"Batizados e Enviados - A Igreja de Cristo em Missão no Mundo" com o nome da sua região. Na procissão de entrada, cada região entrará com sua bandeira.

Em 22 de outubro de 2017, Dia Mundial das Missões, o Papa Francisco durante o ângelus anunciava publicamente para toda Igreja sua intenção de proclamar um Mês Missionário Extraordinário em outubro de 2019 para celebrar o centenário da carta Apostólica Maximum Illudde seu predecessor o Papa Bento XV. Neste mesmo dia o santo Padre enviou uma carta ao Cardeal Fernando Filoni, prefeito da Congregação para Evangelização dos Povos e presidente do comité supremo das Pontifícias Obras Missionárias (POM), encomendando “a tarefa de preparar este evento, especialmente através de ampla sensibilização das Igrejas particulares, dos Institutos de vida consagrada e Sociedades de vida apostólica, assim como, associações, movimentos, comunidades e outras realidades eclesiais”.

Para reavivar a consciência batismal do Povo de Deus em relação a missão da Igreja, o Papa Francisco escolheu para o Mês Missionário Extraordinário o tema “Batizados e enviados: a Igreja de Cristo em missão no mundo”. Despertar a consciência da missio ad gentes e retomar com novo impulso a transformação missionária da vida e da pastoral é o objetivo deste mês que está em sintonia com a solicitude pastoral do Papa Bento XV em Maximum Illud e a vitalidade missionária expressada pelo Papa Francisco na Evangelii Gaudium: “A ação missionária é o paradigma de toda obra da Igreja” (EG 15). Trata-se de “pôr a missão de Jesus no coração da Igreja, transformando-a em critério para medir a eficácia de suas estruturas, os resultados de seu trabalho, a fecundidade de seus ministros e a alegria que eles são capazes de suscitar. Porque sem alegria não se atrai ninguém” (Reunião do Comitê diretivo do CELAM, Bogotá, 7 de setembro de 2017).
O compromisso com a conversão pessoal, comunitária e pastoral a Jesus Cristo crucificado, ressuscitado e vivo em sua Igreja, renovará o ardor e paixão por testemunhar ao mundo, através da proclamação e da experiência cristã, o Evangelho da vida e da alegria pascal (Lc 24, 46-49).

 

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Papa Francisco convoca evento mundial no Vaticano sobre educação

O Papa Francisco pediu para a Congregação para a Educação Católica organizar um encontro mundial sem precedentes sobre educação com o tema “Reconstruir o pacto educativo global”.

O encontro acontecerá no Vaticano em 14 de maio de 2020 e o próprio Santo Padre quis enviar uma mensagem de vídeo para convidar para este encontro mundial “para reavivar o compromisso em prol e com as gerações jovens, renovando a paixão por uma educação mais aberta e inclusiva, capaz de escuta paciente, diálogo construtivo e mútua compreensão”.

"Nunca, como agora, houve necessidade de unir esforços numa ampla aliança educativa para formar pessoas maduras, capazes de superar fragmentações e contrastes e reconstruir o tecido das relações em ordem a uma humanidade mais fraterna", destaca o Papa nesta mensagem de vídeo divulgada, em 12 de setembro, pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

Em sua mensagem, o Pontífice também reconhece que toda mudança “precisa de um caminho educativo que envolva todos” e, por isso, “é necessário construir uma 'aldeia da educação' onde, na diversidade, se partilhe o compromisso de gerar uma rede de relações humanas e abertas”.

"Um provérbio africano diz que ‘é necessária uma aldeia inteira para educar uma criança’. Portanto, devemos construir esta aldeia como condição para educar. O terreno deve estar limpo da discriminação com a introdução da fraternidade”, afirmou o Papa.

Nesta linha, Francisco frisou que “em uma aldeia assim é mais fácil encontrar a convergência global para uma educação que seja portadora de uma aliança entre todos os componentes da pessoa: entre o estudo e a vida; entre as gerações; entre os professores, os alunos, as famílias e a sociedade civil, com suas expressões intelectuais, científicas, artísticas, esportivas, políticas, econômicas e de solidariedade”.

"Uma aliança que suscite paz, justiça e acolhida entre todos os povos da família humana, como também de diálogo entre as religiões", indicou o Papa, que convidou os jovens do mundo a participarem deste encontro "para que sintam plena responsabilidade de construir um mundo melhor".

No final, o Santo Padre anunciou que "o encontro será no dia 14 de maio de 2020, em Roma, na Sala Paulo VI do Vaticano". Indicou que "uma série de seminários temáticos, em diferentes instituições, acompanhará a preparação do evento".

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Aqui Jesus recebe pecadores e os convida à sua mesa

“Aqui Jesus recebe pecadores e os convida à sua mesa”. Essa frase, inspirada no Evangelho de São Lucas, é a que o Papa Francisco propôs ser colada na entrada das igrejas para recordar o sentido da mensagem evangélica durante sua alocução prévia ao Ângelus deste domingo, 15, no Vaticano.

O Santo Padre explicou em seu discurso que Jesus converte as críticas que recebia por parte de alguns contemporâneos seus em anúncios evangélicos. Como exemplo, citou o episódio do Evangelho deste domingo no qual se narra como ele era criticado por estar na companhia de publicanos e pecadores.

A frase depreciativa que dedicaram a Jesus, “este acolhe a pecadores e come com eles”, converte-se em “um anúncio maravilhoso”. “Jesus acolhe os pecadores e come com eles”. Isso mesmo é o que faz conosco em cada Missa, em cada igreja: Jesus está contente de nos receber à sua mesa, onde se oferece a si mesmo por nós”.

“Até poderíamos escrever esta frase sobre as portas das nossas igrejas: ‘Aqui, Jesus recebe pecadores e os convida à sua mesa’”.

Francisco sublinhou que o coração do Evangelho é “o amor infinito de Deus por nós, pecadores”. “Deus salva com o amor, não com a força; propondo, não impondo”, assinalou o Santo Padre.

Assim explica o próprio Jesus nas parábolas que ele expôs como resposta às críticas que recebia: a parábola do pastor que tem cem ovelhas e, ao perder uma, deixa às outras noventa e nove para resgatar a perdida. Ou a parábola da mulher que tem dez moedas, perde uma e varre a casa inteira para encontrá-la. E, finalmente, a parábola do filho pródigo.

Dessas parábolas se pode aprender que “nos equivocamos quando achamos que somosjustos, quando pensamos que os maus são os outros e não nós”, advertiu o Pontífice, “porque sozinhos, sem a ajuda de Deus, que é bom, não sabemos derrotar o mal”.

“E de que modo se derrota o mal? Acolhendo o perdão de Deus. E isto ocorre cada vez que vamos à confissão: ali recebemos o amor do Pai que vence nosso pecado”.

O Papa Francisco concluiu: “Deus acaba com o mal, nos renova por dentro e, dessa maneira, faz renascer em nós a alegria”.

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Deus é pai que aguarda o retorno do filho pródigo, afirma o Papa

Do alto do palácio apostólico, no 24º domingo do tempo comum, Francisco se dirigiu aos fiéis reunidos na Praça São Pedro, quando conduziu a oração mariana do Angelus. Neste domingo, 15, o Pontífice centrou sua fala no Evangelho de Lucas.

“O Evangelho de hoje começa com alguns que criticam Jesus que o veem na companhia de publicanos e pecadores”, explica o Santo Padre. “Ele recebe os pecadores e come com eles. Na realidade, esta frase acaba se revelando como um anúncio maravilhoso. Jesus acolhe os pecadores e come com eles. É o que acontece conosco em cada missa. Jesus está contente em nos receber em Sua mesa, onde Se oferece por nós”, reiterou.

Em seguida, Francisco remete seu discurso ao Evangelho de Lucas e pede que os fiéis se atentem às três parábolas que estão contidas nele. Na primeira parábola diz: “Quem dentre vós, tendo cem ovelhas se perde uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto e vai procurar a que se tinha perdido?” Quem de vocês? Uma pessoa sensata não: faz dois cálculos e sacrifica uma para manter os noventa e nove.

Deus, ao invés disso, não se resigna, a ele importa precisamente tu que ainda não conheces a beleza de seu amor, tu que ainda não acolheste Jesus no centro de tua vida, tu que não consegues superar teu pecado, tu que talvez, pelas coisas ruins que aconteceram na tua vida, não acreditas no amor.

Na segunda parábola, tu és aquela pequena moeda que o Senhor não se resigna em perder e procura incessantemente: ele quer te dizer que és precioso aos seus olhos, que és único. Ninguém pode te substituir no coração de Deus. Tu tens um lugar, és tu, e ninguém pode substituir-te. E também eu, ninguém pode substituir-me no coração de Deus.

E na terceira parábola, Deus é pai que aguarda o retorno do filho pródigo: Deus sempre nos espera, não se cansa, não desanima. Porque somos nós, cada um de nós aquele filho que é abraçado novamente, aquela moeda reencontrada, aquela ovelha acariciada e colocada no ombro. Ele espera a cada dia que percebamos seu amor. E tu diz: “Mas eu aprontei tantas, aprontei muito!” Não tenhas medo: Deus te ama, te am a como és e sabe que somente o seu amor pode mudar a tua vida.

Amor rejeitado

Mas esse amor infinito de Deus por nós pecadores, que é o coração do Evangelho, pode ser rejeitado. É o que faz o filho mais velho da parábola. Ele não entende o amor naquele momento e tem em mente mais um patrão do que um pai. É um risco também para nós: acreditar em um deus mais rigoroso do que misericordioso, um deus que derrota o mal com o poder antes que com o perdão.

Não é assim. Deus salva com o amor, não com a força, nos propondo, não impondo. Mas o filho mais velho, que não aceita a misericórdia do pai, se fecha, comete um erro pior: presume-se justo, presume-se traído e julga tudo com base ao seu pensamento de justiça. Assim, fica bravo com o irmão e censura o pai: “Tu mataste o novilho gordo agora que este teu filho voltou”. Este teu filho: não o chama “meu irmão”, mas teu filho. Sente-se filho único.

Também nós erramos quando acreditamos ser os justos, quando pensamos que os maus são os outros. Não nos acreditemos bons, porque sozinhos, sem a ajuda de Deus que é bom, não sabemos vencer o mal. Hoje não se esqueçam, peguem o Evangelho e leiam as três parábolas de Lucas, capítulo 15. Fará bem a vocês, será saúde para vocês.

Como se faz para derrotar o mal? Acolhendo o perdão de Deus e o perdão dos irmãos. Acontece cada vez que vamos nos confessar: lá recebemos o amor do Pai que vence o nosso pecado: não existe mais, Deus o esquece. Quando deus perdoa, perde a memória, esquece os nossos pecados, esquece. Deus é tão bom conosco!

Não como nós, que depois de dizer “não tem problema”, na primeira oportunidade nos recordamos com os interesses dos ferimentos sofridos. Não, Deus apaga o mal, nos faz novos por dentro e, assim faz renascer em nós a alegria, não a tristeza, não a obscuridade no coração, não a suspeita, mas a alegria.

Irmãos e irmãs, coragem, com Deus nenhum pecado tem a última palavra. Nossa Senhora, que desata os nós da vida, nos liberte da pretensão de acreditar que somos justos e nos faça sentir a necessidade de ir até o Senhor, que nos espera sempre para nos abraçar, para nos perdoar.

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Instituições no Haiti serão beneficiadas com leilão de carro doado ao Papa

O Papa Francisco encontrou o presidente da Lamborghini, uma fabricante italiana de automóveis desportivos de luxo, e os responsáveis da Fundação OMAZE, que organizou a venda por meio de um leilão do carro que o Pontífice ganhou. O modelo “Huracan Lamborghini”, colocado à disposição pela empresa para fins de beneficência, ganhou autógrafo do Papa em 15 de novembro de 2017.

Segundo informações divulgadas pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, o vencedor do carro, também presente no encontro, foi um cidadão da República Tcheca. Na ocasião foi entregue ao Papa Francisco um cheque simbólico da operação no valor de cerca de 900 mil euros. O Pontífice citou o Evangelho de Mateus, capítulo 25, sublinhando como a generosidade desse gesto de caridade, que alcança diretamente os mais pobres, corresponde às palavras do passo evangélico.

Para onde vai o dinheiro

De fato, a última parte do dinheiro recebido, cerca de 200 mil euros, será destinada à reconstrução de um seminário e de uma escola infantil no Haiti, espaços que foram destruídos pelo terremoto de 2010. Os valores precedentemente depositados foram destinados a diferentes instituições:

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Papa aos bispos: Somos chamados a ser artesãos de diálogo

O Papa Francisco iniciou suas atividades, na manhã deste sábado, 14, recebendo, no Vaticano, 40 bispos orientais católicos da Europa que estão reunidos em Roma para a conclusão do seu Encontro Anual sobre o tema: “missão ecumênica em nossos dias”.

O Pontífice discursou aos bispos: “Este encontro, organizado sob o patrocínio das Conferências Episcopais da Europa, demonstra a riqueza ritual da Igreja Católica no continente europeu, que não é limitada à tradição latina. Entre vocês, encontram-se representantes de diferentes Igrejas da tradição bizantina, da amada Ucrânia, mas também do Oriente Médio, Índia e outras regiões, que atuam nos países europeus”.

Recordando a sua Viagem Apostólica à Romênia, Francisco disse que foi uma oportunidade de mostrar a gratidão de toda a Igreja Católica e do Sucessor de Pedro pelo testemunho e fidelidade à Igreja de Roma. E acrescentou: “Que todos sejam um: é o desejo ardente de Jesus, que, durante a sua Paixão, carregou em seu coração e, depois, foi entregue a todos na Cruz”.

O Concílio Ecumênico Vaticano II e o Código dos Cânones das Igrejas Orientais, frisou o Santo Padre, também recordam que todos os cristãos são depositários de uma missão específica no caminho ecumênico. E, sobre o significado da missão ecumênica, tema que os bispos debateram nestes dias em Roma, o Papa disse: “Hoje, enquanto muitas desigualdades e divisões ameaçam a paz, somos chamados a ser artesãos de diálogo, promotores de reconciliação, construtores pacientes de uma civilização de encontro”.

Enquanto muitos são envolvidos por uma espiral da violência e por contínuas acusações mútuas, explicou Francisco, o Senhor quer que homens e mulheres sejam dóceis semeadores do Evangelho do amor; se comprometendo para sarar as feridas do passado, superar os preconceitos e as divisões, e dar esperança a todos, caminhando, lado a lado, como irmãos e irmãs não católicos. E o Papa afirmou:

“Caminhando e trabalhando juntos pelos outros e pela nossa Casa Comum, podemos redescobrir, no coração da nossa catolicidade, o antigo significado atribuído à Sede de Roma, chamada a presidir na caridade toda a Igreja”. Vivendo ao máximo as suas tradições eclesiais, ponderou o Santo Padre, todos poderão atingir às mesmas fontes de espiritualidade, liturgia e teologia das Igrejas ortodoxas. “É belo sermos, juntos, testemunhas de riquezas tão grandes!”.

O Pontífice exortou os bispos a caminharem sem divisões, se inclinando ao irmão que sofre, aos que sofrem a solidão e a pobreza, aos marginalizados, aos não nascidos, aos jovens privados de esperança, às famílias desintegradas, aos idosos e enfermos descartados. O Papa concluiu seu pronunciamento aos bispos orientais católicos da Europa encorajando-os a prosseguir sempre em frente no espírito de comunhão.

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Papa explica significado da Exaltação da Santa Cruz

Neste sábado, 14, o Papa Francisco destacou a Solenidade da Exaltação da Santa Cruz, celebrada hoje pela Igreja.

“Algumas pessoas não-cristãs podem se perguntar: por que ‘exaltar’ a cruz? Podemos responder que nós não exaltamos uma cruz qualquer ou todas as cruzes: exaltamos a Cruz de Jesus Cristo, porque é nela que foi revelado o máximo amor de Deus pela humanidade”, explicou o Pontífice.

O Santo Padre fez referência ao Evangelho de João na liturgia de hoje: ‘Deus amou tanto o mundo, que entregou o seu Filho único’. O Pai ‘deu’ o Filho para nos salvar, e isso resultou na morte de Jesus e na morte na cruz.

Por que a cruz?

O Papa então questiona: “Por quê? Por que foi necessária a Cruz?” E explica que foi devido a “gravidade do mal que nos mantinha escravos”.

O Papa disse que a Cruz de Jesus exprime duas coisas: toda a força negativa do mal e toda a suave onipotência da misericórdia de Deus.

“A Cruz parece decretar o fracasso de Jesus, mas, na realidade, marca a sua vitória. No Calvário, aqueles que o injuriavam, diziam: ‘Se és Filho de Deus, desce da cruz’. Mas a verdade era o oposto: justamente porque era o Filho de Deus, Jesus estava ali, na cruz, fiel até o final ao desígnio do amor do Pai. E exatamente por isso Deus ‘exaltou’ Jesus, dando-lhe uma realeza universal”, afirmou.

Sinal do amor de Deus

O Pontífice, então, explicou que, quando olhamos para a Cruz onde Jesus foi pregado, contemplamos o sinal do amor infinito de Deus por cada um de nós e a raiz da nossa salvação.

“Daquela Cruz vem a misericórdia do Pai que abraça o mundo inteiro. Através da Cruz de Cristo, se venceu o mal, a morte foi derrotada, a vida nos foi doada e a esperança restituída. A Cruz de Jesus é nossa única e verdadeira esperança!”, destacou o Santo Padre.

É por isso que a Igreja ‘exalta’ a Santa Cruz, disse o Papa, e complementou: “é por isso que, nós, cristãos, nos abençoamos com o sinal da cruz”.

Entretanto, a cruz não é um sinal ‘mágico’, alertou Francisco. Acreditar na Cruz de Jesus significa O seguir no Seu caminho. Dessa maneira, inclusive os cristãos colaboram com a Sua obra de salvação, aceitando com Ele o sacrifício, o sofrimento, como também a morte pelo amor de Deus e dos irmãos.

Perseguidos pela fidelidade a Cristo

Neste dia, enquanto a Santa Cruz é contemplada e celebrada, o Papa convida os cristãos e lembrar de tantos irmãos e irmãs que são perseguidos e mortos por causa da sua fidelidade a Cristo.

“Isso acontece, em particular, lá onde a liberdade religiosa ainda não é garantida ou plenamente realizada. Acontece, porém, mesmo nos países e ambientes em que, em princípio, protegem a liberdade e os direitos humanos, mas onde concretamente os fiéis e, especialmente, os cristãos, encontram limitações e discriminações. Por isso, hoje, recordamos e rezamos de modo todo especial por eles”.

Nossa Senhora das Dores

No domingo, 15, a Igreja celebra Nossa Senhora das Dores. O Papa também lembrou que era Ela quem estava no Calvário, aos pés da Cruz. “A Ela, confio o presente e o futuro da Igreja, para que todos sempre saibamos descobrir e acolher a mensagem de amor e de salvação da Cruz de Jesus”, finalizou Francisco.

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Igreja celebra a Solenidade da Exaltação da Santa Cruz

A Igreja Católica celebra neste sábado, 14, a Exaltação da Santa Cruz, uma festa muito antiga que tem suas raízes no século V, em Jerusalém. “Para os cristãos a Santa Cruz é sinal de vitória, de ressurreição, de vida. Então, neste dia nos reunimos nas comunidades para celebrar. Antes de tudo, para louvar a Deus pelo infinito amor que Ele por meio de Jesus manifestou a toda humanidade”, destaca o bispo auxiliar de Manaus, Dom José Albuquerque de Araújo.

O bispo de Cornélio Procópio (PR) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o diálogo inter-religioso, Dom Manoel João Francisco, explica que até o século VI, a cruz era vazia, sem a imagem de Cristo. Em seu lugar, eram colocadas pérolas e pedras preciosas. A partir do século VI até o século XII, era comum afixar à cruz a imagem do Cristo vencedor. Em vez de coroa de espinhos, o Cristo tinha em sua cabeça uma coroa de ouro. As pedras preciosas substituíam o sangue e as feridas do Calvário.

De acordo com Dom José Araújo, o grande gesto de Jesus que se entregou na Cruz é para lembrar a humanidade que o caminho da salvação, de fato, é marcado por muitas cruzes. “E nós que estamos neste mundo peregrinando, temos sempre que carregar as nossas cruzes e nos ajudarmos mutuamente (…). Cada um precisa enfrentar os desafios, as dificuldades sempre com fé e esperança”, ressalta.

E continua: “Que a gente possa dar sempre um sentido redentor para todas dificuldades, problemas, angustias, situações complicadas. Porque essa é a nossa esperança. Jesus morreu na cruz para nos dar a vida, nos deixou essa certeza de que a morte não é a última palavra”.

Dom José Araújo lembra que a cruz é o centro da vida do cristão. “Ao fazermos sobre nós o sinal da cruz, nós nos lembramos que nós somos consagrados pelo amor de Deus para também para manifestar a nossa na vida a boa notícia. Cristo está vivo e ressuscitado e a cruz para nós é uma recordação desse gesto que salvou o mundo e todas as vezes que repetimos esse sinal sobre nós, queremos nos lembrar do nosso o compromisso de ajudar todos aqueles que são crucificados”.

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Papa afirmou que é preciso confiar em Deus

Em sua série de audiências, na manhã deste sábado, 14, o Santo Padre recebeu na Sala Paulo VI, no Vaticano, cerca de 700 membros da Comunidade Abraão, por ocasião dos seus 30 anos de fundação. Em sua saudação aos numerosos presentes, o Papa disse que “o Senhor nunca deixa de nos surpreender, abrindo novos caminhos para seguir a Jesus, através da criatividade do Espírito Santo”. E, referindo-se ao nome da Comunidade, Abraão, Francisco exortou:

“Vocês têm um nome comprometedor: Abraão! Este nome inspira o percurso de evangelização, que são chamados a realizar nas condições mais diversas em que atuam. Não tenham medo de inspirar suas vidas e obras na figura do grande Patriarca Abraão, que lhes ensina, antes de tudo, a obedecer e seguir à vocação divina”.

Não importa, acrescentou o Papa, em qual modo ou circunstâncias o Senhor se apresenta. “Só Deus sabe quando, como e onde! O importante é ouvir a sua Voz e, para ouvi-la, é preciso fazer silêncio!”, destaco. O Pontífice acrescentou: “A fé de Abraão o leva a deixar a sua terra e a sua casa para ir a um lugar que ainda não conhecia, mas era garantido pela promessa de Deus. Por isso, para ser evangelizadores é preciso confiar em Deus e estar prontos para sair, partir e assumir um estilo de ‘êxodo’. Temos que ir ao encontro daqueles que o Senhor coloca em nosso caminho”.

De fato, frisou Francisco, é esta a metodologia que os cristãos devem seguir na obra de evangelização: caminhar com as pessoas, ouvir as suas preocupações e dar a vida. A fé de Abraão concretizou-se com a vinda de Jesus Cristo, através da humilde filha de Abraão, a Virgem Maria, revelou o Santo Padre.

O Papa concluiu sua saudação aos membros da Comunidade Abraão, encorajando-os a ser dóceis à ação do Espírito Santo, de modo que seu testemunho e entusiasmo sejam meios eficazes para servir o Evangelho. Por fim, os exortou: “Continuem adiante, na fé e na caridade, sobretudo com os mais marginalizados e pobres, confiando sempre na promessa de Deus”.

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Quermesse será realizada em Outubro

A Comunidade Paroquial da Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga convida a todos para as festividades em Honra da Padroeira, que acontecerá no mês de outubro. De 3 a 11 de outubro será realizada a Novena, sendo presidida cada dia por um padre de Votuporanga e região. No dia 12, dia de Nossa Senhora Aparecida serão celebradas Missas no período da manhã e da tarde. 

A Tradicional Quermesse será realizada no Centro Paroquial de Eventos nos sábados 05, 12 e 19 do mês de outubro. A paróquia conta com a colaboração da comunidade também com a doação de prendas e patrocínio do bingo. Aqueles que puderem e sentirem o chamado para fazer doações podem entrar em contato com a secretaria paroquial, localizada na Rua São Paulo, 3577, ou pelo tel: 3421-6245. 

Durante o período de Quermesse também é realizado o tradicional Concurso Boneca e Boneco Vivos, nos quais as crianças aprendem a colaborar com a Igreja desde pequenas.

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Diáconos de Votuporanga completam 10 anos de ordenação

Há dez anos atrás, no dia 04 de setembro de 2009, eram ordenados diáconos permanentes da Santa Igreja Católica, pela imposição das mãos de Dom Paulo Mendes Peixoto, 4 votuporanguenses: José Roberto de França (paróquia Santa Luzia), Lécio Almeida Alves (paróquia Nossa Senhora Aparecida), Nilton Leme do Prado (paróquia Santa Joana) e Valdimir Massao Okamoto (comunidade Santo Antonio/Santo Expedito), tendo Massao falecido em um acidente automobilístico em 2011. A celebração foi realizada na Igreja Matriz e teve a participação de mais de 2500 pessoas.

Antes de serem ordenados, eles sempre serviam o Reino de Deus em suas comunidades e famílias, vivendo a humildade e o amor de Jesus.

Os diáconos votuporanguenses fizeram parte da primeira turma da Escola Diaconal Santo Estevão, fruto de uma experiência nova para a diocese, onde estudaram por 5 anos. Da mesma turma foram ordenados mais 11 novos diáconos. Uma novidade também foi a ordenação de diáconos permanentes solteiros, entre eles Lécio e José Roberto.

Após a ordenação, estes servos de Deus conciliam os compromissos familiares e empregos com a vida religiosa. Cumprem inteiramente o real sentido da função "diácono", estando a serviço da comunidade, presidindo celebrações, distribuindo a comunhão e administrando os sacramentos do Batismo e Matrimônio. Nunca medem esforços para servir o povo de Deus, e o fazem sempre com muita disposição e alegria, vivendo o amor de Cristo.

Muitas vezes são chamados a outras cidades ou vilarejos da diocese, onde não há padres ou estes estão ausentes, pois o diácono está a serviço da diocese.

Segundo o diácono Lécio, "ser diácono é estar a serviço de Deus na liturgia, na palavra e na caridade". Já o diácono José Roberto afirma que "ser diácono é ser servidor do Reino a exemplo de Jesus".

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8 anos de falecimento do Padre Edemur

No dia 07 de setembro completam-se 08 anos de falecimento do amado Padre Edemur José Alves.  A data será lembrada com a Santa Missa às 19h na Catedral. Conforme o tempo vai passando, mais aumenta a saudade. Porém, a gratidão ao saudoso sacerdote e a sua intercessão no céu conforta os corações de todos. 

Padre Edemur faleceu no dia 07 de setembro de 2011 na Santa Casa de Votuporanga, onde estava internado desde o dia 29 de agosto. Ele sofreu um choque cardiogênico, infarto agudo do miocárdio, insuficiência renal aguda e falência múltipla de órgãos, falecendo às 10h40min. 

Natural de Cosmorama, Padre Edemur nasceu no dia 25 de fevereiro de 1958. Filho de Adelino José Alves e Clementina Lucas Alves, sentiu sua vocação na juventude; entrando para o Seminário em 1978. Antes de ser ordenado, trabalhou pastoralmente na Igreja São Benedito, em São José do Rio Preto. 

Foi ordenado presbítero no dia 08 de dezembro de 1986, aos 28 anos, na Sé Catedral de São José, em Rio Preto, pela imposição das mãos de dom José de Aquino Pereira, bispo diocesano de Rio Preto naquele ano. Após a ordenação, foi pároco das paróquias São Bento (Votuporanga) e São João Batista (Álvares Florence).

Padre Edemur assumiu a paróquia Nossa Senhora Aparecida em janeiro de 1991, pastoreando a paróquia central da cidade por 20 anos e sempre apoiando os movimentos, pastorais e serviços. Preocupado com os mais necessitados, juntamente com alguns paroquianos, criou a Casa Abrigo Irmãos de Emaús, entidade que recebe diariamente de 35 a 40 pessoas, sendo a maioria ex-moradores de rua. Grande devoto de Nossa Senhora, em todas as celebrações consagrava os fiéis à santíssima mãe de Jesus. Todos os anos realizava uma carreata pelas ruas de Votuporanga com a imagem da Padroeira do Brasil, abençoando todo o povo votuporanguense.

 

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01/09 - Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação

 A cada 1º de setembro, é celebrado o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, estabelecido pelo Papa Francisco em 2015, em consonância com o tema tratado em sua encíclica Laudato Si sobre o cuidado da casa comum.

Em uma carta enviada em 2015 para os presidentes do Pontifício Conselho Justiça e Paz e do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, o Papa sublinhou que “como cristãos, queremos oferecer a nossa contribuição à superação da crise ecológica que a humanidade está vivendo”.

O Santo Padre afirmou naquela ocasião que este dia “oferecerá a cada crente e às comunidades uma valiosa oportunidade de renovar a adesão pessoal à própria vocação de protetores da criação, elevando a Deus uma ação de graças pela maravilhosa obra que Ele confiou a nosso cuidado, invocando sua ajuda para a proteção da criação e sua misericórdia pelos pecados cometidos contra o mundo no qual vivemos”.

O Papa pediu que as várias conferências episcopais de todo o mundo celebrem este dia com diversas iniciativas nas quais se envolvam sacerdotes, religiosos e leigos.

Do mesmo modo, incentivou que esta ocasião seja também um motivo para estreitar os laços ecumênicos com outros cristãos. Cabe ressaltar que esta atividade já vinha sendo celebrada na Igreja Ortodoxa há muito tempo.

O Papa Francisco, em sua encíclica Laudato Si, propôs duas orações pela criação:

 

 

Oração pela nossa terra

Deus Onipotente,
que estais presente em todo o universo
e na mais pequenina das vossas criaturas,
Vós que envolveis com a vossa ternura
tudo o que existe,
derramai em nós a força do vosso amor
para cuidarmos da vida e da beleza.
Inundai-nos de paz,
para que vivamos como irmãos e irmãs
sem prejudicar ninguém.
Ó Deus dos pobres,
ajudai-nos a resgatar
os abandonados e esquecidos desta terra
que valem tanto aos vossos olhos.
Curai a nossa vida,
para que protejamos o mundo
e não o depredemos,
para que semeemos beleza
e não poluição nem destruição.
Tocai os corações
daqueles que buscam apenas benefícios
à custa dos pobres e da terra.
Ensinai-nos a descobrir o valor de cada coisa,
a contemplar com encanto,
a reconhecer que estamos profundamente unidos
com todas as criaturas
no nosso caminho para a vossa luz infinita.
Obrigado porque estais conosco todos os dias.
Sustentai-nos, por favor, na nossa luta
pela justiça, o amor e a paz.

Oração cristã com a criação

Nós Vos louvamos, Pai,
com todas as vossas criaturas,
que saíram da vossa mão poderosa.
São vossas e estão repletas da vossa presença
e da vossa ternura.

Louvado sejais!
Filho de Deus, Jesus,
por Vós foram criadas todas as coisas.
Fostes formado no seio materno de Maria,
fizestes-Vos parte desta terra,
e contemplastes este mundo
com olhos humanos.
Hoje estais vivo em cada criatura
com a vossa glória de ressuscitado.

Louvado sejais!
Espírito Santo, que, com a vossa luz,
guiais este mundo para o amor do Pai
e acompanhais o gemido da criação,
Vós viveis também nos nossos corações
a fim de nos impelir para o bem.

Louvado sejais!
Senhor Deus, Uno e Trino,
comunidade estupenda de amor infinito,
ensinai-nos a contemplar-Vos
na beleza do universo,
onde tudo nos fala de Vós.

Despertai o nosso louvor e a nossa gratidão
por cada ser que criastes.
Dai-nos a graça de nos sentirmos
intimamente unidos
a tudo o que existe.

Deus de amor,
mostrai-nos o nosso lugar neste mundo
como instrumentos do vosso carinho
por todos os seres desta terra,
porque nem um deles sequer
é esquecido por Vós.

Iluminai os donos do poder e do dinheiro
para que não caiam no pecado da indiferença,
amem o bem comum, promovam os fracos,
e cuidem deste mundo que habitamos.

Os pobres e a terra estão bradando:
Senhor, tomai-nos
sob o vosso poder e a vossa luz,
para proteger cada vida,
para preparar um futuro melhor,
para que venha o vosso Reino
de justiça, paz, amor e beleza.
Louvado sejais!

Amém.

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Por que celebramos em setembro o mês da Bíblia?

Durante setembro, a Igrejano Brasil celebra o mês da Bíblia, período em que se busca de maneira especial desenvolver o conhecimento da Palavra de Deus e a aplicação desta na vida cotidiana, como exortou o Papa Francisco em diferentes momentos.

Em outubro de 2014, durante a abertura do Sínodo Extraordinário da Família, no Vaticano, Francisco ressaltou que “a Bíblia não é para ser colocada em um suporte, mas para estar à mão, para lê-la frequentemente, cada dia, seja individualmente ou juntos, marido e mulher, pais e filhos, talvez de noite, especialmente no domingo”.

Durante outras ocasiões, como nas Audiências gerais e nos Ângelus na Praça de São Pedro, o Pontífice aconselhou os fiéis a carregarem consigo um evangelho de bolso, para que possa ser lido a qualquer momento.

“Hoje se pode ler o Evangelho também com muitos instrumentos tecnológicos. Pode-se trazer consigo toda a Bíblia num telefone celular, num tablet. O importante é ler a Palavra de Deus, com todos os meios, e acolhê-la com o coração aberto. E então a boa semente dá fruto!”, afirmou durante a oração mariana, em 6 de abril de 2014.

O mês da Bíblia teve início em 1971, por ocasião do cinquentenário da Arquidiocese de Belo Horizonte (MG). Foi levado adiante com a colaboração do Serviço de Animação Bíblica da Congregação das Paulinas (SAB). Posteriormente, foi assumido pela Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB) e estendeu-se ao âmbito nacional.

A escolha do mês de setembro para dedicar-se à Bíblia deve-se ao fato de no dia 30 de setembro ser comemorado o dia de São Jerônimo, o qual traduziu a Bíblia dos originais (hebraico, grego e alguns trechos em aramaico) para o latim.

Este mês dedicado à Bíblia tem como objetivo: contribuir para o desenvolvimento das diversas formas de presença da Bíblia, na ação evangelizadora da Igreja, no Brasil; criar subsídios bíblicos nas diferentes formas de comunicação; facilitar o diálogo criativo e transformador entre a Palavra, a pessoa e as comunidades.

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Papa: não ter medo diante daqueles que nos mandam ficar calados

O Papa Francisco deu continuidade ao ciclo de catequeses sobre os Atos dos Apóstolos, na Audiência Geral desta quarta-feira (28/08), realizada na Praça São Pedro, que teve como tema “Quando Pedro passava… Pedro, testemunha principal do ressuscitado”.

Segundo Francisco, “a comunidade eclesial, descrita no Livro dos Atos dos Apóstolos, vive da riqueza que o Senhor coloca à sua disposição, experimenta o crescimento numérico e um grande fermento, não obstante os ataques externos. Para nos mostrar essa vitalidade, Lucas, no Livro dos Atos dos Apóstolos, indica alguns lugares significativos, por exemplo, o Pórtico de Salomão, ponto de encontro para os fiéis. Está no Templo. O pórtico é uma galeria que funciona como abrigo, mas também como local de encontro e testemunho”.

São Lucas “insiste nos sinais e prodígios que acompanham a palavra dos Apóstolos e na cura especial dos doentes aos quais se dedicam”.

Para o Papa, no capítulo 5º dos Atos dos Apóstolos, a Igreja nascente aparece como um “hospital de campo” que acolhe os vulneráveis, ou seja, os doentes. O seu sofrimento atrai os Apóstolos, que não possuem «ouro nem prata», conforme Pedro diz ao coxo, mas têm a força do nome de Jesus.

Destinatários privilegiados do anúncio do Reino

“Aos seus olhos, como aos olhos dos cristãos de todos os tempos, os doentes são os destinatários privilegiados do alegre anúncio do Reino, são os irmãos em que Cristo está presente de maneira particular, para deixar-se buscar e encontrar por todos nós. Os doentes são privilegiados pela Igreja, pelo coração sacerdotal, por todos os fiéis. Eles não devem ser descartados: pelo contrário. Eles devem ser cuidados, acudidos. Eles são o objeto da preocupação cristã”.

Francisco ressaltou que “dentre os apóstolos emerge Pedro, que tem preeminência no grupo apostólico por causa da primazia e da missão recebida do Ressuscitado. É ele quem inicia a pregação do kerygma no dia de Pentecostes e desempenhará uma função diretiva no Concílio de Jerusalém”.

Cristo está presente nas chagas dos doentes

Pedro se aproxima das camas e passa entre os doentes, assim como Jesus fez, carregando sobre si as enfermidades. “Pedro passa, e deixa que, a manifestar-se, seja Outro: que seja Cristo vivo e operante! A testemunha, de fato, é aquela que manifesta Cristo, tanto com palavras quanto com a presença corporal, que lhe permite relacionar-se e ser prolongamento do Verbo que se fez carne na história”.

Pedro realiza as obras do Mestre: “Olhando para Ele com fé, vê-se o próprio Cristo. Cheio do Espírito de seu Senhor, Pedro passa e, sem nada fazer, a sua sombra torna-se uma “carícia” que cura, que comunica saúde, que efunde a ternura do Ressuscitado, que se inclina sobre os doentes e lhes restitui vida, salvação e dignidade.”

Desse modo, Deus manifesta a sua proximidade e faz das chagas de seus filhos “o lugar teológico de sua ternura”, ressaltou o Papa. Segundo Francisco, “nas chagas dos doentes, nas enfermidades que são impedimentos para prosseguir na vida, há sempre a presença de Jesus, a chaga de Jesus. Há Jesus que convida cada um de nós a acudir, ajudar e curar os doentes”.

Obedecer antes a Deus do que aos homens

“A ação de cura de Pedro suscita o ódio dos saduceus, a inveja. Eles prenderam os apóstolos e, abalados com sua misteriosa libertação, os proíbem de ensinar. Essas pessoas viram os milagres que os Apóstolos fizeram não através de magia, mas em nome de Jesus; não quiseram aceitar e os colocaram na prisão, os espancaram. Eles foram libertados milagrosamente”. As pessoas tinham “os corações tão endurecidos que não queriam acreditar no que viram”, ressaltou Francisco.

Pedro então responde, oferecendo uma chave da vida cristã: “É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens”. Obedecer antes a Deus do que aos homens “é a grande resposta cristã”. Isso significa ouvir a Deus sem reservas, sem adiamentos, sem cálculos; aderir a Ele para se tornar capaz de aliança com Ele e com as pessoas que encontramos em nosso caminho”.

Francisco concluiu sua catequese, convidando-nos a pedir ao “Espírito Santo a força de não ter medo diante daqueles que nos mandam ficar calados, nos caluniam e até mesmo atentam contra a nossa vida. Peçamos a Ele para que nos fortaleça interiormente para termos a certeza da presença amorosa e consoladora do Senhor ao nosso lado”.

Via Vatican News

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Papa chama fiéis de todas as religiões a construir um mundo de paz

O Papa Francisco expressou sua satisfação pela criação de um Comitê de estudos para se alcançar os objetivos contidos no Documento sobre a Fraternidade Humana em prol da paz mundial e da convivência comum, assinado pelo Pontífice e pelo Grão-Imã de Al-Azhar, em fevereiro passado, nos Emirados Árabes Unidos.

O Documento faz um apelo aos líderes religiosos e políticos “para que se comprometam seriamente na difusão da tolerância, da convivência e da paz”, a fim de “acabar com as guerras, os conflitos, a degradação ambiental e o declínio cultural e moral que o mundo vive atualmente”.

Segundo um comunicado divulgado pelo diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Matteo Bruni, nesta segunda-feira, 26 de agosto, “o Santo Padre recebeu com alegria a notícia da iniciativa”.

Da mesma forma, o Papa manifestou que, “embora muitas vezes, infelizmente, seja o mal, o ódio, a divisão a fazer notícia, há um oceano oculto de bem que cresce e nos faz esperar no diálogo, no conhecimento mútuo, na possibilidade de construir juntos com os fiéis de outras religiões e com todos os homens e mulheres de boa vontade, um mundo de fraternidade e de paz”.

Além disso, segundo afirmou Matteo Bruni, “o Santo Padre encoraja o trabalho do Comitê para a divulgação do Documento, agradece aos Emirados Árabes Unidos o empenho concreto a favor da fraternidade humana e almeja que se possam multiplicar no mundo iniciativas similares”.

Por outro lado, o Grão-Imã de Al-Ahar, Ahmed Al Tayyeb, também elogiou a formação deste comitê para alcançar os objetivos do Documento sobre Fraternidade Humana.

via ACI Digital

 

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Papa a tripulantes do Navio-Escola Brasil: sejam leais servidores do país e colaboradores de Deus

O Papa Francisco fez uma saudação especial a um grupo de brasileiros presentes na Audiência Geral de quarta-feira (28), na Praça São Pedro. O Pontífice se dirigiu aos jovens cadetes da Marinha do Brasil, que fazem parte da maior turma já formada na Escola Naval, tripulantes do Navio-Escola Brasil para uma viagem de formação profissional e cultural, que está atracado há quase uma semana no Porto de Civitavecchia, a 60km de Roma, na Itália.

“ Saúdo cordialmente os peregrinos de língua portuguesa, em especial os jovens cadetes com seus instrutores e toda a tripulação do Navio-Escola Brasil: no vigor de sua juventude, na distinção de sua presença e na esperança que brilha em seus olhos, vislumbro a promessa, confirmada por esta peregrinação de fé, de que vocês serão leais servidores do grande e querido Brasil e colaboradores de Deus na construção de um mundo mais fraterno, com base na justiça, no amor e na paz. ”

A viagem de formação do Navio-Escola Brasil

A passagem do Navio-Escola pela Itália, que terminou na última quarta-feira, faz parte de um roteiro que começou em julho, no Rio de Janeiro, percorre 15 países e 18 portos ao redor do mundo, e termina em dezembro. A tripulação é composta por 31 oficiais, 216 praças e 227 Guardas Marinha (GM), além de 9 integrantes de Marinhas de nações amigas.

Essa Viagem anual de Instrução dos Guardas-Marinha (VIGM), já em sua edição de número 33, começou em 1987 e tradicionalmente marca o ingresso dos jovens oficiais na Marinha do Brasil. O projeto de formação visa a aplicação prática do conhecimento teórico adquirido na Escola Naval, além de aprimorar a formação cultural e representar o país nos diversos portos internacionais visitados, promovendo o estreitamento dos laços com outras nações. Durante a viagem e com todos os recursos de ponta de tecnologia nacional, são ministradas aulas de navegação, meteorologia, marinharia, operações navais, controle de avarias e administração naval, além da adaptação dos cadetes na vida de bordo.

Ao final da viagem, os Guardas-Marinha são nomeados ao posto de Segundo-Tenente e distribuídos em navios e organizações militares da Marinha por todo o Brasil.

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Papa visitará a África nos próximos dias

São grandes as expectativas para a próxima viagem do Papa, de 4 a 10 de setembro, a Moçambique, Madagascar e a República de Maurício. Pode-se evidenciar que o Papa volta a um continente muitas vezes ferido, mas capaz de construir um presente e futuro de esperança. O Secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, reitera o forte impulso de paz e diálogo que é a base desta viagem.

“A imagem que temos da África que normalmente se difunde é a de um continente cheio de problemas: conflitos, epidemias…Creio que a África seja antes de tudo uma terra rica de humanidade, uma terra rica de valores, uma terra rica de fé e parece-me que o Papa a visite com estes sentimentos”, revelou Dom Parolin.

O cardeal destacou três pontos fundamentais da nova viagem apostólica do Papa: “O primeiro é a insistência sobre o tema da paz, segundo certamente o tema do cuidado da Criação, em linha com a Laudato si’ e depois a cultura do encontro e tudo isso em uma dimensão de esperança”. De acordo com Dom Parolin, a vontade do Papa é a de promover todos os sinais de esperança que existem, todos os esforços que estão sendo feitos para a resolução dos vários conflitos, para um desenvolvimento sustentável, pelo respeito e o cuidado da Criação.

“Usando uma expressão do Papa São Paulo VI, poderíamos dizer que a África é como um laboratório de desenvolvimento integral. Eu destacaria exatamente esta dimensão de esperança e de visão para o futuro, a partir dos muitos sinais positivos que existem dentro do continente”, frisou o cardeal.

Em Moçambique, depois de décadas de conflitos internos e o fim da guerra civil, foi assinado um acordo de paz entre governo e os ex-rebeldes Renamo, que hoje é o principal partido de oposição. Dom Parolin acredita que a visita do Santo Padre levará também a força de um novo futuro. “Recentemente, graças à boa vontade das partes, pudemos chegar a um novo acordo de paz. Evidentemente, com tudo isso, a Igreja sofreu muito. Agora as negociações progrediram, foi reconhecido o papel da Igreja, da liberdade religiosa e esta vontade de paz manifestada recentemente. Acredito que o Papa queira sublinhar a importância do diálogo em geral, mas principalmente com referência a esta situação do país”.

Dom Parolin prosseguiu: “A importância do diálogo, renunciar de uma vez por todas à lógica das armas, à lógica da violência como método de resolução e solução dos conflitos, das diferenças entre um e outro e, ao invés, invocar seriamente o caminho da escuta recíproca, o caminho da colaboração, o caminho da cooperação para um desenvolvimento integral da população. Creio que seja exatamente este ponto: mudar a lógica. Isso é importante em Moçambique assim como em outras partes do mundo onde há conflitos. Isso é o que o Papa nos pede: uma nova mentalidade, uma nova atitude diante destas situações”.

Em Madagascar o Papa encontrará uma Igreja pobre para os pobres. Os católicos são cerca de um terço da população. O país é marcado pela desflorestação e seca, assim como crises políticas não indiferentes. Sobre o país, o cardeal afirmou se recordar com muito carinho, porque teve a oportunidade de visitá-lo há alguns anos. “Recordo como um país em plena efervescência, um país jovem que atualmente enfrenta muitos desafios. O primeiro desafio é o da juventude, porque é um país que deve oferecer oportunidades de crescimento e de futuro para muitíssimos jovens. Depois a pobreza: é necessário superar a grande barreira entre as camadas mais ricas e a grande maioria da população que se encontra que sofre de carências”.

Para Dom Parolin, a visita de Francisco a Madagascar impulsionará os esforços para que todos, mas principalmente os muitos jovens, encontrem a possibilidade de desenvolvimento e futuro. “A Igreja é pobre mas se esforça para ser uma presença significativa, principalmente através das suas instituições de assistência, as suas instituições educativas: quer ser um sinal de esperança para esta população. Portanto, aqui também o Papa vai consolidar e reforçar este compromisso e este esforço por parte da Igreja”, sublinhou.

Em 9 de setembro o Papa chegará à República de Maurício, histórica encruzilhada de povos. Metade da população é de fé hinduísta, depois os católicos e menos de um quinto é de fé islâmica. Sobre o destino, o cardeal revela que foi escolhido para que seja destacada a cultura do encontro, que vale naturalmente para todos os países que o Papa visitará.

“Em Moçambique encontro entre as forças políticas adversárias, e aqui encontro justamente pela composição da ilha: uma composição multiétnica, multireligiosa e multicultural. Este aspecto do encontro entre as diferenças torna-se particularmente evidente –certamente o Papa falará sobre isso – superando toda as formas de discriminação: por exemplo o aspecto da dimensão da aceitação da abertura aos migrantes que chegam de fora em busca de melhores condições de vida. Também este diálogo entre as várias religiões, um diálogo que deve servir para ajudar a enfrentar e resolver os problemas da sociedade e do mundo em geral”, completou.

Por fim, Dom Parolin falou sobre sua expectativa para a viagem apostólica do Papa: “Fico contente com essa viagem, e também por poder acompanhar o Santo Padre à África. A África foi minha primeira experiência, mesmo se foi a África Ocidental e não a Oriental, mas parte do meu coração ficou naquele continente, portanto vou com muito prazer. Diria duas coisas que na realidade são linhas fundamentais de qualquer abordagem à África. A primeira é que os africanos devem ser conscientes da sua responsabilidade em buscar dentro da sua sociedade, dos seus Governos, soluções aos problemas africanos. Portanto uma renovada consciência de que o destino da África, o seu futuro está nas mãos dos africanos: assumir a responsabilidade neste sentido para lutar contra todos os fenômenos que impedem desenvolvimento e paz. Outro desejo é o da atenção da comunidade internacional”.

“A África precisa de amigos da África, não pessoas interesseiras, mas pessoas que realmente busquem ajudar este continente a aplicar todos os seus recursos, todas as suas forças para progredir, avançar. Quanto a beleza, será o encontro com as comunidades cristãs, com os católicos, viver esta experiência de alegria e vitalidade, esta experiência de grande comunhão com as comunidades católicas que caracterizam as comunidades da África. Será um momento muito belo. Também ajudar esta Igreja a crescer e a se colocar cada vez mais a serviço do Evangelho e da sociedade na qual se encontra”, concluiu.

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